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Quais os erros mais comuns na redação do Enem?

Muitos estudantes, ao treinarem a escrita para descobrir como ser bom em redação, estudam as qualidades de uma dissertação e o que ela deve conter para que seja considerada uma redação nota mil. Muitas vezes, o que não é considerado é que, para entender de fato como ser bom em redação, é preciso conhecer também os erros mais comuns na redação a fim de evitá-los. Não saber a estrutura de uma dissertação argumentativa e, principalmente, a diferença entre a constatação de um fato e a mera exposição de ideias com um posicionamento consistente em defesa de um ponto de vista pode ser considerado um dos piores erros na redação do Enem.  

 

Desse modo, como a produção textual corresponde a boa parte da nota final do Enem, é preciso aprender muito bem não apenas o que é possível e desejável fazer, mas também o que não deve ser feito. Se você quer saber quais erros na redação do Enem que podem deixar cada vez mais distante da tão sonhada redação nota mil, leia e pratique as dicas especiais que preparamos!  

 

O que se deve evitar em uma redação? 

Você se preparou, assistiu atentamente a todas as aulas de redação e sabe bem o que deve fazer, mas não tem uma boa compreensão acerca do que pode prejudicar a sua nota final? Separamos de forma bastante concisa os erros na redação do Enem que você deve evitar. Confira! 

  1. Erros ortográficos, de pontuação e de concordância: o domínio da norma padrão do português, ou norma culta, é um dos critérios avaliados pela banca de redação do Enem. Por esse motivo, não adianta você incluir um repertório sociocultural variado e adequado em sua redação, construir uma boa argumentação e cometer deslizes como erros de acentuação, ortografia e pontuação. Assim, é importante que você não deixe de estudar gramática e, também, sempre revise os seus textos conforme treina a escrita.

  2. Fuga ou tangenciamento ao tema: dentre os erros mais comuns na redação, achar que toda e qualquer informação que esteja relacionada ao tema tem necessariamente a ver com o caminho esperado para a sua argumentação certamente é um ponto de vista equivocado. Confundir o geral com o específico ou vice-versa, assim como falar sobre os atos de um governante quando é pedido que sejam discutidas políticas públicas existentes no país, por exemplo, estão entre os principais deslizes que levam os candidatos a não apenas tangenciar, mas também a fugir ao tema proposto.
  3. Usar a primeira pessoa do singular: a dica mais simples que poderíamos dar aqui é: jamais use a primeira pessoa do singular para defender um ponto de vista. Ela configura expressão de opinião pessoal e, como diz um velho ditado, opinião não é argumento. Então, prefira as formas indeterminadas ou, em último caso, a primeira pessoa do plural, também conhecida como “plural majestático”.

  4. Basear-se unicamente nos textos motivadores: outro dos erros mais comuns na redação é parafrasear ou, pior ainda, copiar as ideias ou trechos dos textos motivadores sem trazer nada de autoral ao texto em questão. Tanto no Enem quanto nos principais vestibulares se espera que os candidatos tenham capacidade crítica de discussão e de reflexão sobre problemas atuais e concretos, logo, você pode se limitar a repetir acriticamente ideias alheias.

  5. Usar gírias e expressões de baixo calão: em absolutamente nenhuma redação nota mil você encontrará termos dessa categoria. Ao contrário, sempre que aparecem são penalizados com perda parcial ou total da pontuação, dependendo do vestibular. Sempre considere que as gírias e/ou as palavras de baixo calão denotam limitação de vocabulário e pouco domínio dos recursos do idioma, portanto não as utilize na sua produção textual. 

Além desses deslizes que não devem ser cometidos para obter uma redação nota mil, vale estar atento para não cometer infrações textuais graves e, como consequência, ter o seu texto zerado. Então, segue para o próximo tópico que lá explicaremos como não correr esse risco no dia dos exames de vestibular! 

 

Como não zerar na redação? 

Para quem se pergunta “como ser bom em redação?”, a seguir há algumas dicas práticas que podem ser empregadas sempre que esse questionamento surgir.   

  1. Cópia integral dos textos motivadores: jamais faça isso se você deseja produzir uma redação nota mil, ou mesmo se sua meta for uma redação bem feita e bem avaliada. Fazer isso é ir na contramão do que se espera de um candidato capaz de pensar criticamente.

  2. Desrespeito aos direitos humanos: outro que está entre os maiores erros na redação do Enem é o recurso a discursos de ódio, preconceituosos e/ou que desrespeitem abertamente os direitos humanos. Pergunte a si mesmo: é preciso fazer faculdade para continuar reiterando posturas tão abertamente contrárias ao crescimento pessoal e coletivo? Se você questionar a fundo sobre como ser bom em redação certamente perceberá que isso implica ser capaz também de ser bom em uma série de outras práticas, quem pensa bem escreve bem, portanto, age bem também. Fica a dica.

  3. Fuga ao tema: compreender a proposta temática é uma das competências exigidas pelo Enem. Se o tema pede para você discutir problemas de acesso à educação básica no Brasil e você falar sobre as consequências do aquecimento global, por exemplo, terá seu texto zerado. 

  4. Fuga ao gênero proposto: o gênero textual exigido pelo Enem é uma dissertação argumentativa em prosa. Isso significa que você precisará mobilizar argumentos em defesa de um ponto de vista específico acerca de um problema social e, na conclusão, propor uma solução para esse problema. Desse modo, se você redigir um texto meramente informativo, por exemplo, fugirá ao gênero proposto, o que zerará sua redação. 

  5. Não faça textos com 07 linhas ou menos: novamente, nenhuma redação nota mil, ou com notas acima da média, será produzida num espaço tão breve. Argumentação requer ponderação e capacidade de articulação de ideias, o que certamente demandará no mínimo algumas linhas a mais para desenvolver bem um ponto de vista consistente.

  6. Assinar a folha de redação: caso você assine a folha de redação fora do cabeçalho que consta no topo dela, seu texto será zerado. Não é permitido que você se identifique com o nome, pois isso compromete a lisura do processo de correção.  

Essas são apenas algumas dicas práticas para não zerar na redação do Enem e não perder pontos com deslizem que podem ser evitados. Se você está realmente determinado a descobrir como ser bom em redação, conte sempre com o apoio do Curso Anglo para o ajudar a produzir uma redação cada vez melhor.  

Até mais! 

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Tipos de conclusão para usar na redação do vestibular

No momento da escrita de uma produção textual, nenhuma parte pode ser negligenciada. Esse raciocínio vale também para a conclusão da redação, esta que também é uma etapa muito importante e precisa ser considerada durante todo o processo de planejamento do texto. Por outro lado, muitas vezes, o que ocorre é que o desenvolvimento da redação recebe muito mais atenção dos estudantes, uma vez que as ideias principais para defesa de um ponto de vista estarão contidas ali.  

Nesse sentido, seja por desatenção, por falta de tempo ou planejamento, a conclusão da redação quase sempre acaba tendo o seu valor esquecido. Entretanto, uma conclusão que não é bem planejada pode prejudicar um bom desenvolvimento da redação. O último parágrafo do texto desempenha um papel fundamental que, por mais que não seja o mais complicado, é imprescindível e muito trabalhoso, pois articula resumidamente todo o raciocínio argumentativo, ou seja, fecha a linha de raciocínio apresentada ao longo de toda redação.  

Quer entender como aprimorar o desenvolvimento da conclusão da redação e quais são as diferentes formas de concluir uma dissertação? Não deixe de conferir as informações que separamos para você!

Quais são os tipos de conclusão? 

 

Provavelmente você já sabe que não existe um único tipo de conclusão de redação, mas será que já conhece especificamente cada um dos tipos de fechamento de textos? Listamos a seguir os principais modos de concluir um texto dissertativo e detalhamos como desenvolver cada um deles. Confira! 

  • Conclusão por síntese 

Esse é o modelo de conclusão mais comum que é ensinado. A finalidade principal é basicamente retomar os argumentos principais abordados ao longo do desenvolvimento da redação de modo a reforçar para o leitor os pontos centrais defendidos no texto. Uma vez que o objetivo principal da conclusão é resumir o que foi dito previamente, pode ser praticamente impossível não repetir o que foi apresentado antes. Assim, não é recomendável incluir informações ou argumentos novos na conclusão por síntese e em outros tipos de conclusão, porque não há como desenvolver efetivamente esses argumentos em poucas linhas. Então, vale deixar claro que o modo como você irá retomar as ideias principais é crucial para conferir um bom resultado de convencimento do leitor sobre o seu ponto de vista. É possível alcançar esse objetivo não apenas por meio de uma paráfrase dos argumentos centrais e repetição da tese como também com a citação de exemplos ou de repertórios já mencionados previamente. Nesse sentido, a síntese não é uma mera repetição de informações contidas no desenvolvimento de redação, mas também parte importante para fechamento da argumentação. Para garantir que você fará uma redação nota mil, é preciso que você se certifique de que sua conclusão considere todo o percurso argumentativo.
 

  • Conclusão por dedução
    Segundo a professora do Curso Anglo, Bruna Moscardo, há, ainda, um outro tipo de conclusão de redação: a conclusão por dedução. Essa, de acordo com a docente, “prevê o desdobramento, as consequências lógicas do que foi previamente construído. Por flertar com a possibilidade de trazer informações novas, ela pode mais facilmente induzir à quebra do princípio de coerência (ou seja, argumentar no lugar de concluir) e inserir reflexões artificiais e forçadas que não são produto orgânico da argumentação.” É fundamental salientar que a técnica em questão exige um nível de preparação maior, uma vez que exige mais de quem está escrevendo. Para explicar na prática como é estruturado esse tipo de conclusão, a professora usa como exemplo o tema da Fuvest de 2021, O mundo contemporâneo está fora de ordem? Segundo a professora, “a partir dele o candidato poderia defender a tese de que o mundo está fora de ordem e desenvolver uma argumentação que explicita como a organização econômica e política desrespeita a dignidade humana. Considerando esse caminho, seria viável deduzir na conclusão que, contraditoriamente, existe uma ordenação da sociedade contemporânea, mas que suas condições não devem ser aceitáveis e, por isso, é possível afirmar que o mundo está fora de ordem.” Nesse caso, a conclusão proporciona essa inferência sem a necessidade de se elaborar uma tese diferente.

  • Conclusão por intervenção
    Muito comum nas dissertações do Enem, a conclusão por intervenção consiste em apresentar uma proposta de solução para um problema social que foi discutido ao longo do desenvolvimento do texto. Saber elaborar uma conclusão por intervenção é crucial para redigir uma redação nota mil no Enem. A orientação para esse tipo de conclusão é a seguinte: deve-se retomar brevemente os argumentos apresentados ao longo do texto e formular uma solução viável e efetiva para os problemas trazidos pela proposta de redação. Para isso, essa proposta deve apresentar cinco elementos: a ação, um agente responsável por executar essa solução, o modo pelo qual ela será executada ou como será viabilizada e a finalidade pretendida com a adoção dessa ação. O quinto elemento obrigatório, que gera muita dúvida entre os vestibulandos, é o detalhamento, porém sem o detalhamento, o aluno não conseguirá uma redação nota mil. O detalhamento de algum dos elementos da proposta, segundo a professora Bruna Moscardo, “pode ser apresentado a partir de exemplos ou de uma simples explicação da função do agente escolhido”. Lembrando que para obter nota máxima no quinto critério de correção do Enem (proposta de intervenção) e, consequentemente, elaborar uma redação nota mil, é preciso incluir, na sua conclusão, todos os cinco elementos aqui citados. 

Certamente, agora que você já tem mais detalhes sobre os mais diversos tipos de conclusão, entre eles os mais comuns nos grandes vestibulares como a conclusão por síntese e a conclusão por dedução, poderá treinar com mais tranquilidade, estando muito mais preparado para conquistar uma redação nota mil no Enem, além da nota máxima de outros vestibulares. Até mais! 

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Como aumentar o vocabulário

Quando o assunto é treinar redação, uma dúvida muito recorrente entre os estudantes é: como aumentar vocabulário? Como encontrar as melhores palavras para desenvolver um bom argumento?  

 

Ao escrever, quem nunca se viu na seguinte situação: você tem uma excelente ideia, mas não encontra as palavras ideais para expressá-la. Então, usa aquelas que já fazem parte do seu vocabulário, porém acaba percebendo que essas não são as mais adequadas para deixar seu texto com cara de uma redação nota mil. Se isso já aconteceu com você, está no lugar certo! Neste texto explicaremos as melhores técnicas para que você consiga aumentar vocabulário e, consequentemente, ficar mais perto ainda da tão almejada redação nota mil 

 

Continue a leitura e descubra como resolver de vez o problema do vocabulário escasso. Separamos 9 dicas infalíveis para tornar seu texto ainda melhor! 


O que é ter um bom vocabulário? 

Antes de mais nada, é preciso definir o que seria um bom vocabulário. Usamos palavras faladas ou escritas o tempo todo e, na maioria das vezes, sequer nos damos conta de como essas palavras foram escolhidas, entretanto isso pode ser um problema.  

Nesse sentido, se alguma vez você já se pegou dizendo: “não foi isso que eu quis dizer!” ou “talvez você tenha me entendido errado…”, é possível que esse seja um sinal de que seu vocabulário precisa ser enriquecido. Isso porque um bom vocabulário pode nos ajudar a dizer o que queremos de forma precisa e clara para evitar mal entendidos e é um grande diferencial na hora de treinar redação 

Portanto, quanto mais palavras você conhece, melhor se expressará e, também, poderá interpretar textos de modo mais assertivo. É válido ressaltar que um vocabulário amplo nada mais é do que conhecer e compreender uma grande variedade de palavras que servirão para que você se expresse mais adequadamente e com mais clareza em diversos contextos sempre que houver necessidade de escrever ou de falar alguma ideia. 

Pensando nisso, separamos 9 dicas de como você pode melhorar o seu vocabulário. Quer saber quais são?  Então, segue para o próximo tópico que lá explicamos uma por uma para você sair na frente de outros vestibulandos! 

 

Confira 9 dicas de como melhorar o vocabulário 

  1. Torne o dicionário seu melhor amigo: pode parecer um pouco óbvio a princípio, mas talvez o passo mais fundamental para ampliar o vocabulário é consultar um dicionário. Sempre que desconhecer o sentido de uma palavra, seja durante a leitura seja em uma conversa, não deixe de consultar o dicionário. Além disso, o dicionário é um instrumento indispensável também para você consultar palavras que pensa já conhecer, mas que podem ter significados completamente diferente do que se imagina. Como exemplo temos a seguinte frase: “Esse suco sabe a laranja e acerola”. Qual é o significado desse verbo nesse contexto específico? Nesse caso, saber está sendo empregado em uma acepção diferente da mais usual, que é conhecer algo, entender sobre algo. O sentido empregado é “ter sabor; ter sabor de ou parecido com o sabor de”. Portanto, não deixe de fazer do pai dos inteligentes seu melhor amigo!
  2. Leia muito: essa é outra dica que pode soar lugar-comum, já que certamente você já ouviu de algum professor que a melhor maneira de aumentar vocabulário é lendo. Afinal, para conhecer novas palavras você precisa ter contato com elas. Certo? Por essa razão, a leitura é indispensável. Não deixe de ler diferentes gêneros (notícia, crônicas, romances) e principalmente aqueles mais antigos, pois essa é uma excelente oportunidade para conhecer novas palavras ou novos sentidos para palavras já conhecidas. E, é claro, tenha sempre o dicionário em mãos! 

  3. Empregue as palavras aprendidas: não adianta nada você ler muito, consultar as palavras no dicionário, aprender o sentido delas e esquecer em seguida. Para evitar que isso aconteça, é importante que você empregue essas palavras sempre que possível, seja na hora de treinar redação ou em uma conversa. Ao usar essas palavras em algum desses contextos você solidificará o sentido delas em sua memória.
  4. Escreva: para conseguir redigir uma redação nota mil, é preciso obviamente treinar redação. O mesmo acontece quando o assunto é registrar na memória o significado de palavras. Ao escrevê-las, você não somente irá memorizar o sentido específico de cada uma como também a grafia correta. Então, pegue lápis e caneta e mãos à obra!
  5. Utilize sinônimos: outra estratégia para ampliar o vocabulário é utilizar sinônimos, que nada mais são do que termos diferentes com o mesmo significado, ou significado similar. Além de ampliar seu repertório, essa pode ser uma excelente saída para evitar repetições de palavras em um texto. A dica é: procure estar atento às palavras que você utiliza e, caso seja necessário usar o mesmo termo mais de uma vez, use um sinônimo.

  6. Esteja atento às palavras: leu um texto, ouviu um podcast ou uma palestra e não entendeu bem o que foi dito? É importante que você não apenas ouça ou leia, mas que esteja consciente do que foi dito. Caso não entenda uma palavra específica, não deixe de pesquisar o sentido dela. Assim você não somente irá aumentar vocabulário como também passará a interpretar melhor o sentido de um texto ou fala.
  7. Faça palavras-cruzadas: fazer palavras-cruzadas, além de ser um bom passatempo que o ajudará a relaxar, certamente expandirá o repertório de termos e será uma excelente fonte de informações que podem colaborar para a escrita de uma redação nota mil.
  8. Converse com muitas pessoas: outra boa maneira de enriquecer o vocabulário é relacionar-se com pessoas distintas que tenham experiências e origens diferentes das suas. Dessa forma, você terá contato com vocábulos que não são comuns para você, facilitando a expansão do seu vocabulário.
  9. Evite usar termos vagos e imprecisos: ao treinar redação ou até mesmo em seu dia a dia, é imprescindível que você evite empregar termos vagos e generalistas. No português, é comum usarmos termos como “coisa, negócio, treco, parada, coiso”. Tal uso, embora seja fácil e corriqueiro, empobrece a língua, pois nomeia indiscriminadamente e um só termo serve para nomear diversos objetos e seres ao invés de um termo próprio para cada um desses. Logo, procure sempre usar a palavra adequada para o que deseja nomear.
     

Tudo pronto para começar a sua jornada até uma redação nota mil? Não deixe de ler outros textos do Blog Anglo para tornar essa conquista possível. 

Até mais! 

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Como resumo pode ajudar nos estudos?

Todo vestibulando sabe que estudar é uma tarefa que possui muitos desafios, os quais envolvem constância, qualidade, apreensão, compreensão etc. Alguns estudantes sentem até que estão fazendo de maneira inadequada por não conseguirem equilibrar aspectos importantes que estão sinalizados no seu planejamento de estudos.  

E o que fazer se você estiver percebendo que há pouco aproveitamento dos conteúdos que têm sido estudados no dia a dia? A primeira atitude que precisa ser tomada é rever as ferramentas que está utilizando como estratégia de aprendizagem, existem inúmeras formas de melhorar o seu desempenho, inclusive adaptações para que tenha resultados mais positivos. 

Uma maneira popular e muito eficaz para resolver esse problema é estudar fazendo resumo. E você vai me dizer: eu faço resumos e não vejo resultados. Bom, aí deve ser porque falta entender a real utilidade de um resumo para estudar, uma vez que se usarmos da maneira errada uma ferramenta, mesmo que ela seja muito boa, não conseguiremos aproveitar todo o seu potencial. 

Além disso, não existe uma única maneira de usar ou elaborar um resumo para vestibular, como o resumo de literatura, por exemplo. Há formatos diversos que podem ser muito uteis se aplicados em situações e conteúdos específicos. Para compreender melhor essa questão, neste texto, você encontrará explicações e informações importantes, sem dúvidas, isso mudará a sua relação com o estudo, fazendo um bom uso dos resumos. Vamos lá!? 

 

Qual é a utilidade de um resumo?  

O resumo para vestibular é um modo de otimizar os estudos, tornando mais ágil a retomada de tópicos importantes do conteúdo estudado, ou seja, é uma ferramenta que o auxiliará quando estiver apenas realizando uma revisão ou surgirem dúvidas. Algo relevante sobre resumir é que se trata de uma tarefa relativamente fácil que colabora para a memorização das informações e permite o destaque dos pontos-chave para futuras consultas. 

Então, estudar fazendo resumo é uma ótima estratégia de organização e potencialização da sua rotina de estudo. O resumo para estudar é o que você precisa para facilitar a sua vida de vestibulando, isso significa que será necessário aprender a elaborá-lo e utilizá-lo da melhor maneira a fim de que ele, de fato, cumpra a sua função. 

Por esse motivo, no próximo tópico, vamos explicar um pouco mais sobre o resumo para vestibular. Continue a leitura para aproveitar esse conteúdo! 

 

Como resumir pode te ajudar a estudar? 

Você já sabe que o conteúdo para o vestibular é extenso, muitas disciplinas com inúmeros assuntos, uma vez que se baseia em tudo que foi estudado durante o ensino médio. Além disso, o que for visto precisará ser revisitado em um futuro não tão distante e qualquer estudante deve estar atento a isso. 

Imagine que você está estudando um tópico de matemática, mas percebeu que ainda restaram dúvidas de algo que foi estudado anteriormente, como esclarecer sem perder muito tempo buscando as informações? Bom, o resumo para vestibular passa a ser útil exatamente em uma situação como essa ou, ainda, quando há necessidade de rever os pontos principais de uma matéria sem precisar ler todos os textos novamente. 

Com o intuito de o ajudar na elaboração de um resumo para estudar de qualidade, destacamos os 5 passos a serem seguidos por você ao realizar essa tarefa. 

  1. Mantenha a sua atenção focada durante a leitura: se a sua intenção for estudar fazendo resumo, é imprescindível que leia de maneira atenta para que possa elencar as informações que serão úteis durante as suas revisões. Caso não consiga compreender o texto na primeira leitura, releia quantas vezes forem necessárias.

  2. Grife os pontos fundamentais do conteúdo: de nada adianta ler e não grifar as palavras-chave que nortearão a elaboração do seu resumo para vestibular, não confie que irá memorizar tudo que precisa sem que aplique alguma estratégia, como o resumo para estudar, que acione as informações em sua mente.

  3. Separe as informações principais em tópicos ou listas: após a leitura organize todas as ideias importantes do conteúdo estudado. Isso pode ser feito em tópicos, listas e, até mesmo, por meio de mapa mental, algo que tornará ainda mais visual para consultas futuras.

  4. Use paráfrases ao escrever as ideias: quando for anotar informações um pouco mais longas, transcreva com as suas palavras, pensando como a ideia apresentada poderia ser dita sem que você apenas copie aquilo que estava posto na obra lida. Isso vale bastante para o resumo de literatura, uma vez que muitos estudantes possuem dificuldades para compreender as construções literárias. 

  5. Releia o texto para inserir ou excluir informações: nem tudo que foi grifado ou destacado durante a leitura realmente precisa estar no seu resumo para vestibular, além disso relendo pode perceber que faltou elencar ideias essenciais. Dedique-se a isso para que, ao estudar fazendo resumo, seja possível lembrar de todo conteúdo necessário a partir de palavras-chave. 

Um alerta importante é que o resumo para estudar e o resumo de literatura elaborados por outras pessoas só serão seus aliados caso você tenha lido a obra integralmente e elaborado o seu próprio resumo de literatura. Logo, utilize o material de terceiros apenas para que possa estabelecer uma comparação que lhe permitirá verificar se algo importante não ficou faltando no seu resumo ou apontamentos sobre a obra após a leitura. 

Portanto, encare o resumo como uma ferramenta de otimização que proporcionará fácil acesso a informações fundamentais dos conteúdos cobrados no vestibular. Leia outros textos do Blog Anglo para potencializar ainda mais os seus estudos. 

Até mais! 

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Como interpretar o tema de redação do Enem?

Ao começarem a se preparar para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), uma das grandes preocupações dos vestibulandos é a prova de redação. Muitos durante a escola não se identificavam muito com as atividades de produção e interpretação de texto, por esse motivo, quando chegam aos preparatórios para o vestibular, sentem muita dificuldade para destravar a escrita. 

O primeiro desafio para os estudantes é a interpretação do tema. Isso porque, se essa questão não estiver clara, é possível zerar por fuga ao tema (não abordou sequer o assunto mais amplo proposto) ou obter notas muito baixas por tangenciá-lo (apresentou o assunto mais amplo, mas não tratou completamente do tema proposto), ou seja, sem compreender sobre o que a sua redação precisa tratar por meio da interpretação de texto, o seu objetivo de conquistar uma vaga no ensino superior será adiado, uma vez que a prova de redação possui grande relevância na composição da nota dos candidatos. 

Nesse sentido, a coletânea de textos servirá como uma bússola que tornará evidente o assunto sobre o qual a banca avaliadora deseja que um ponto de vista seja defendido. Isso significa que compreender o tema da redação é o mínimo que você precisa para conseguir escrever, esse é um ponto importante que deve ser aprimorado ao longo de sua preparação, não vale achar que na hora da prova irá produzir uma boa redação do Enem sem uma interpretação de texto no nível adequado. 

Dito isso, queremos lhe perguntar: você sabe o que é um tema de redação? Tem facilidade para interpretá-lo? Consegue entender completamente o direcionamento da frase temática que acompanha a proposta de redação? Entende a importância da coletânea de textos? Se você concluiu que não foi possível responder esses questionamentos ou já sabe como fazer apenas alguns, continua a leitura que este texto foi feito especialmente para o ajudar! 

 

O que é um tema de redação? 

De maneira bem simples, o tema da redação é um recorte de um assunto mais amplo a ser abordado ao longo do seu texto. Não há produção textual que não possua uma temática, porque ela é o seu norte para que seja possível planejar e escrever de modo mais focado a sua redação do Enem. No caso da proposta do Enem, assim como da maioria dos vestibulares, você precisará argumentar sobre esse tema proposto, ou seja, elaborar uma defesa para o seu ponto de vista, a partir de uma tese consistente, justificada por argumentos que garantam a sua relevância. 

Para começar a entender o tema da redação, será necessário primeiramente ler e compreender a frase temática que nos traz o recorte dado ao assunto sobre o qual você deverá desenvolver o seu texto. Essa frase e coletânea de textos disponibilizada na proposta de redação direcionarão a sua interpretação do tema e consequentemente ajudarão no planejamento da sua escrita. 

A seguir construímos um passo a passo de como você pode fazer uma leitura mais produtiva da proposta de redação do Enem. Segue para o próximo tópico para não perder tempo sem saber como ler a coletânea de textos que apoiará a construção da sua redação do Enem. 

Como ler a proposta de redação do Enem? 

Para uma interpretação do tema eficiente, é importante que você siga alguns passos durante a leitura da proposta de redação do Enem. 

  1. Leia com atenção as instruções apresentadas: muitos vestibulandos erram ao fazer uma leitura desatenta das informações presentes na proposta de redação, não seja mais um desse grupo, reserve tempo suficiente para ler com calma as instruções dadas e produzir o seu texto.

  2. Não tenha pressa ao ler os textos motivadores: pode ter certeza de que os textos que compõem a coletânea oferecida pelo exame serão fundamentais para você encontrar o caminho da sua argumentação e planejar o seu texto com mais agilidade. Além de correr o risco de uma interpretação de texto inadequada devido a uma leitura sem atenção.
  3. Faça uma leitura atenta da frase temática da proposta de redação, destacando as palavras-chave: toda frase-tema possui palavras-chave que servem de parâmetro para definir se o tempo em sua completude foi abordado na redação, por isso, destaque-as a fim de garantir que cumpriu a abordagem temática na sua produção textual.

  4. Anote as palavras-chave destacadas e as consulte sempre que houver necessidade: mesmo que a sua memória seja boa, deixe à vista as palavras-chave encontradas na frase temática, essa estratégia lhe trará mais segurança sobre estar ou não tangenciando o tema.  

Enquanto estiver se preparando, busque melhorar a sua interpretação de texto, além dessa habilidade ajudar na compreensão do tema da redação do Enem, proporcionará um desempenho melhor nas provas das outras disciplinas. Isso significa que uma boa preparação facilitará a interpretação do tema da redação e a resolução das questões que precisará responder nos dois dias de exame. Fique atento à importância disso! 

Até mais! 

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5 filmes brasileiros que vão te ajudar na redação

Escrever pode ser uma tarefa árdua para muitos estudantes, não porque não saibam como construir uma redação, mas sim por não entenderem como usar em suas produções tudo aquilo que estudaram nas aulas. Estruturar bem um texto é um dos requisitos para se dar bem no vestibular, esse é um passo inicial para começar a produzir textos melhores, a questão é: há necessidade de ir além caso você queira se destacar devido ao seu desempenho. 

Uma das coisas que todos os vestibulandos dedicados já sabem é que o uso de repertório sociocultural é considerado um dos melhores caminhos para se sobressair em meio a tantos concorrentes e podemos defini-lo como o conjunto de referências e conhecimentos, relacionados à sociedade e a diferentes culturas, utilizados ao longo da redação. Fazer uso desse recurso, muitas vezes, pode definir se a sua nota será mediana ou acima da média ao final da correção. 

Pensando nisso, queremos focar em algumas questões recorrentes entre os estudantes: podemos citar filme na redação? Há filmes para repertório sociocultural? Bom, as respostas vamos deixar para o próximo tópico, continue a leitura e não perca as nossas dicas!  

 

Pode citar filme em redação? 

A resposta sobre poder elaborar uma redação com citação de filme é bem simples: sim, você pode fazer isso! Por outro lado, apenas citá-lo não colocará o seu texto no caminho para atingir as notas mais altas, você precisará entender a temática e saber como relacioná-la à obra cinematográfica escolhida. 

Nesse sentido, é muito bom ter consciência dos temas abordados nos filmes nacionais e internacionais para treinar a citação deles ao longo da sua redação para vestibular. Não é algo super complexo, mas demandará boa interpretação de texto e variedade de filmes para repertório sociocultural. 

Com isso em mente, vem o próximo passo: aprender como usar esses filmes na redação. Então, se você quer potencializar o seu desempenho na hora de elaborar uma produção textual, temos uma dica: siga para as linhas seguintes que nelas você encontrará o que precisa. 

 

Como usar filmes e séries na redação? 

Agora chegamos ao ponto-chave para produzir uma redação com citação de filme: será necessário tomar alguns cuidados ao usar essa estratégia argumentativa. Isso porque os filmes para usar na redação são obras ficcionais e, considerando esse fato, não é possível citá-los sem criar uma analogia clara com a realidade — podemos dizer de modo bem objetivo que uma analogia seria comparar aquilo que ocorre na obra cinematográfica com aquilo que tem ocorrido fora da ficção — ou como uma forma de contextualização do tema durante a introdução do texto. 

Ao tomar esses cuidados, você já consegue evitar em sua produção textual uma parte dos erros cometidos por alguns estudantes. Além disso, sabemos que existem muitos filmes para usar na redação e que isso pode dificultar a escolha de apenas um em determinadas propostas de redação. Então, pensando em o ajudar a tomar decisões assertivas, preparamos uma lista com 5 filmes nacionais para você criar uma redação com citação de filme de maneira mais adequada. 

  1. Central do Brasil (1998): Dora, protagonista da obra, ganha a vida escrevendo cartas ditadas por pessoas analfabetas, geralmente são cartas que contam fatos dessas pessoas às suas famílias. Ela cobra para fazer a escrita e postar as correspondências, porém não cumpre o prometido e sequer envia as cartas. Josué, o filho de nove anos de idade de uma de suas clientes que morre após um acidente de ônibus, surge na trama e algumas coisas começam a ser diferentes. Ela não deseja ficar com o menino, mas se junta a ele em uma viagem pelo interior do Nordeste em busca do pai, que ele nunca conheceu. O filme apresenta situações que envolvem desigualdade social, analfabetismo, pobreza, imigração, tráfico de pessoas e venda de órgãos.

  2. Desmundo (2002): Uma órfã portuguesa enfrenta inúmeras dificuldades após ser enviada ao Novo Mundo pela rainha de Portugal, com o propósito de se casar com um colono. Com apoio da igreja, essa se dava devido ao objetivo de que ocorressem mais casamentos brancos e cristãos; evitando, assim, o nascimento de crianças mestiças, geradas principalmente a partir de relações entre homens brancos com mulheres indígenas e negras. Isso não aconteceu apenas com a protagonista da trama, muitas outras mulheres foram trazidas para o Brasil devido à essa intenção do clero e da coroa. O filme abre caminho para discussões sobre religiosidade no Brasil colonial, mulher na sociedade portuguesa do século XV, conceito de matrimônio, cotidiano das pessoas no Brasil colonial (costumes, habitações, condições de higiene), conflitos sobre os indígenas no Brasil da época, relações comerciais na colônia, relações sociais na colônia e família patriarcal.

  3. Cidade de Deus (2002): Buscapé é um jovem pobre, negro e sensível, que cresce em um universo de muita violência. Ele vive na Cidade de Deus, favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos do Rio. Amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, Buscapé é salvo de seu destino por causa de seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga carreira na profissão. É por meio de seu olhar atrás da câmera que ele analisa o dia a dia da favela em que vive, onde a violência aparenta ser infinita. O filme proporciona uma grande discussão sobre violência, tráfico de drogas, favelização, desigualdade social, racismo e redução da maioridade penal.

  4. Que horas ela volta (2015): Val, uma pernambucana, mudou-se para São Paulo para proporcionar melhores condições de vida a sua filha, Jéssica. Anos depois, a menina diz à mãe que tem o desejo de ir para a cidade prestar vestibular. Os patrões de Val aceitam que a filha dela venha morar na casa com Val e a família deles, porém o seu comportamento complica as relações na casa. O filme levanta discussões sobre desigualdade social, preconceito, segregação, exploração do trabalho, relações sociais, preconceito linguístico, conflitos de classes sociais e acesso à educação.

  5. Bacurau (2019): Os moradores de Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, eles percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade. Quando carros são baleados e cadáveres começam a aparecer, Teresa, Domingas, Acácio, Plínio, Lunga e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Agora, o grupo precisa identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa. O filme aborda questões sobre importância e organização da comunidade, valorização da cultura, memória, xenofobia, patriotismo, resistência, desigualdade social e pobreza. 

E como esses filmes nacionais podem ser usados em uma redação com citação de filme? Agora que você já sabe sobre o que cada um deles trata, precisa assisti-los para encontrar as situações em que as temáticas que citamos aparecem, analisar como essas cenas se relacionam com algum aspecto da sociedade atual ou como tais contextos podem ter influenciado para que a realidade social se construísse como se apresenta hoje. Em seguida, busque propostas de redação que estejam conectadas aos assuntos abordados nos filmes e, depois disso, comece a escrever o seu texto elaborando um paralelo entre o filme o tema sem esquecer que o uso desse recurso tem a intenção de fundamentar a defesa do seu ponto de vista.  

Feito todo esse processo e com a redação em mãos, procure o seu professor a fim de que ele corrija a sua produção textual e possa o auxiliar nos aspectos em que você precise melhorar. Lembre-se somente após a análise da correção feita por um profissional será possível compreender os seus pontos fortes e fracos na hora de escrever, usando filmes para repertório sociocultural. 

Caso esteja interessado em mais dicas, continue acompanhando as publicações do Blog Anglo. Até mais! 

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Obras Literárias: como estudar?

A lista de obras literárias cobradas pelos principais vestibulares do país é uma das grandes preocupações de muitos estudantes. As obras literárias no vestibular costumam ser textos densos, por isso quase sempre requerem uma análise cuidadosa e atenta, não apenas uma leitura superficial. É importante que você saiba que os métodos de estudo e pesquisa sobre as obras não substituem uma leitura atenta integral dos textos.  

Muitos vestibulandos pensam que apenas resumos ou análises são suficientes para compreender as obras e responder às questões dos vestibulares, mas é sempre importante lembrar que existem questões que têm por objetivo realizar uma verificação de leitura. Agora, se o que você busca é uma interpretação mais aprofundada e esclarecedora a respeito de aspectos importantes das obras literárias, está no caminho correto. Se essa é uma das suas preocupações e se você está em busca de meios para estudar e aperfeiçoar ainda mais a sua interpretação dessas obras, está no lugar certo. 

Separamos neste texto diferentes estratégias de estudos que irão o ajudar com a análise de obras literárias cobradas pelos principais vestibulares do país. Ficou curioso? Então, acompanhe a leitura até o final! 

 

5 dicas para estudar obras literárias dos vestibulares 

Já li os textos e quero uma análise mais aprofundada. E agora, por onde começar? Talvez você já tenha se deparado com esse dilema, uma vez que é importante procurar por fontes confiáveis na hora de estudar, principalmente, ao buscar por análises sérias das obras literárias no vestibular. Ao fazer uma pesquisa no Google, você vai se deparar com milhares de opções, canais de literatura e blogs, mas é importante pontuar que nem todos os conteúdos produzidos são de qualidade ou comprometidos com uma boa formação dos estudantes. Desse modo, procure evitar a sobrecarga de conteúdos: muitas vezes, menos é mais. Se você fizer uma leitura atenta das obras, assistir às aulas de literatura do cursinho, resolver exercícios e souber escolher bem os conteúdos para se aprofundar, não tem erro. 

Quer saber quais são as melhores formas de estudar e entender de vez esses textos? Confira a seguir 5 dicas que preparamos para você.  

  1. Nada dispensa a sua leitura: pode parecer óbvio a princípio, mas é importante que você leia os textos, conheça os enredos e as personagens das obras literárias, visto que muitos vestibulares cobram não somente uma interpretação, há também uma verificação de leitura. Então, por mais complicados que esses textos pareçam, é importante que você tenha coragem para enfrentá-los! 
  2. Tenha sempre um dicionário em mãos: muitos estudantes não compreendem as obras literárias devido ao vocabulário mais arcaico e distante da realidade atual dos jovens. Por essa razão, é muito importante que você sempre pesquise o significado das palavras que você desconhece. Ao fazer isso, certamente você estará não somente expandindo seu vocabulário como também terá muito mais facilidade de compreender e interpretar a obra. 
  3. Faça exercícios: quanto mais exercícios você resolver, mais aspectos fundamentais das obras literárias você conhecerá. Muitos enunciados contam com trechos de críticas literárias que explicam características de movimentos literários, de personagens e aspectos centrais das obras. O importante nem sempre é acertar, mas sim ter contato com explicações a respeito das obras. Então, quanto mais exercícios de vestibulares anteriores você fizer, mais conhecerá a respeito das obras de leitura obrigatória.  
  4. Leia o prefácio ou posfácio das obras: em muitas edições dos livros que fazem parte das leituras obrigatórias de vestibulares existem análises das obras literárias feitas por estudiosos especialistas. Assim, não ignore esses textos, eles podem ser muito úteis e esclarecedores! 
  5. Saiba onde procurar informações: “Terminei de ler um livro, mas não sei se entendi muita coisa.”. Essa é uma sensação extremamente comum entre os estudantes, pois é importante ter um bom aparato e repertório para interpretar as obras literárias das listas de vestibulares, que costumam ser bastante densas. Um excelente podcast para vestibulandos que desejam interpretar obras literárias é o Marca Texto, sobre o qual ainda falaremos mais adiante. 

Um dos métodos que tem se destacado entre os estudantes é o podcast, por esse motivo a seguir você irá conferir algumas informações para aproveitar essa ferramenta tão útil e acessível. Confira! 

 

É possível estudar com podcast? 

Não sabemos se você sabe, mas temos um podcast para vestibulandos em parceria com o guia do estudante que fala sobre as obras literárias obrigatórias na Fuvest, Unicamp e os principais vestibulares do país. A intenção desse podcast é que você possa compreender o enredo, analisar os textos e conhecer melhor os personagens das obras literárias obrigatórias da Fuvest e Unicamp enquanto vai para a aula ou para o trabalho ou, ainda, faz qualquer outra atividade! 

Você pode ouvir o Marca Texto pelo Spotify, Youtube e Apple Podcasts. A seguir, você confere o link para cada uma das análises de obras literárias das obras da atual lista da Fuvest e Unicamp. 

Fuvest 

Unicamp 

 

Além do podcast, outra possibilidade bastante interessante para estudar é conferir a análise de obras literárias da Fuvest no próprio site do Jornal da USP. Lá existem matérias, entrevistas e até mesmo mini cursos ministrados por professores da área de literatura brasileira da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP.  

Esperamos que essas dicas tenham o ajudado e, principalmente, que você não deixe de conferir o nosso podcast para vestibulandos para não temer mais as obras literárias dos vestibulares. Não perca essa oportunidade! 

Até mais! 

 

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5 hábitos que vão aumentar sua produtividade

Manter o foco nos estudos, resolver listas de exercícios, fazer simulados, provas, assistir às aulas… a rotina de estudo do vestibulando pode ser bastante exaustiva e isso causa desânimo em muitos dos quais a enfrentam todos os dias. Conseguir dar conta de todas essas atividades e manter, ao mesmo tempo, alguma qualidade de vida pode parecer tarefa quase impossível para muito vestibulando. Por essa razão, é importante adotar certos hábitos que otimizem a produtividade nos estudos, mas ao mesmo tempo que não causem estafa mental.  

Se você já se perguntou qual seria a melhor rotina de estudo e quais são os melhores hábitos que podem o ajudar a aumentar a sua produtividade nos estudos e, ao mesmo tempo, que colaboram para a sua saúde mental e motivação para estudar, não deixe de conferir as dicas que separamos nas próximas linhas. Continue a leitura! 

 

Como aumentar sua produtividade nos estudos? 

Em primeiro lugar, é importante destacar que apenas um hábito isolado não é capaz de aumentar a sua produtividade nos estudos. Na realidade, o que aumenta a produtividade é um conjunto de hábitos que devem ser praticados com constância. Por isso, para que você observe resultados reais, é preciso que sejam incorporados bons hábitos em sua rotina de estudo e, principalmente, que haja perseverança na manutenção desses hábitos.  

É o conjunto de suas atividades e a otimização combinada de todas elas, o que vai garantir uma boa produtividade naquela hora em que essa habilidade é tão necessária! Quer saber quais são os melhores hábitos para adotar em sua rotina diária e aumentar ainda mais a produtividade nos estudos? Confira a seguir as dicas que preparamos para você! 

  1. Desative as notificações do celular: uma das principais distrações atuais entre os jovens é o celular. A quantidade de estímulos causada pelo uso excessivo de redes sociais é um grande problema na hora de manter o foco nos estudos. Devido a isso é importante que você deixe o celular de lado, silenciado e de preferência em outro ambiente, para que seus estudos não sejam interrompidos. Não fará muita diferença para sua vida social saber de alguma notícia com dez minutos de antecedência, ou responder a uma mensagem, ou convite, assim que foi enviado por um amigo. Agora o que fará muita diferença é manter a concentração, digerir com cuidado e consciência o que está estudando e, sobretudo, ser capaz de replicar essa rotina ao longo de todo o ano. Fica a dica! 
  2. Planeje suas atividades: pode parecer óbvio, mas saber o que fazer e em que ordem fazer é um passo crucial para ser produtivo. Se você não fizer um planejamento poderá procrastinar, ou seja, ficar adiando tarefas importantes para o seu avanço e desempenho na preparação para o vestibular, o que pode tornar caóticos os seus dias. Assim, é importante que você liste as atividades dos dias e semanas e cumpra esses compromissos. Uma dica valiosa para o vestibulando que não sabe por onde começar a se organizar é montar seu próprio cronograma de estudos. Em outras palavras, quem não planeja, padece: conhecer seus pontos fortes e fracos; saber o que precisa ou não enfatizar; identificar quais os melhores horários para fazer (ou não) determinada atividade – tudo isso é crucial para um bom planejamento e, consequentemente, obter o melhor rendimento na hora de prestar os exames! 
  3. Organize seu local de estudos: manter seu local de estudos bem organizado e confortável é muito importante para criar as condições necessárias para um bom aprendizado. Por essa razão, é importante que você se certifique de que a luminosidade é adequada para a leitura. Além disso, procure se sentar próximo a janelas e locais arejados. Estar bem posicionado e confortável pode aumentar sua produtividade nos estudos. Ajeite sua postura na cadeira, abra as janelas e mãos à obra! 
  4. Faça pequenas pausas: fazer pequenas pausas é importante porque ao descansar por alguns minutos, você pode se revigorar e melhorar sua concentração nos estudos. Minutos de pausas contribuem para reduzir o cansaço do ritmo de estudo ao longo do dia. Se você estudar ininterruptamente por muitas horas, poderá sofrer um desgaste físico e mental que prejudica seu foco e desempenho. Leu um enunciado mais de duas vezes e não entendeu? Talvez seja hora de espairecer, tomar uma água e brincar um pouco com o seu cachorro ou gato! 
  5. Cuide de si mesmo: que a rotina de estudo do vestibulando não é nada fácil e bastante atarefada, todos sabemos, mas é importante que você reserve um tempo para praticar exercícios físicos e se alimentar bem. Tanto os exercícios quanto a alimentação equilibrada podem trazer benefícios como o bem-estar físico e energia mental, aspectos tão importantes para que seja possível permanecer focado nos estudos. Ao se manter ativo, você libera hormônios importantes para o bom funcionamento cerebral.  

 

Esperamos que você, vestibulando que busca por bons hábitos e por resultados, tenha gostado das dicas e já esteja se preparando para coloca-las em prática. Até mais! 

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Qual a diferença entre estudo ativo e passivo?

Você já ouviu falar em estudo passivo e estudo ativo? Apesar de parecer algo complexo, é bem possível que você já adote métodos de estudo ativo e passivo quando está estudando. É muito provável que você já tenha ouvido de algum professor que ninguém aprende nada sem tirar o material da mochila ou frases do tipo “papel e caneta na mão pra anotar o que eu vou falar porque essa informação é importante!”, assim como existem momentos em que você apenas ouve o que o professor diz em uma aula ou lê teorias de apostilas e livros didáticos.  

Conhecer esses métodos de ensino, os benefícios de cada um e os momentos mais apropriados para adotar um método ou outro é extremamente importante para melhorar seu desempenho nos estudos. Quer saber mais sobre as características do estudo passivo e estudo ativo e qual dessas técnicas é melhor? Não deixe de conferir as informações e dicas que preparamos para você!
 

Qual o melhor método de estudo para vestibular? 

Não existe consenso entre os especialistas sobre se um método é melhor do que o outro e, por consequência, também não há consenso sobre qual deles seria o melhor. Uma sugestão nossa, que talvez seja a mais importante, é que compreender o que funciona para você é fundamental. 

Cada um de nós, quando estuda e faz uma reflexão sobre aquilo que mais gosta ou desgosta ou o que funciona ou não funciona para o nosso desempenho, trazendo os melhores resultados, sabe o método de estudo que será o mais adequado para determinada situação. Isto é se para determinado conteúdo será melhor usar o estudo passivo ou o estudo ativo mesmo que não conheça esses dois termos.  

Nesse sentido, para que você possa escolher a melhor forma de seguir com os seus estudos, aplicando os dois métodos na sua rotina de aprendizado, é preciso ter alguma noção sobre esses conceitos sobre os quais estamos falando. Então, siga para o próximo tópico que o ajudará demais a tornar mais consciente a sua maneira de estudar. Vamos lá!? 

 

O que seria cada método? 

Em linhas gerais, podemos dizer que estudo passivo é um tipo de prática por meio da qual você apenas recebe informação. Por exemplo, quando lemos um livro, assistimos a um filme, ou a uma aula, ou simplesmente observamos o mundo ao redor, sem necessariamente interagir com ele.  

Já o estudo ativo, como o próprio nome sugere, envolve todo tipo de prática em que “botamos a mão na massa”, ou seja, em que tomamos toda aquela informação que obtivemos por meio do primeiro método e com ela construímos, elaboramos, redigimos, produzimos etc. algo novo, ou quando explicamos para nós mesmos aquele conteúdo que recebemos por via de estudo passivo.  

Com essa diferenciação em mente, é hora de saber como aplicar no seu dia a dia as ferramentas de estudo passivo e de estudo ativo para vestibular. Continue a leitura! 

 

Quando usar cada método? 

Agora que você já percebeu que o estudo passivo pode ser considerado como um primeiro passo e que os métodos de estudo ativo são praticamente uma continuidade daquilo que apenas recebemos passivamente. De modo geral, podemos dizer que, ao longo do tempo de preparação intensa para o vestibular, é melhor apostar em não ficar apenas no estudo passivo e colocar em prática métodos de estudo ativo: elaborar resumos, fazer exercícios, explicar para si mesmo ou para um colega determinado conteúdo, simular uma prova (como se você fosse um examinador e tivesse de elaborar uma).  

Todas essas práticas citadas são excelentes maneiras de estudo ativo para vestibular, que o ajudarão a fixar conteúdos “treinando” seu cérebro para a hora da prova. Imagine seu cérebro como um músculo: sem treino, fica flácido, fraco e incapaz de realizar com a mesma destreza de antes mesmo as tarefas mais simples. “Aprender se aprende com a mão”, já dizia um velho mestre: em outras palavras, quanto mais você se engajar ativamente nos próprios estudos, mais preparado estará para o momento do vestibular. 

Nos dias, porém, ou semanas que antecederem as provas, é melhor “pegar leve”, isso significa que o foco será rever conteúdos e “dar um descanso” para o cérebro. Nenhum maratonista se prepara para uma corrida correndo na noite anterior. No máximo, faz uma caminhada leve, se alimenta bem, revê mentalmente todas as etapas da prova (para as quais já terá treinado previamente) e descansa, a fim de acordar renovado e pronto para o m omento da corrida. Essa mesma estratégia do maratonista vale para o vestibular. 

 

Quais os principais métodos de estudo ativo? 

Conforme mencionamos acima, cada um de nós “sabe onde o calo aperta”, isto é, o que funciona para um talvez não seja tão bom para outra pessoa. Para que você possa se identificar com o método de estudo ativo que mais se enquadra no seu perfil, elencamos a seguir os três métodos reconhecidos, quase que universalmente, como os mais eficazes modos de estudo ativo para vestibular. 

  • Autoexplicarão de conteúdos: aquele momento em que, depois de ler algo ou assistir a uma aula, você reconta para si mesmo, ou para outro colega, o que acabou de ver ou de ouvir, questionando as razões de determinada explicação e tentando encontrar respostas por si mesmo; 
  • Elaboração de resumos, resenhas, sínteses etc. dos conteúdos lidos ou assistidos: algo semelhante ao método anterior, porém de forma escrita e de modo a produzir materiais próprios que possam ser futuramente retomados a fim de verificar o próprio progresso ou consertar eventuais falhas de aprendizado; 
  • Simulação de exames: imagine que você é um examinador ou professor e tem de elaborar uma prova: quais questões faria? Como espera que seus estudantes respondam a elas? Quais respostas seriam aceitáveis (ou não)? Imaginou? Então, para colocar em prática a simulação de exames, você pode criar avaliações semelhantes às dos vestibulares que irá prestar e oferecer para os seus colegas responderem, não esqueça de pedir um feedback para eles sobre as questões criadas por você. Algo legal é que os seus colegas também elaborem alguma prova para que todos troquem e façam como simulados. 

 

Em síntese, há diversos métodos de estudo ativo para vestibular e cada um de nós certamente será capaz, após breve autoanálise, de encontrar o que for mais apropriado para nossos próprios anseios. Se necessário for, conte conosco para encontrar o melhor caminho na hora de criar a sua rotina de estudos. 

Até mais! 

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Podcast para estudar: funciona?

Hoje em dia, com tantos meios tecnológicos à nossa disposição, é comum querer complementar a rotina de estudos com materiais diferentes dos tradicionais livros didáticos, cadernos e canetas, nem que seja para acrescentar alguma variação no dia a dia do vestibulando que é para lá de pesado e, não raro, maçante. Como alternativa, muitos estudantes utilizam vídeos disponibilizados gratuitamente na internet para colocar em prática um estudo menos convencional, mas um outro formato de mídia tem ganhado cada vez mais espaço e tem sido bem aproveitado por aqueles que estão se preparando para os exames de vestibular: o podcast. 

Não entende bem o que é um podcast? Ouviu as pessoas falando sobre, mas não procurou saber do que se tratava? Então, só para você entender, podemos definir esse tipo de mídia como um programa em áudio que é disponibilizado de forma gratuita, ou paga, aos seus ouvintes. É possível comparar esses programas aos apresentados em rádios AM e FM, que ainda hoje seguem no ar mesmo que muitos tenham deixado de consumir esse tipo de conteúdo por meio de aparelhos de áudio.  

Se você está pensando em começar a introduzir algum podcast para estudar em seu plano de estudo, ou mesmo se você já faz isso há algum tempo, não deixe de conferir as dicas que preparamos: este texto vai o ajudar a encontrar alguns dos melhores podcasts para estudar e incorporá-los à sua rotina. Continue a leitura e não perca a nossa dica final! 

 

Tem como estudar ouvindo podcast? 

Eis a “pergunta que não quer calar” e cuja única resposta talvez seja: depende. Podcasts são ótimos complementos para os materiais e as atividades de estudo tradicionais, não um substituto deles. Por outras palavras, um podcast para estudar é algo a mais, um acessório que poderá o auxiliar muito a compreender determinado assunto, mas não servirá como um substituto das aulas, apostilas ou da própria rotina de estudos.  

Se encarado da maneira correta, um podcast para vestibulandos, como muitos presentes nas plataformas de streaming, é uma excelente ferramenta para dar um up em seu planejamento com foco na aprovação em diversos vestibulares. Isso significa que essa ferramenta utilizada adequadamente levará você até o seu objetivo e, para isso, você deve compreender a contribuição real que o podcast pode trazer para o seu dia a dia de vestibulando. No próximo tópico, explicamos exatamente o que você precisa saber. Acompanhe! 

 

Como o podcast pode contribuir no dia a dia do estudante? 

Conforme destaca o professor, do Anglo Vestibulares, Felipe Leal, em meio à correria da vida moderna, “os podcasts são uma ótima opção, pois podem ser escutados a qualquer momento: no transporte público, na academia ou em casa durante tarefas domésticas, por exemplo”. Por outras palavras, recorrer a um podcast para estudar é uma excelente maneira de preencher aquele tempinho entre uma atividade e outra, ou mesmo durante atividades repetitivas como exercícios de academia, com algo que, de quebra, ainda vai o ajudar muito na hora do vestibular!  

Um bom podcast para vestibulandos, porém, não trata só de matérias específicas. Continua o professor Felipe: “em uma época de ritmo frenético das notícias, é praticamente impossível acompanhar todos os assuntos em pauta. Os podcasts noticiosos, normalmente diários ou semanais e ligados a grandes veículos de jornalismo, são uma forma interessante de selecionar os temas mais importantes, com a necessária análise das questões. Os podcasts Café da Manhã e O Assunto são boas indicações aqui”.  

A essa altura você deve estar se perguntando: qual seria, então, um podcast para vestibulandos, ou mesmo quais os melhores podcasts para estudar? Além das dicas do texto que citamos, do professor Felipe, selecionamos a seguir também algumas outras possibilidades de podcast para estudar encontrados com facilidade nas redes. Algumas sugestões dos melhores podcasts para estudar: 

  • Marca Texto: podcast fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o curso Anglo tem como proposta trazer análises didáticas das obras de literatura exigidas pelos vestibulares da Fuvest e da Unicamp; 
  • Mamilos: excelente podcast sobre atualidades; 
  • Dá Ideia: podcast para estudar como fazer uma ótima redação; 
  • História Online: como o próprio nome sugere, um podcast muito bom voltado para história geral e do Brasil; 
  • Nerd Cursos: embora focado em biologia, esse podcast aborda também outras matérias e tem mais de 100 episódios para você escolher sobre o que quer estudar; 
  • Aprenda Inglês com Música: como também sugerido pelo nome, esse é para quem precisa se aprofundar no inglês; 
  • Top Química: para quem precisa se aprofundar em química principalmente para o Enem; 
  • Geografia Popular: tratando de conteúdos de geografia política e física, é ótimo para quem está se preparando para o Enem ou mesmo revisando o conteúdo para o vestibular. 

 

Conforme você vai se ambientando no universo dos podcasts e conhecendo melhor as tantas possibilidades que existem, com certeza, será capaz de fazer sua própria seleção, mantendo o foco naqueles conteúdos que precisa reforçar ou mesmo sobre os quais mais gosta de ouvir. Uma lista de melhores podcasts para estudar contém sempre alguma dose de subjetividade na escolha e, sem dúvidas, há muitos outros muito bons disponíveis gratuitamente, basta pesquisar. 

Pensando especificamente num excelente podcast para vestibulandos, destacamos um que temos certeza de que valerá a pena você ouvir também: o Resumov. Esse é um podcast que não trata de uma matéria em específico, mas sim de algo tão importante quanto elas em termos de vestibular e/ou Enem: ele compila uma série de dicas de estudo e estratégias para resolver as provas com tranquilidade. Em outras palavras, esse não é um podcast de conteúdos, mas sim sobre modos de resolver uma prova com toda a eficiência que ela exigirá na hora decisiva do vestibular. 

Por fim, vale lembrar uma outra dica do professor Felipe: “A chamada ‘podosfera’ brasileira é rica, diversa e das mais interessantes. A lista apresentada aqui deve ser lida como uma amostra e um convite. Com o tempo, cada estudante vai, com certeza, construir seus próprios feeds, que, certamente, irão acompanhá-lo ao longo da vida universitária e profissional”. Esperamos que as nossas sugestões o ajudem a incorporar na rotina de estudos essa ferramenta incrível que são os podcasts. 

Até mais!