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Quantos anos tem a faculdade de odontologia?

Conhecer as melhores faculdades de odontologia é extremamente importante para os vestibulandos que pretendem ingressar nesse curso. A escolha da instituição deve se basear em critérios como a excelência de ensino e comprometimento com o aprendizado dos estudantes, além de uma boa infraestrutura que possibilite a capacitação profissional dos futuros dentistas.  

Pensando nisso preparamos um texto com informações esclarecedoras a respeito das melhores faculdades de odontologia brasileiras, bem como informações sobre valores, uma vez que o preço da faculdade de odontologia é bastante variável de acordo com a instituição de ensino pretendida. Por essa razão, também daremos dicas sobre como você pode conseguir estudar gratuitamente ou com descontos na mensalidade por meio de bolsa para faculdade de odontologia. Ficou interessado? Então, siga para as próximas linhas! 

 

Como é o curso de Odontologia? 

Disponibilizada em instituições de ensino públicas e privadas, a graduação em Odontologia é um curso da área de saúde com a titulação de bacharelado. O curso tem uma duração média de cinco anos e forma profissionais para cuidar dos dentes, gengivas e bochechas, além de serem capacitados também para implantar próteses dentárias, realizar cirurgias e atividades afins.  

Os cinco anos de graduação são divididos em 10 períodos em horário integral. Dessa forma, é preciso que você saiba que os estudantes de odontologia necessitam dedicar muitas horas do seu dia aos estudos na instituição de ensino. 

A grade curricular de Odontologia nos primeiros semestres é composta por disciplinas teóricas mais genéricas da área de saúde e ciências biológicas, como bioquímica, genética e anatomia. Após esses semestres introdutórios, há o aprofundamento em conteúdo específico da graduação em odontologia e atividades práticas que costumam ser mais frequentes com o passar dos períodos. Durante essa fase do curso os conteúdos abordados têm enfoque na odontologia hospitalar, clínica integrada e cirurgia.  

Uma curiosidade sobre a faculdade de odontologia é que, ao contrário de outros cursos que exigem a prática após percorrer boa parte dos estudos teóricos, é possível realizar estágios nos anos iniciais de curso. Esses estágios são excelentes oportunidades para que os estudantes já tenham uma pequena experiência de como será sua carreira futura, garantindo a compreensão se realmente tem afinidade com a profissão. 

Agora que você conheceu um pouco sobre o curso de Odontologia e, caso ainda esteja interessado em seguir carreira, é importante saber escolher a instituição de ensino correta para sua formação. Confira isso a seguir! 

As melhores faculdades de odontologia 

Uma vez que uma boa formação profissional também depende do lugar em que você vai estudar — afinal, a instituição é a grande responsável por um bom ensino e formação — separamos para você as melhores faculdades de odontologia. A seguir, confira o ranking de melhores instituições para estudar odontologia: 

  1.  USP – Universidade de São Paulo; 
  2.  UNICAMP – Universidade de Campinas; 
  3.  UNESP – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita; 
  4.  UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais; 
  5. UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Com essa lista em mãos, pesquise informações sobre cada uma das instituições para escolher aquela que melhor se adequa ao seu perfil, além de avaliar questões como logística e grade curricular do curso. E como conseguir bolsa para faculdade de odontologia? É isso que vamos esclarecer no próximo tópico. Vamos lá? 

 

Como conseguir uma bolsa para faculdade de Odontologia?  

Muito provavelmente você já saiba que o ingresso nas instituições públicas acontece por meio do vestibular tradicional e dos programas do Governo como Enem e SiSU. Já as instituições privadas possuem o vestibular tradicional, além de programas de iniciativa governamental como o Fies e o ProUni 

Como muitas vezes o preço da faculdade de odontologia pode ser bastante elevado, os estudantes também contam com bolsa para faculdade de odontologia oferecida pelas próprias instituições privadas de ensino, como uma oportunidade para cursar uma faculdade particular com desconto nas mensalidades. O preço da faculdade de odontologia é bastante oneroso e a mensalidade varia entre R$2.100,00 e R$ 5.000,00 a depender da instituição de ensino. Logo, é importante conhecer maneiras de abater esse alto preço da faculdade de odontologia  

A bolsa para faculdade de odontologia é uma boa alternativa que possibilita um alívio para as finanças pessoais, uma vez que por meio dela é possível pagar as mensalidades de maneira tranquila. São muitas opções, então nada melhor do que compreender como cada uma delas funciona. Existem vários tipos de bolsas de estudo disponíveis para os estudantes de odontologia. Cada uma dessas bolsas se baseia em critérios diferentes, como bolsas por mérito acadêmico, por perfil socioeconômico e, até mesmo, descontos por pontualidade no pagamento. Conheça um pouco mais sobre possibilidades de bolsa para faculdade de odontologia a seguir: 

  • bolsa por mérito acadêmico: esse benefício é concedido aos alunos que mais se destacam com relação às notas obtidas nos processos seletivos. Os programas de bolsa por mérito podem premiar tanto os mais bem colocados no vestibular quanto os que obtiveram bons resultados no Enem. Em algumas universidades, alunos que conseguiram de 851 a 900 pontos no Enem podem ganhar até 75% de bolsa e aqueles que fizeram mais de 900 pontos conseguem bolsas de 100%! 
  • bolsa por perfil socioeconômico: um dos requisitos principais para pleitear uma bolsa é a situação econômica e social. O benefício é direcionado a estudantes que não poderiam arcar com as mensalidades sem essa ajuda. O Programa Universidade para Todos (ProUni) é um dos exemplos mais conhecidos e distribui bolsas de 50% a 100%. Para concorrer a uma vaga é preciso ter renda familiar mensal de até três salários-mínimos por pessoa.  Se inscrever no processo seletivo é fácil: basta ter feito o Enem, ter tirado acima de 450 pontos na média geral das provas e não ter zerado a redação. Entretanto, como o curso de Odontologia é bastante concorrido, certamente apenas os 450 pontos no Enem não serão suficientes, já que a nota de corte para essa graduação quase sempre fica acima de 600 pontos.  
  • Descontos por pontualidade no pagamento: uma forma de conseguir baratear as mensalidades é pagá-las em dia. Em muitas faculdades particulares há desconto de até 10% da mensalidade para aqueles que a pagam pontualmente.  

Esperamos que essas informações o ajudem a tomar uma boa decisão.  Até mais! 

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Para quem é o curso de Medicina?

Que o curso de medicina é uma das graduações com o ingresso mais concorrido, não é novidade para ninguém. Mas, muito além do vestibular, antes de tomar uma decisão assertiva, é importante conhecer melhor a dinâmica, duração do curso e quais são as habilidades requeridas para ser um bom médico.  

A graduação em medicina é considerada por muitos bastante elitizada, já que para ser aprovado nos vestibulares, os alunos precisam obter excelentes resultado. Além disso, uma vez que o estudante ingressa em um curso de medicina, as exigências são ainda maiores.  

Por outro lado, é de grande importância derrubar a ideia de que apenas pessoas que tiveram boas condições materiais podem entrar e permanecer em faculdades de medicina. Certamente para essas pessoas é mais fácil conseguir um bom desempenho no vestibular e, uma vez aprovadas, ter mais condições de continuar o curso, mas isso não quer dizer que exista uma exclusividade.  

Desse modo, podemos afirmar que a graduação em medicina é uma possibilidade real devido a ações afirmativas e políticas de inclusão para que todos tenham acesso a faculdades de medicina. Se você é vestibulando de medicina e quer saber mais sobre como é o curso e, principalmente, se essa carreira é realmente a melhor opção para você, acompanhe a leitura! 

 

Como é o curso de Medicina? 

Para se tornar médico, é preciso cursar graduação em medicina durante um período de seis anos. A grade curricular desse período é dividida da seguinte maneira: ciclo básico, clínico e internato. Os dois primeiros anos de curso constituem o ciclo básico de disciplinas teóricas que têm por objetivo formar o raciocínio clínico dos estudantes. Durante esse período, os estudantes ainda não lidam diretamente com os pacientes. O foco é a realização de atividades práticas em laboratórios e salas de microscopia.  

No terceiro ano da faculdade, inicia-se o período clínico, que tem duração de dois anos. Ao longo desse período, os estudantes terão contato direto com os pacientes e trabalharão com exames e diagnósticos. A intenção é que se aplique os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do ciclo básico. Todas as disciplinas do curso são oferecidas até o quarto ano.  

Por fim, nos dois últimos anos da faculdade, o estudante irá dedicar-se integralmente ao internato hospitalar, período em que vivencia a prática clínica e atenderá pacientes, dará plantões e participará de atividades ambulatoriais, sempre com o acompanhamento dos professores.  O estudante se formará após concluir o período de 4 anos de disciplinas e os dois anos de internato hospitalar.  

Depois de formado, o médico já pode atuar como clínico geral. Para obter alguma especialidade é necessário fazer residência médica, que consiste em mais alguns anos de estudo. Isso significa que são necessários muito esforço e muita força de vontade para concluir os anos obrigatórios de graduação e, depois, a especialização caso não queira atuar apenas em clínica geral/médica. 

As disciplinas estudadas no curso de medicina são variadas, com um conteúdo que vai desde bioquímica até áreas específicas como reprodução humana, psicologia médica e saúde da criança e do adolescente. Após concluir a graduação em medicina, é possível atuar no setor público ou privado, com clínica geral/médica ou se tornar um especialista em uma das 53 áreas da medicina.  

Se você ficou um pouco confuso com a quantidade de informações e ainda não entendeu bem a duração do curso de medicina, siga para o próximo tópico que lá com certeza conseguirá entender. Vamos lá!? 

 

Mas, afinal, qual a duração do curso de Medicina? 

O curso dura seis anos e possui uma grade curricular muito rigorosa durante os períodos do ciclo básico, clínico e internato, já mencionados anteriormente, e é oferecido em período integral em todas as faculdades de medicina. Por essa razão, é importante que o vestibulando de medicina saiba que esse é o curso superior com maior duração no Brasil, além de requerer muita dedicação. Muitos vestibulandos de medicina, ao optarem pelo curso, acabam focando apenas no status da profissão e na sua remuneração, e deixam de considerar que, para se tornar um médico, é preciso enfrentar uma jornada longa e exaustiva que levará quase uma década, destinada aos seis anos de graduação e dois anos (opcionais) de residência. 

Após esse período, o médico deve se acostumar com a ideia de nunca parar de estudar e ter uma carga horária de trabalho bastante exaustiva, além de precisar lidar constantemente com situações difíceis. Assim, tanto o curso quanto a profissão exigem muito conhecimento e controle emocional. Quem optar por seguir carreira nessa área deve dedicar-se bastante aos estudos e ter persistência tanto para ingressar na faculdade como para concluir o curso. 

Para que você possa se decidir com segurança, precisa saber o que o espera ao longo da graduação. Por esse motivo, separamos as disciplinas comuns na maioria das faculdades de medicina. Continue a leitura e confira a lista que preparamos para você! 

 

Quais são as matérias estudadas no curso de Medicina? 

A grade curricular dos cursos de medicina é bastante similar e praticamente a mesma em todas as faculdades de medicina. As disciplinas estudadas são as seguintes: 

 

  • Administração e Planejamento em Saúde; 
  • Ambiente e Saúde; 
  • Anatomia Humana; 
  • Anatomia Patológica; 
  • Aspectos Legais da Prática Médica; 
  • Bases Moleculares dos Sistemas Orgânicos; 
  • Bioética Aplicada à Prática Médica; 
  • Biofísica Médica; 
  • Biomorfologia; 
  • Bioquímica Médica; 
  • Clínica Cirúrgica; 
  • Clínica Médica; 
  • Doenças Infecciosas e Parasitárias; 
  • Emergências Médicas; 
  • Epidemiologia; 
  • Farmacologia Médica; 
  • Fisiopatologia; 
  • Fundamentos de Microbiologia Médica; 
  • Genética Humana; 
  • Histologia Médica; 
  • Imagenologia; 
  • Imunologia Médica; 
  • Métodos de Abordagem em Saúde Comunitária; 
  • Microbiologia Médica; 
  • Patologia Aplicada; 
  • Patologia Ginecológica; Parasitologia Médica; 
  • Propedêutica Médica (técnicas utilizadas para determinar um diagnóstico); 
  • Psicologia Médica; 
  • Saúde da Criança e do Adolescente; 
  • Saúde da Família; 
  • Saúde da Mulher; 
  • Saúde do Idoso; 
  • Saúde do Trabalhador; Saúde e Sociedade; 
  • Saúde Mental; 
  • Sistemas Orgânicos Integrados; 
  • Trauma. 

 

Depois de todas essas informações, você conseguiu perceber que cursar medicina é para os fortes e dedicados, não é mesmo? Mas todo esse esforço é recompensado: a profissão lidera o ranking de maiores salários e o das carreiras com maior taxa de empregabilidade e reconhecimento por ser de suma importância para toda a sociedade. Portanto, aqueles que optarem trilhar esse caminho, têm grandes chances de ser muito bem sucedidos.

Até mais!

enfermeira se espreguiçando

 

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As melhores faculdades de Medicina

Cursar medicina é o grande sonho de muitos vestibulandos, razão pela qual o ingresso nessa graduação, há muito tempo, costuma ser o mais concorrido do país. E, quanto mais conceituada for uma instituição, mais concorrida é uma vaga para o curso de medicina 

Essa dificuldade, entretanto, não deve ser motivo de desânimo. Muito pelo contrário! Quanto mais árdua for a luta pela entrada na universidade, maior será a recompensa. Estudar em uma das melhores faculdades de medicina, além de ser uma forma de garantir uma boa formação profissional e acadêmica, pode também abrir portas para melhores oportunidades de emprego e outros benefícios como intercâmbios e bolsas de estudos.  

Mas, afinal, como saber quais são as melhores faculdades de medicina? Como as instituições são avaliadas para entrar no ranking faculdades de medicina? Responderemos a todas essas questões neste texto. Acompanhe! 

 

Quais as 5 melhores faculdades de Medicina do Brasil? 

Com o intuito de avaliar as instituições de ensino superior brasileiras, o MEC (Ministério da Educação) instituiu o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Por meio de uma prova teórica, o exame em questão avalia, de tempos em tempos, o desempenho dos estudantes do curso de medicina das mais variadas instituições para mensurar a qualidade do curso. As universidades são classificadas com base em uma pontuação obtida pelos estudantes nessa prova teórica. As notas variam de 1 a 5, em que 1 é considerado muito ruim e 5 muito bom.  

Além disso, existem outros métodos de avaliação de instituições universitárias, entre os quais está o ranking faculdades de medicina realizado pelo Datafolha. Esse é um ranking de cursos de graduação em geral, que ranqueia também o ​​curso de medicina. Nesse ranqueamento, universidades públicas e privadas são avaliadas com base em alguns critérios: avaliação do mercado; qualidade de ensino; doutorado e mestrado; nota dos concluintes; professores com dedicação integral e parcial e, por último, avaliação dos docentes.  

Para que você não tenha dúvidas a respeito de qual vestibular prestar, apresentaremos os resultados publicados pelos últimos rankings de melhores faculdades de medicina. A seguir, você confere quais são as melhores faculdades de medicina de acordo com o Ranking Datafolha e Enade.  

 

Ranking faculdades de medicina — Instituições mais conceituadas segundo o Datafolha:

 

  1. USP – Universidade de São Paulo: pelo ranking Datafolha, a USP dispara no primeiro lugar, ocupando o 1º lugar em três quesitos – Avaliação do Mercado, Avaliação dos Docentes e existência de Mestrado e Doutorado – e o 2º lugar no item Qualidade de Ensino. Apesar dos seus muitos pontos fortes, é de notar também, entretanto, a baixa posição que ocupa no quesito Nota dos Concluintes (43º). 
  2. Unicamp – Universidade de Campinas: já a Unicamp, que vem logo atrás, ocupa o 1º lugar em Qualidade de Ensino, o 2º em Avaliação do Mercado e, entre as cinco primeiras do ranking, é aquela que apresenta melhor colocação no item Nota dos Concluintes (8º). 
  3. UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais: a UFMG divide com a Unicamp a 2ª posição na Avaliação do Mercado — ambas alcançaram 35,60 pontos, pouco abaixo da USP. Assim como a UFRGS, a UFMG se destaca pela boa colocação no item Nota dos Concluintes, em que ocupa a 16ª posição, contra a 15ª da instituição gaúcha. 
  4. Unifesp – Universidade Federal de São Paulo: o diferencial da Unifesp está na segunda posição que ocupa em dois quesitos, existência de Mestrado e Doutorado, e Avaliação dos Docentes, além do terceiro lugar no quesito Qualidade de Ensino.  
  5. UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul: um ponto notável quanto à UFRGS é a posição que ocupa no quesito Nota dos Concluintes (15º), bastante superior à da USP (43º) e da Unifesp (69º), praticamente empatada com a UFMG (16º) e só um pouco abaixo da Unicamp (8º). 

 

Ranking faculdades de medicina — Instituições mais conceituadas segundo o Enade:  

 

  1. UFV – Universidade Federal de Viçosa: classificada pelo Enade como a melhor faculdade de Medicina do país, a faculdade mineira obteve nota de 4.83 e conceito 5 na última avaliação realizada pelo Enade. 
  2. Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto: a Famerp ocupa o segundo lugar e conta com um dos vestibulares mais concorridos do país. A nota obtida pela instituição no último exame foi de 4.02 e com conceito 5 atribuído pelo Enade.  
  3. UECE – Universidade Estadual do Ceará: em terceiro lugar, a Universidade Estadual do Ceará obteve nota 3.98 no último exame. 
  4. UEM – Universidade Estadual de Maringá: com conceito 4 e com uma pontuação de 3.83, a Universidade Estadual de Maringá conquistou a quarta colocação no ranking. 
  5. UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro: uma das melhores instituições de ensino superior do Rio de Janeiro, a UERJ, foi avaliada com conceito 4 e obteve nota 3.80 no último Enade.  

Quando for optar por uma universidade na hora de prestar vestibular e cursar medicina, não deixe de consultar esses rankings para comparar os dados que apresentam com as expectativas que você possui em relação ao curso pretendido. Após fazer a escolha da instituição, monte um excelente plano de estudos com a gente. Como você já sabe, aqui no Anglo é sucesso garantido! 

Até mais!


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Os 5 maiores erros do vestibulando

Quando começa a se preparar para as provas que realizará no meio ou no final de ano, muitas vezes o vestibulando não se dá conta de que é preciso uma rotina de estudo bem planejada, muita disciplina e, não raro, todo o suporte que só um bom cursinho pré-vestibular pode garantir. Isso porque não saber conciliar estudos com a vida pessoal, não estudar o suficiente ou estudar além da conta até a exaustão e estudar apenas o que gosta são alguns dos exemplos de erros comuns entre grande parte dos estudantes.  

Há muitos percalços no caminho que o vestibulando pode evitar seguindo algumas dicas simples: foi pensando nisso que elaboramos este texto. Se você estuda por conta própria, se está pensando em fazer um cursinho pré-vestibular ou mesmo se já está a um passo de prestar o tão sonhado vestibular daqui a alguns meses e quer saber o que não deve fazer para aproveitar ao máximo os estudos, não deixe de ler o que preparamos! 

 

Quais os maiores erros cometidos ao estudar? 

  1. Quantidade não é qualidade: todos nós conhecemos algum vestibulando que jura de pés juntos passar 18 horas por dia estudando, que mal tem tempo para fazer qualquer outra coisa além de estudar. Ora, ter uma rotina de estudo não significa necessariamente não poder fazer qualquer outra coisa da vida a não ser estudar. Ao contrário, é planejando bem quais matérias, em que ordem e durante quanto tempo por dia você estudará que conseguirá otimizar seu tempo, ou seja, estudar tanto quanto precisa e descansando o suficiente para manter essa rotina até a realização das provas. Um corpo e uma mente cansados não vão longe, é preciso saber dosar as atividades para não acabar exausto a poucos passos de sua meta.

  2. Não realizar simulado de vestibular: outro equívoco bastante comum cometido por um vestibulando é não realizar pelo menos um simulado de vestibular de cada uma das provas mais concorridas do país para o curso pretendido. Se você pretende cursar medicina ou engenharia na USP, por exemplo, é fundamental estudar cuidadosamente as provas da FUVEST de anos anteriores. Num cursinho pré-vestibular, como o Curso Anglo, você encontrará não só essas provas como todo o suporte necessário de nossa equipe para incorporar mudanças significativas em sua rotina de estudo.

  3. Estudar apenas o que gosta ou com que tem mais facilidade ou dificuldade: todos os grandes vestibulares contemplam todas as matérias do Ensino Médio em graus equivalentes de dificuldade e complexidade. Um erro comum do vestibulando é pressupor que reforçando aquilo que melhor conhece garantirá mais pontos ou, por outro lado, tem de se dedicar apenas àquelas matérias em que tem maior dificuldade. Uma boa rotina de estudo mostra que o equilíbrio é fundamental, sobretudo, nessa hora e que é imprescindível tentar sempre garantir máxima pontuação em todas as áreas possíveis. A realização de um simulado de vestibular poderá mostrar seus pontos fortes e fracos, ou o que precisa ser mais aprofundado ou não. Nenhuma área, porém, deve ser negligenciada.
  4. Não cuidar da saúde: tão importante quanto estar bem preparado para a prova é estar bem física e mentalmente para fazê-la. Só uma rotina de estudo bem pensada evitará sobrecargas desnecessárias e negligências comprometedoras. O vestibulando que quiser chegar lá precisa saber dosar cada passo de sua rotina a fim de se preparar em todos os campos para alcançar a melhor performance.
  5. Falta de disciplina: vestibulares são eventos marcantes e decisivos na vida de qualquer vestibulando porque representam momentos fundamentais que exigem grande preparação para serem contornados, isso se justifica por serem exames difíceis. Fazer um bom cursinho pré-vestibular, assim como realizar ao menos um simulado de vestibular e incorporar em sua rotina de estudo uma série de outros elementos decisivos, como a disciplina e comprometimento, para essa hora tão importante é crucial.  

 

Agora que você já sabe os 5 maiores erros do vestibulando ao estudar, precisa entender o que fazer para melhorar a maneira que tem vivido a sua rotina de estudos. Não marca bobeira e já segue para o próximo tópico. Vamos lá? 

 

O que fazer para melhorar nos estudos? 

Pode parecer óbvio, mas a melhor coisa a fazer para melhorar nos estudos é… estudar! Sim: praticando dia a dia, colocando em ação essas dicas que trouxemos para se preparar adequadamente para as provas que você pretende prestar, além de fazer um bom planejamento de estudo. Ao se comprometer, com certeza, seguirá o melhor caminho para o sucesso no vestibular!  

É importante que você saiba que, durante o período pré-vestibular, você terá que abdicar de algumas coisas em nome de algo maior. Muitas vezes é impossível conseguir fazer tudo o que queremos e manter o foco nos estudos, principalmente se você for prestar algum vestibular extremamente concorrido.  

Por essa razão, neste momento, a sua rotina de estudo deve ser prioridade máxima. Busque formas de se manter motivado, porque esses são apenas alguns dos percalços, talvez os principais, que podem ser superados durante essa jornada para passar nos mais importantes vestibulares do país. E saiba que esse tempo dedicado aos estudos certamente será recompensado em um futuro bem próximo.  

Até mais! 

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Técnicas de redação: 5 dicas para escrever melhor

Todo vestibulando sabe que a prova de redação é componente decisivo dos vestibulares mais importantes do país como FUVEST e UNICAMP, assim como também do Enem. Somado a isso há também o fato de que muitos têm dificuldades na hora de produzir um texto e se perguntam como escrever uma redação nota máxima, uma vez que não compreenderam ainda o que uma redação assim precisa conter.  

Se você está preocupado com o seu desempenho em produção textual e buscando dicas de redação para vestibular, este texto é para você! Siga a leitura que preparamos cinco dicas de redação para você colocar em prática e se preparar de maneira eficiente e, de quebra, aprimorar as técnicas de redação para o Enem 

 

Quais são as técnicas para fazer uma boa redação? 

Não temos dúvidas que, em algum momento de sua preparação para o vestibular, você já tenha escutado algum professor dando algumas das dicas deste texto. Sabendo disso, o que queremos que seja compreendido é que, ao se comprometer a mudar a maneira como tem feito o seu estudo de produção textual, a sua performance melhorará consideravelmente em qualquer vestibular que participar. Então, aproveite as dicas a seguir independentemente da instituição do exame e aumente o nível do seu desempenho. 

  1. Analise exemplos de redação que alcançaram nota máxima: tão importante quanto praticar redação é analisar exemplos de redação que tiraram boas notas e procurar identificar as características que levaram os avaliadores a avaliá-las tão bem. Clareza argumentativa, coesão, emprego correto do vocabulário são alguns dos elementos muito valorizados em praticamente todos os vestibulares e que certamente serão decisivos para a obtenção de uma boa nota. Leia e examine algumas das melhores redações que encontrar e depois, quando começar a escrever as próprias, tente colocar em prática técnicas semelhantes. 
  2. Atente-se para as diferenças que são cobradas por diferentes vestibulares: entre os exemplos de redação que você analisará, certamente haverá redações feitas para a FUVEST, para o Enem ou para outros vestibulares. Caso ainda não saiba disso, você rapidamente notará que o estilo e os componentes de cada redação são diferentes apesar de compartilharem semelhanças. Isso precisa ser levado em consideração, mas as dicas de redação para o vestibular mais tradicional podem contemplar também técnicas de redação para o Enem, sabendo diferenciar cada tipo de produção textual cobrado nos mais variados vestibulares, você será capaz de adequar sua redação ao que é exigido por cada prova a partir daquilo que aprendeu ao longo de sua preparação.  
  3. Quem não lê, não escreve: uma das dicas de redação mais importantes que você irá encontrar certamente é essa: quem não lê tampouco será capaz de escrever uma boa redação. Escrever bem exige ao menos três componentes: conhecimento da técnica, amplo repertório de assuntos e de argumentos, e capacidade de ponderar opiniões divergentes a fim de encontrar qual a que melhor combina com seus próprios princípios e convicções. Para te ajudar a desenvolver tudo isso, a leitura constante de bons livros e o acesso a bons veículos de informação são imprescindíveis. Observar como escreve cada autor, que argumentos emprega, que pontos de vista defende (ou ataca), de que modo articula cada argumento, se usa ou não citações alheias e como o faz, entre outras tantas possibilidades de análise de um texto, são passos fundamentais para poder passar à próxima dica. Essa dica é particularmente importante se você procura aprimorar suas técnicas de redação para o Enem. 
  4. Pratique, pratique, pratique: pode parecer uma obviedade, mas é preciso sempre repetir: só se aprende a escrever escrevendo. Outra das dicas de redação que podemos lhe oferecer é, portanto, esta: além de ler muito, comece a escrever ontem! Sim: não importa se você vai prestar o Enem ou qualquer outro vestibular. Para todos eles, você precisará estar apto a elaborar um texto de qualidade; e ao longo de toda a sua vida, em qualquer área em que você optar por atuar, será exigida a capacidade de se comunicar por escrito de modo fluente e compreensível. Assim como as técnicas de redação para o Enem, isso é algo que se desenvolve e se aprimora apenas com o tempo e muita dedicação. Digamos então que é uma tarefa para ontem! Por isso, mãos à obra: comece a praticar já e continue sempre! 
  5. Compare seus textos com aqueles considerados modelares: entre outras dicas de redação que podemos lhe dar, esta é tão importante quanto as anteriores. Não importa há quanto tempo você vem escrevendo e se preparando para a redação dos principais vestibulares ou do Enem: mais do que ler ou praticar, é fundamental verificar de quando em quando se suas leituras realmente poderão contribuir para a elaboração de uma boa redação ou se os textos que você tem produzido efetivamente podem ser considerados produções que alcançarão uma boa pontuação. Para isso, é fundamental também contar com ajuda especializada: nós do Anglo estamos há muito tempo nesta estrada e estaremos sempre ao seu lado quando o assunto é elaborar uma boa redação ou verificar se estão adequadas para as provas que pretende prestar. 

 

No próximo tópico, falaremos qual a estrutura básica para qualquer redação de vestibular. Colocando em prática as 5 dicas que acabou de ler e elaborando o seu texto dentro de uma estrutura adequada, será possível alcançar notas mais altas nos exames prestados. Confira! 

 

Qual é a estrutura de uma boa redação? 

Caso você pretenda prestar a FUVEST, você precisa ser capaz de elaborar um texto argumentativo que, via de regra, se articula em 3 passos-chave: a apresentação da tese, o desenvolvimento argumentativo e a conclusão (ou fechamento), em que as duas partes anteriores são amarradas. Vale ressaltar que a sua produção textual ficará mais organizada se cada um desses passos for elaborado em parágrafos diferentes, evidenciando a sua linha de raciocínio. 

Agora se seu foco for o Enem, a estrutura argumentativa é bastante similar; porém, além dos 3 passos-chave, é preciso que você elabore uma proposta de solução para o problema social em questão. Desse modo, a estrutura de ambas segue a mesma lógica: uma boa redação precisa ter uma introdução, ou seja, contextualização inicial e tese, desenvolvimento da argumentação e conclusão (que, no caso do Enem, conta também com uma proposta de intervenção). Para compreender melhor como elaborar a solução exigida pelo Enem, leia o texto “Proposta de intervenção: o que é e como aplicar na redação!”. 

Essas são algumas das principais dicas de redação que queríamos compartilhar com você. Esperamos que tenham sido úteis! 

Até mais! 

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5 dicas de preparação para vestibulares de meio de ano

Vestibulares de meio do ano ou de inverno são bastante comuns em universidades privadas. Universidades de renome como FGV, Mackenzie, Insper e PUC, por exemplo, abrem processos seletivos para ingresso em cursos de graduação no segundo semestre letivo. O número de processos seletivos que ocorrem no meio do ano, entretanto, é mais reduzido do que os que acontecem no final do ano. Diante das muitas dúvidas a respeito de como deve ser a preparação para o vestibular de inverno, é importante lembrar que o empenho e a dedicação aos estudos devem ser iguais aos da preparação para o vestibular tradicional de final de ano, já que os conteúdos exigidos em ambas as provas são os mesmos. Quer saber mais sobre esse tipo de exame, como se preparar para ele e se é o ideal para você? Acompanhe o conteúdo que preparamos! 

 

Ainda dá para se preparar para o vestibular? 

A preparação para o vestibular é uma das maiores preocupações de todo vestibulando, afinal ninguém quer fazer uma prova com a sensação de que não está suficientemente preparado. Se você já estuda há algum tempo e dispõe de um tempo diário maior para se dedicar aos estudos ou já fez cursinho antes, é possível que esteja mais bem preparado para essas provas. Mas se você não se enquadra em nenhum desses casos, não se preocupe! Ainda é possível você garantir uma boa preparação, desde que seja disciplinado e monte um bom cronograma de estudos. Isso porque elaborar um cronograma de estudos pode ajudar bastante a direcionar melhor os temas e as matérias que devem ser estudados com mais afinco, além de ser ideal para que você organize bem o tempo de que dispõe não apenas para os vestibulares de inverno. E pode também o ajudar na preparação para Enem. Desse modo, é perfeitamente possível que você se prepare para os vestibulares de meio de ano, por mais próximas que as provas estejam, desde que seja disciplinado e organizado.  

A seguir elencamos as principais vantagens de prestar vestibular de meio de ano. Continue a leitura! 

Vantagens de prestar vestibular no segundo semestre 

Ter mais tempo para preparação para as provas, já que os conteúdos cobrados nos vestibulares de inverno são os mesmos cobrados nos vestibulares de final de ano, é uma das principais vantagens de se fazer os vestibulares do segundo semestre.  

Além de conseguir estudar os conteúdos com maior tranquilidade, ao dedicar mais tempo para os estudos, você se sentirá mais seguro no momento de realizar a prova, o que pode contribuir para um melhor desempenho. Outra grande vantagem é ter a chance de pesquisar com mais calma informações a respeito da universidade em que você pretende ingressar. Quando precisamos tomar uma decisão em tão pouco tempo, é provável que não façamos a melhor escolha. 

Então, se você optar por prestar vestibular no segundo semestre e quiser turbinar seus estudos, não deixe de conhecer mais sobre o semi de agosto do curso Anglo! O semi de agosto é ideal para aqueles que estão em fase de preparação para Enem e para outros vestibulares. 

Com a intenção de que, após a leitura deste texto, você já inicie a sua preparação para os vestibulares de meio de ano mais seguro, preparamos 5 dicas importantes a seguir. Confira! 

 

  1. Faça simulados: fazer simulados e provas antigas da instituição em que deseja ingressar é essencial para que você conheça melhor os conteúdos cobrados pela universidade em questão. Você conseguirá identificar padrões sobre quais são os conteúdos mais recorrentes e como são apresentados aos candidatos nas provas. É possível encontrar essas avaliações nos sites das instituições. Baixe os arquivos, se possível os imprima, reserve um tempo adequado para praticar sem interrupções e mãos à obra! 
  2. Revise os conteúdos estudados: após realizar as provas anteriores, é provável que surjam dúvidas com relação a alguns conteúdos. É importante que você os revise e não deixe que tais dúvidas se acumulem. Marque as questões que você não entendeu e que necessitam de uma revisão. Além disso, não deixe de revisar cuidadosamente os conteúdos que você percebe que caem com maior recorrência no exame para a qual está estudando.  
  3. Conheça bem a prova que irá prestar: é muito importante que você conheça bem o vestibular que irá prestar. Todas as informações sobre o vestibular estão concentradas em um único documento: o edital. Ler o edital da instituição é importante porque é possível saber qual conteúdo cai na prova, como as questões estão distribuídas e, também, informações sobre a prova de redação. Você pode encontrar esse documento acessando o site da instituição de ensino, que geralmente disponibiliza esse documento alguns meses antes da prova.  
  4. Prepare-se psicologicamente: todos sabem que a preparação para Enem ou para qualquer outra prova é um período de grande ansiedade. Nos vestibulares de meio de ano, não é diferente, com o agravante de que muitas vezes o tempo para preparação é menor do que o habitual. Por isso, é importante que você cuide de sua saúde mental praticando exercícios, reservando um tempo de lazer e de descanso. 
  5. Escreva redações: cada vestibular tem sua especificidade com relação à prova de redação. Por essa razão, é importante que você pratique produção textual a partir do que foi solicitado em provas anteriores e de acordo com as instruções contidas no edital ou manual do candidato. Lembre-se, não basta apenas ler os temas de redação das provas anteriores ou as informações do edital, é preciso que você redija esses textos. 

 

Esperamos que esse conteúdo tenha o ajudado a tomar uma boa decisão. Se você optar por uma preparação para Enem e outros grandes vestibulares com mais calma, não deixe de conhecer mais sobre o semi de agosto do Curso Anglo.  

Bons estudos e até mais! 

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É possível estudar em Portugal com a nota do Enem?

Você sabia que pode estudar em Portugal com a nota do Enem? Desde 2014, o Inep firmou um acordo com universidades portuguesas no intuito de que mais brasileiros tenham a oportunidade de cursar graduação fora do Brasil ao levar a nota do Enem para Portugal. Isso significa que é por meio da nota obtida nas provas do Enem que isso se concretizará. 

Para começar a nossa conversa sobre esse processo, temos um alerta: caso esteja nos seus planos fazer graduação na Europa, utilizando a sua nota do Enem em Portugal. Há algumas universidades que especificam a pontuação necessária em cada área do conhecimento para poder se inscrever, essa etapa não garante a vaga, mas permite que você concorra as que estiverem disponíveis. Então, busque um desempenho que esteja acima disso para levar a sua nota do Enem para Portugal, porque raramente a pontuação mínima garantirá uma classificação dentro do número de vagas disponibilizadas por uma universidade. 

Ficou interessado em saber mais sobre estudar em Portugal com a nota do Enem? Então, fica por aqui que nas próximas linhas vamos explicar tudo que você precisa para começar a planejar os seus estudos fora do Brasil. Acompanhe! 

 

Como se inscrever em uma faculdade em Portugal usando a nota do Enem? 

Antes de se inscrever, utilizando a nota do Enem, alguns fatores precisam ser considerados. A fim de ter a sua inscrição confirmada, você e seus pais não podem ter cidadania portuguesa e, ao se candidatar, o estudante não pode morar no país há mais de dois anos consecutivos.  

Além disso, com intuito de aproveitar a nota do Enem para Portugal, é preciso se enquadrar em alguns critérios. 

  • Não possuir nacionalidade de algum país da União Europeia. 
  • Estar com o ensino médio concluído. 
  • Considerar a pontuação média exigida na inscrição do curso para o qual deseja se candidatar. 

 E além disso, vale ressaltar que os acordos não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil pelo governo brasileiro.  

Para confirmar que você se encaixa nos critérios de nota, acesse o site da universidade portuguesa e entenda como é calculada a média da nota e a expectativa da instituição para o curso escolhido. Após confirmar que está dentro dos requisitos, há outro fator a ser considerado no ato da inscrição: a documentação. Cada universidade pode exigir alguns documentos específicos, mas existem aqueles que costumam ser mais recorrentes. Separe: 

  • histórico escolar; 
  • certificado de conclusão do ensino médio; 
  • passaporte; 
  • uma carta de motivação (antes de escrevê-la, pesquise informações sobre a instituição portuguesa e detalhes do curso escolhido. Se estiver com dúvidas, peça ajuda a algum professor); 
  • uma carta de recomendação; 
  • e outras declarações que estarão sinalizadas no edital do programa Enem Portugal. 

Estudar em Portugal com a nota do Enem é possível apesar das burocracias, não desanime ao consultar a documentação necessária para concorrer a uma vaga. Ao receber a resposta de aprovação, perceberá que esse sacrifício de correr atrás dos documentos terá valido a pena.  

A seguir, separamos uma lista com as universidades que aceitam a nota do Enem em Portugal. Confira! 

 

Quais universidades de Portugal aceitam a nota do Enem? 

Se você está pensando que são poucas possibilidades de cursos e de instituições que aceitam a nota do Enem em Portugal como ingresso, podemos afirmar que está enganado. Hoje há 51 universidades que recebem inscrição por meio do Enem com uma variedade de opção de curso, e você pode ter a oportunidade de estudar em uma delas. Veja a lista e acesse o site das instituições para pensar em qual delas gostaria de estudar. 

 

  1. Universidade de Coimbra (UC)
  2. Universidade do Algarve (UAlg)
  3.  Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria)
  4. Instituto Politécnico de Beja (IPBeja)
  5. Instituto Politécnico do Porto (P.Porto)
  6. Instituto Politécnico Portalegre (IPP)
  7. Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA)
  8. Instituto Politécnico de Coimbra (IPC)
  9. Universidade de Aveiro (UA)
  10. Instituto Politécnico da Guarda (IPG)
  11. Universidade de Lisboa (ULisboa)
  12. Universidade do Porto (U.Porto)
  13. Universidade da Madeira (UMa)
  14. Instituto Politécnico de Viseu (IPV)
  15. Instituto Politécnico de Santarém (IPSantarem)
  16. Universidade dos Açores (UAc)
  17. Universidade da Beira Interior (UBI)
  18. Universidade do Minho
  19. Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (Cespu
  20. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Universidade Lusófona) 
  21. Instituto Politécnico de Setúbal (IPS)
  22. Instituto Politécnico de Bragança (IPB)
  23. Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB 
  24. Universidade Lusófona do Porto (ULP)
  25. Universidade Portucalense (UPT)
  26. Instituto Universitário da Maia (Ismai)
  27. Instituto Politécnico da Maia (Ipmaia)
  28. Universidade Católica Portuguesa (UCP)
  29. Universidade Fernando Pessoa (UFP)
  30. Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (Ispa)
  31. Instituto Leonardo da Vinci (ILV)
  32. Escola Superior de Saúde do Alcoitão (Essa)
  33. Universidade Lusíada – Norte
  34. Universidade Lusíada
  35. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC)
  36. Escola Superior Artística do Porto (Esap 
  37. Universidade Europeia
  38. Instituto Universitário de Lisboa (Iscte-IUL)
  39. Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa (ESSNorteCVP)
  40. Universidade Autônoma de Lisboa (UAL)
  41. Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso)
  42. Instituto de Estudos Superiores de Fafe (IESFafe)
  43. Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Ismat)
  44. Instituto Superior Dom Dinis (Isdom)
  45. Instituto Superior de Gestão (ISG)
  46. Instituto Superior de Gestão e Administração de Santarém (Isla Santarém)
  47. Instituto Superior de Gestão e Administração de Gaia (Isla Gaia)
  48. Instituto Português de Administração de Marketing (Ipam de Lisboa)
  49. Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC)
  50. Instituto Português de Administração de Marketing (Ipam do Porto)
  51. Universidade Nova de Lisboa

Sabemos que agora você terá muita pesquisa para fazer e que, em seguida, precisará elaborar um bom plano de estudos para garantir a conquista de estudar fora do Brasil. Levar a nota do Enem para Portugal é uma chance única e não pode ser desperdiçada. Acredite no seu potencial! Ah, e vale lembrar que a revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes formados em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira.   

Até mais! 

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Unicamp 2023 — Saiba tudo sobre o vestibular

Pretende fazer a sua inscrição Unicamp 2023, mas antes quer saber mais sobre esse vestibular? Temos uma boa notícia: organizamos as informações essenciais que você tem que saber para organizar os seus estudos e entender como funciona esse processo para ingressar no ensino superior dessa universidade pública. 

O vestibular Unicamp 2023 possui algumas diferenças na construção das provas e a maneira como elabora as questões para avaliar aspectos específicos do conhecimento de cada candidato. Você perceberá que, apesar de ser um vestibular tradicional, é preciso estar atento a algumas características únicas.  

Siga a leitura para saber tudo sobre esse exame. Vamos lá! 

Quais as formas de ingresso na Unicamp? 

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) administra o vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Diferente da FUVEST, ela é uma organização, gerenciada pela própria universidade, responsável por fazer a aplicação das provas com excelência. A Comvest 2023 é uma das formas de ingresso na Unicamp, considerada a terceira melhor universidade da América Latina: segundo o ranking elaborado pelo Times Higher Education (THE). 

Além do vestibular da Comvest 2023, há outras formas de ingresso na Unicamp. Veja: 

  • Vagas pela modalidade Enem-Unicamp; 
  • Vagas, sem vestibular, pela modalidade Vagas Olímpicas, a partir do desempenho em olimpíadas científicas e competições de conhecimento; 
  • Vestibular Indígena; 
  • Programa de Formação Interdisciplinar Superior(ProFis), para estudantes da rede pública de Campinas. 

No próximo tópico, separamos as informações principais sobre a prova do vestibular Unicamp que você precisa saber antes de realizar a sua inscrição Unicamp. Continue a leitura! 

 

Como é a prova do vestibular da Unicamp? 

Assim como a Fuvest e outros vestibulares mais tradicionais, a prova da Unicamp possui primeira e segunda fases. Sabendo disso, é necessário ter em mente que você só conseguirá realizar as avaliações da segunda fase caso seja aprovado na primeira. Antes de entender as fases do vestibular Unicamp, é necessário saber alguns detalhes: 

  • a prova é contextualizada com temas contemporâneos e atualidades; 
  • há questões analíticas e interdisciplinares; 
  • as perguntas possuem 4 itens (a, b, c, d) consideravelmente complexas; 
  • há imagens e textos exigentes na capacidade de leitura e interpretação; 
  • o vestibular Unicamp exige leitura de 10 obras literárias específicas, a Comvest 2023 decidiu manter as mesmas de 2022; 
  • as provas de segunda fase têm questões discursivas específicas para o perfil cada curso. 

Dito isso, agora conheça as características das duas fases do vestibular Unicamp. Na primeira fase da Unicamp, teremos 72 questões objetivas de múltipla escolha sobre as áreas do conhecimento estudadas no ensino médio, cada questão vale 1 ponto e a abordagem dos enunciados pode ocorrer de maneira interdisciplinar, o candidato terá 5 horas para resolução das questões. Elas são distribuídas da seguinte maneira: 

  • 12 questões de Língua portuguesa e Literatura; 
  • 12 questões de Matemática; 
  • 8 questões Biologia; 
  • 8 questões de Física; 
  • 8 questões de Geografia; 
  • 8 questões de História; 
  • 8 questões de Inglês; 
  • 8 questões de Química. 

Na segunda fase, teremos dois dias de prova com questões dissertativas e uma produção textual. Geralmente, divide-se assim para tornar viável a resolução de todas as questões de cada área do conhecimento e a escolha da proposta de redação que será desenvolvida. Assim, é na maneira como o candidato é orientado para a elaboração da redação que encontramos a principal diferença entre a Comvest 2023 e outros vestibulares, por exemplo, a Fuvest.  

1º dia 

  • Redação – duas propostas de textos para que seja executada apenas uma. A Comvest não especifica os gêneros que podem ser cobrados; 
  • Língua Portuguesa e Literatura – 8 questões; 
  • Língua Inglesa – 2 questões interdisciplinares. 

2º dia 

No segundo dia, há uma subdivisão:  

  1. Para todos os candidatos: 
  • Matemática – 6 questões; 
  • Ciências Humanas – 2 questões interdisciplinares; 
  • Ciências da Natureza – 2 questões interdisciplinares. 
  1. Provas de conhecimentos específicos (PCE), conforme a opção de curso: 
  • Área Ciências Biológicas/Saúde – 6 questões de Biologia e 6 de Química; 
  • Área de Ciências Exatas/Tecnológicas – 6 questões de Química e 6 de Física; 
  • Área de Ciências Humanas/Artes – 6 questões de Geografia e 6 de História, atreladas aos conteúdos de Filosofia e de Sociologia. 

Um outro quesito importante nas formas de ingresso na Unicamp é estar ciente se o seu curso exige prova de habilidades específicas. As carreiras de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música requerem essa realização. Caso tenha como opção algum desses cursos, consulte o manual do candidato do último vestibular aplicado para não ser pego de surpresa pela desclassificação por ter pulado essa etapa e, assim que sair o de 2023, verifique as datas. 

A seguir, explicaremos como funciona a nota de corte para ingressar na Unicamp. Acompanhe! 

 

Cálculo da nota de corte da 1ª fase   

A nota bruta da 1ª fase varia de 0 a 72. No entanto, ela é transformada em outro parâmetro (nota padronizada) que leva em conta a média e o desvio padrão da prova. Esse procedimento é realizado com o intuito de balancear a dificuldade do exame como um todo. O cálculo da nota de corte da 1ª fase considera o número total de vagas do vestibular e o multiplica por determinado número, de acordo com a concorrência do curso: o número total de vagas para a 2ª fase é multiplicado por 10 em cursos de alta concorrência, por 8 em cursos de média concorrência, por 6 em cursos menos concorridos. O número mínimo de convocados para a 2ª fase, em cada curso, será de 4 vezes o número de vagas do curso.


Confira mais informações no Seliga! Unicamp 2022!
E se ainda ficou com dúvida de como funciona, no próprio site da Comvest tem uma categoria de notas e classificação. Clique aqui para entender mais.
Até mais! 

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5 maneiras de lidar com a pressão em vestibulares

Durante o período pré-vestibular é muito comum que os estudantes manifestem sentimentos de ansiedade e insegurança. O estresse causado por uma intensa rotina de estudo e as demandas do cursinho pré-vestibular são, muitas vezes, causa de grande preocupação entre os pré-vestibulandos. É compreensível que esses sentimentos surjam, afinal não é fácil passar horas fazendo exercícios, renunciar a certas atividades de lazer, ter muitas aulas em sequência, sentir-se pressionado e repleto de dúvidas, medos e inseguranças. Segundo a psicóloga do Curso Anglo, Mayra Temperine: “O ano de vestibular é um ano de intenso trabalho intelectual, portanto, muito cansativo. E mesmo o aluno mais dedicado não tem garantias de que seus estudos resultarão em aprovação”. Por isso, não devemos negligenciar a importância da saúde mental durante esse período. 

Do mesmo modo, é muito importante aprendermos a lidar com sentimentos aflitivos para que a concentração e o foco nos estudos não sejam afetados, além de servir para manter a qualidade de vida, já que esses sentimentos também podem se manifestar fisicamente, como dores no corpo e de cabeça. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você aprender a lidar melhor com a pressão dos estudos, de forma a manter uma rotina de estudo saudável e produtiva, principalmente para aqueles que cursam o semi-intensivo, que exige uma rotina de estudos mais dinâmica. 

Se você quiser saber mais sobre como colocar em prática dicas para se concentrar nos estudos, vem com a gente! 

 

Como lidar com a pressão dos estudos? 

Cobrança de familiares, autocobrança, competitividade e comparação com outros estudantes são fatores que afligem a saúde mental de grande parte dos estudantes de cursinho pré-vestibular. É importante ter em mente que não basta apenas manter uma rotina de estudo regrada e os conteúdos das matérias em dia, é preciso cuidar da saúde mental para garantir que aspectos emocionais não comprometam seu desempenho no momento da realização das provas. Mais do que isso: ninguém merece viver em constante tensão, certo? A saúde física pode ser comprometida por esse tipo de sentimento. Por esse motivo, separamos 5 dicas práticas sobre como você pode amenizar esses sentimentos  

  1. Valorize sua trajetória e tudo o que você já construiu: os sentimentos aflitivos, muitas vezes, são desencadeados por percepções negativas que temos a respeito de nós mesmos. Por isso, é importante que você também reconheça suas conquistas e todo o empenho que você dedicou ao longo de sua trajetória escolar. Pense a respeito de tudo o que você já realizou, das boas notas que já tirou ou dos elogios que recebeu de colegas ou de professores. Isso te ajudará a ter uma percepção mais realista acerca de si mesmo, e afastará — ainda que momentaneamente — sentimentos ruins.  
  2. Mantenha o foco no agora: preocupações a respeito do futuro são comuns, principalmente durante o período de um cursinho pré-vestibular, quando estamos diante de provas importantes. Mas, entenda, é importante que você não deixe que a preocupação excessiva sobre o futuro o prejudique. Uma das melhores formas de controlar a ansiedade é focar no presente, no aqui e agora. Sempre que você perceber que está se preocupando demais com possíveis cenários futuros, como não ser aprovado nos vestibulares, foque no momento presente e no que pode ser feito no agora. Práticas como meditação e “mindfulness” são duas valiosas dicas para se concentrar nos estudos que podem te ajudar a manter o foco no presente. 
  3. Seja consciente acerca de suas emoções: durante a correria do dia a dia, muitas vezes sequer prestamos atenção ao que estamos sentindo. Por essa razão, é importante perceber os momentos em que estamos estressados, ansiosos ou angustiados. Quando observamos nossas emoções, conseguimos entender melhor quais são suas causas e podemos avaliar se são válidas ou não. Por exemplo, você percebe que está inquieto ao tentar redigir uma redação e começa a ficar ansioso por pensar que é incapaz de escrever? Será que essa é uma concepção verídica sobre si mesmo? Certamente você já escreveu muitos textos na vida e esse é só mais um. Ao avaliar a validade ou não de um pensamento que gera certo tipo de sentimento, você poderá se surpreender ao perceber o quanto nos autossabotamos.
  4. Reserve um tempo para você: manter uma rotina de estudo é muito importante para garantir um bom desempenho nas provas, principalmente para aqueles que optaram pela modalidade de cursinho semi-intensivo, que exige maior foco para acompanhar os conteúdos. Mas não adianta manter uma rotina regrada se você não dedica um tempo de qualidade para você. É preciso também que você cuide de sua saúde e bem-estar, por isso é importante relaxar e não deixar de fazer algo de que você goste. Praticar exercícios físicos, cuidar do seu sono, manter uma alimentação balanceada e ter momentos de lazer é crucial para o processo de aprendizagem. Lembre-se, corpo são, mente sã!
  5. Aprenda a identificar seus limites e saiba quando procurar ajuda profissional: alunos de curso como o semi-intensivo podem vivenciar momentos de tensão por conta da rotina de estudos mais puxada. Por isso, caso você perceba que a sensação de cansaço já se tornou extrema fadiga ou se a desmotivação e ansiedade forem recorrentes, de modo a prejudicar sua rotina, é importante procurar ajuda profissional ou consultar um psicólogo.  

 

Esperamos que essas dicas para se concentrar nos estudos, a partir de um olhar mais cuidadoso para sua saúde mental, tenham sido úteis e que possam o ajudar, seja você um aluno de modalidade semi-intensivo ou extensivo. Respire fundo e bons estudos! 

 

Até mais! 

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5 dicas para montar um cronograma de estudos

Organizar-se para dar conta de estudar todos os conteúdos necessários para o vestibular é uma das maiores dificuldades enfrentadas por muitos estudantes. Se você já pesquisou sobre a melhor forma de como fazer isso, é bem provável que tenha ouvido falar do cronograma de estudos. Esse pode ser um excelente meio para organizar seu tempo de modo a melhorar sua produtividade, uma vez que você estabelece metas e prazos, além de distribuir adequadamente o seu tempo livre.  

Por outro lado, alguma vez você já se questionou sobre qual seria o melhor cronograma de estudo ou o mais adequado plano de estudo que você poderia seguir para alcançar seus objetivos e passar no tão sonhado concurso vestibular? Saber criar esse cronograma é fundamental para que você o elabore de forma a conseguir bons resultados. 

Se você ainda tem dúvidas a respeito, venha conosco que vamos detalhar diversas opções, inclusive um plano de estudo para passar em medicina. Acompanhe! 

 

Como montar um plano de estudos eficiente? 

A primeira coisa a ter em mente é o que exatamente você almeja e como chegar lá, isto é, qual o curso que deseja prestar e quais as suas exigências, como a nota de corte, por exemplo, necessária para passar. Com isso em mente, o primeiro passo para a organização de um plano de estudo com seu respectivo cronograma de estudo é calcular quanto tempo disponível você ainda tem até o vestibular. Por exemplo, se você souber que dispõe de 10 meses, tente distribuir as matérias a serem estudadas ao longo desses 10 meses, alternando umas com as outras semana a semana. Comece por aquelas que são mais simples, com as quais você tem mais facilidade. Ao conseguir dominá-las você ganhará confiança progressivamente para enfrentar as mais difíceis.  

Montar um cronograma de estudos é simples e pode ser feito tanto em uma folha de anotações, caderno, por meio de aplicativos ou em planilhas. Você deve criar planos de estudos que considere o seu perfil de estudante e que contemplem o que será estudado ao longo da semana e dos meses. Para criar o seu planejamento, você deve determinar a quantidade de tempo para os estudos, sempre tendo em vista também a realização das demais atividades como deslocamento para a escola/cursinho, alimentação, lazer, descanso, atividade física etc. 

A fim de facilitar a sua vida na hora de elaborar o seu cronograma de estudo, preparamos um passo a passo para você no próximo tópico. Não perca! 

 

Como fazer um cronograma de estudos em 5 passos 

Um ótimo plano de estudo para passar em medicina ou em qualquer outro curso começará precisamente por esse caminho que estruturamos. Veja a seguir.  

  1. Identifique as prioridades de estudo: você vai muito bem em história, mas sente dificuldade na hora de fazer exercícios de matemática? Consegue resolver facilmente exercícios de química, mas sofre com biologia? Isso é muito comum, então avalie bem suas dificuldades e pontos fortes e, a partir disso, defina prioridades na hora de formular o seu cronograma de estudos. É importante considerar também o peso de cada matéria em uma prova. As disciplinas com um maior número de questões nos vestibulares merecem mais atenção e tempo de dedicação. Ao definir prioridades, você pode começar a organizar o seu calendário, anotando as matérias que serão estudadas a cada dia e as tarefas específicas. 
  2. Faça atualizações constantes em seu plano de estudos: caso ocorra algum atraso por qualquer imprevisto, tenha sempre em mente um plano B, isto é, preveja a possibilidade de estudar duas matérias ao invés de uma numa mesma semana, mantendo assim o cronograma sempre em dia. Isso evitará atrasos e que você se desespere por pensar que não dará conta do conteúdo. 
  3. Defina metas para os estudos: para quem pretende prestar especificamente medicina, um bom plano de estudo para passar em medicina pressupõe foco permanente em uma meta específica, que pode ser absorver todo o conteúdo programático do edital da instituição em que você pretende estudar. Ao estabelecer metas claras, você terá disciplina para seguir o cronograma de estudo traçado e dedicação intensa durante todo o período destinado aos estudos. Só assim, em estado de “concentração máxima”, você poderá competir de igual para igual com outros vestibulandos que com certeza trilharão um caminho semelhante. Mesmo que você não seja um vestibulando de medicina, pode criar metas relacionadas à dificuldade que as provas para o seu curso exigem. 
  4. Organize seu tempo: um bom plano de estudo a seguir deve ser o de reservar o máximo de tempo possível para os estudos, além de um bom tempo de descanso (sono e repouso), cuidar da alimentação e deixar pequenos intervalos para demais atividades. Vale a pena deixar temporariamente de lado aquela viagem, aquela balada, em nome de um objetivo maior. Assim que alcançá-lo, então você terá todo tempo do mundo para realizar aquelas outras atividades que tão somente adiou por um tempinho. 
  5. Avalie sua trajetória: um outro plano de estudo para passar em medicina pode vir associado também à sua trajetória pessoal não necessariamente associada exclusivamente ao cursinho. Se você consegue fazer uma autoavaliação de seus pontos fortes e fracos, avaliando sua trajetória escolar, você conseguirá priorizar conteúdos a serem estudados de modo mais produtivo. 

Esperamos que as dicas acima tenham sido úteis para que você possa montar seu próprio plano e cronograma de estudos e, em particular, para organizar um plano de estudo para passar em medicina. Mãos à obra!