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Por que é importante estar atento às atualidades para prestar vestibular?

Durante todo o ensino médio e, até mesmo, no cursinho pré-vestibular, você já deve ter escutado que precisava estudar atualidades. Muitos pensam que isso significa saber cada acontecimento ao redor do mundo e os seus detalhes, porém não é bem disso que estamos falando quando levantamos a questão de se atualizar. 

Você sabe o quanto essa temática está relacionada à globalização no Enem? Não!? Então, além de estar mais presente nas questões de Português, História, Geografia e Sociologia, ela também colabora no desenvolvimento dos temas de redação de qualquer vestibular hoje em dia.  

Mas o que isso tem a ver com estar atento às atualidades? Bom, globalização e atualidades caminham juntas e de mãos bem dadas, isso porque vivemos em um mundo que sofre transformações rápidas e constantes. Nesse sentido, a globalização envolve as mudanças tecnológicas, institucionais e de direcionamento nas esferas econômica, política, social e cultural da humanidade. Logo, estar atualizado é saber o que ocorreu e/ou provocou modificações em alguma ou em várias esferas da nossa sociedade globalizada. 

Só por essa informação, já deu para perceber que atualidades tem seu valor. Quer entender melhor o porquê de ser muito importante estudar os assuntos dessa área? Segue a leitura! 

É importante estudar atualidades?  

Se você leu os primeiros parágrafos, já sabe que a resposta é: sim! Não é por acaso que no cursinho pré-vestibular chamam a sua atenção para o fato de ser importante estudar atualidades. Um dos motivos que torna possível afirmarmos isso é o fato de que muitas questões fazem um paralelo entre aquilo que estudamos conceitualmente enquanto fazíamos o ensino médio e aquilo que acontece hoje no mundo. Dessa forma, não há necessidade de decorar os detalhes dos acontecimentos, você tem que compreender de que maneira a trajetória da sociedade nos trouxe até o fato ocorrido.  

Outro motivo que torna importante estudar atualidades são os temas de redação dos exames. Apesar de ser mais evidente a globalização no Enem, as outras provas não deixam isso de lado. Assim, não importa muito se você vai fazer Enem, Fuvest, Unesp ou qualquer outro vestibular, em algum momento das avaliações terá que desenvolver um texto sobre algum tema relacionado às atualidades. As abordagens da proposta podem ser diferentes, entretanto com bastante conhecimento sociocultural as suas chances de atingir uma boa pontuação aumentam.  

Além disso, os vestibulares que possuem segunda fase com questões discursivas querem avaliar a sua habilidade de construir uma linha de raciocínio argumentativa sobre aquilo que foi perguntado. Mesmo que a pergunta seja sobre um conceito específico, é possível responder melhor elaborando a resposta a partir de um paralelo entre a teoria e os desdobramentos da atualidade. Escrever bem vai além de saber regras gramaticais e ortográficas ou conteúdos decorados, você precisa ter o que dizer e mostrar que é capaz de compreender os fatos mundiais que podem influenciar a sua vida. 

Agora, vamos lhe mostrar como estudar atualidades para aplicar na hora do seu vestibular! Acompanhe! 

Como estudar atualidades? 

Mesmo que você faça cursinho pré-vestibular, ainda assim na hora da revisão precisa saber como organizar de maneira eficiente os estudos de atualidades. Por esse motivo, preparamos 8 dicas que vão lhe ajudar a cumprir essa missão: 

  1. Acompanhe as notícias: há várias formas para isso. Você pode assistir aos jornais televisivos, acessar sites de notícias e, até mesmo, ir em busca dos jornais impressos. Observe os destaques da primeira página ou aquelas informações que ganharam mais espaço nas páginas on-line ou na televisão.  
  2. Ouça podcasts: os podcasts podem ser muito úteis para ter contato com os diversos temas que estão em evidência na atualidade. O que pode ser um desafio é escolher a qual escutar, seja seletivo e faça a sua escolha a partir de critérios educacionais e qualidade das informações oferecidas. 
  3. Assista ao conteúdo de canais voltados aos estudos: a internet tem muito conteúdo gratuito disponível. No YouTube, você pode ter acesso aos melhores canais de atualidades para aprimorar tudo que já tem estudado nas aulas do cursinho. 
  4. Descubra os temas mais buscados em pesquisas atuais: um dos temas você já sabe globalização no Enem com certeza é um deles. É possível descobrir o que as pessoas têm pesquisado por meio do Google Trends. Lembre-se apenas de ser criterioso na seleção daquilo que irá acessar. 
  5. Selecione fontes confiáveis: falamos tanto de critério ao selecionar as informações nas dicas anteriores que já deu para perceber a importância de acessar fontes com informações confiáveis. Veja bem, em tempos de fake News, todo cuidado é pouco no momento de escolher as fontes de informação. 
  6. Acesse sites estrangeiros de notícias: se atualidades envolve os fatos do Brasil e do mundo, não basta ler as notícias divulgadas pelos portais de notícias daqui. Você precisa ir além acessando a informação pela fonte original da informação, isso irá enriquecer bastante os seus estudos. 
  7. Converse sobre os assuntos lidos: certo, você leu, assistiu, ouviu diversos conteúdos e o que fará com eles? Pode parecer besteira, mas compartilhar com outras pessoas aquilo que aprendemos é o que consolida o conhecimento no nosso cérebro. Então, quanto mais você conversar com seus amigos, familiares, professores sobre os assuntos que têm estudado criando relações entre o que acontece hoje e os conteúdos passados em aula, melhor será o seu aprendizado. 
  8. Fique atento: os vestibulares elaboram as suas avaliações com antecedência, por isso dificilmente aparecerá na prova acontecimentos de poucas semanas antes do exame. Dessa forma, o melhor é você buscar aquilo que foi publicado ou falado há alguns meses a fim de estar preparado e se destacar dos outros candidatos. 

Colocando essas dicas em prática, você avançará no estudo de atualidades e estará pronto para se dar bem no vestibular. 

Até mais!  

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Como usar a nota do Enem?

Quando o Enem foi criado, em 1998, ele possuía apenas o objetivo de medir o desempenho dos estudantes ao término da escolaridade básica. Desde 2004, o exame passou a ser uma das possibilidades para ingressar no ensino superior devido à criação do Programa Universidade para Todos (ProUni), por ele é possível conseguir bolsas de estudo, integrais ou parciais, em inúmeras instituições particulares de educação superior. Além disso, com a criação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que também utiliza a nota do exame, há a possibilidade de financiar os estudos e começar a pagar apenas ao término da graduação. 

Em 2010, o Ministério da Educação (MEC) criou o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) com o intuito de tornar mais democrático o processo de avaliação para ingresso nas universidades públicas, algo que proporcionou a expansão de vagas ao longo dos anos. Assim, o maior exame do Brasil comemorou 20 anos, em 2018, e hoje muitos continuam se dedicando para conquistar uma vaga nas diversas universidades brasileiras e portuguesas que aceitam a nota do Enem para aprovação. 

Com certeza, se você quer usar a sua nota do Enem 2021 para entrar em alguma universidade pública ou privada, precisa conhecer quais as suas opções após o resultado da prova. Por esse motivo, dois dos pontos mais importantes para entender são a nota de corte ProUni e a nota de corte Sisu 2021

Acompanhe para saber mais!  

Em quais faculdades particulares eu consigo entrar pelo Enem? 

Com a nota do Enem, o ingresso em muitas faculdades particulares se torna possível. Você pode utilizá-la por meio dos programas governamentais ProUni e Fies ou, até mesmo, como substituição do vestibular próprio da instituição escolhida. 

Um dos pontos para estar atento é que os critérios para que alguém esteja na lista de aprovados de qualquer faculdade são variáveis. Desse modo, é necessário buscar informações e detalhes sobre isso no site de cada instituição que você desejar concorrer a uma vaga. 

Entretanto, para ter a chance de concorrer a bolsas, você deve observar a nota de corte ProUni, menor nota para o candidato ficar entre os possíveis selecionados. Vale ressaltar que cada faculdade estabelecerá a pontuação mínima necessária para que seja possível efetuar inscrição na seleção de bolsistas. 

Como citamos logo no início, hoje são inúmeras faculdades que aceitam o Enem como opção de ingresso, por isso citaremos algumas das melhores opções existentes para você se inscrever e concorrer a bolsas a partir do seu desempenho no Enem 2021

  • Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE); 
  • Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA); 
  • Universidade Anhembi Morumbi (UAM); 
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio); 
  • Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas); 
  • Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); 
  • Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa São Paulo;
  • Escola de Administração de Empresas de São Paulo – FGV;
  • Escola de Direito de São Paulo — FGV Direito SP (SP);
  • Universidade São Judas Tadeu (USJT). 

Além dessas instituições, há em todos os estados muitas alternativas, basta você fazer uma boa pesquisa a fim de optar por aquela que melhor contemple as suas necessidades estudantis. 

Quer saber como ingressar em universidades públicas utilizando a nota do Enem? Segue a leitura que nas próximas linhas você entenderá! 

Como faço para ingressar numa universidade pública com a nota do Enem? 

Para utilizar a nota do Enem como forma de ingresso numa universidade pública, você deve se inscrever no Sisu. Esse programa disponibilizará o acesso a todas as universidades públicas que aderiram como opção de ingresso o Enem. Então, fique atento ao cronograma para não perder o prazo das inscrições! 

Depois de não perder as datas, verifique a nota de corte Sisu 2021, menor nota para concorrer a uma vaga. Ela que definirá quais candidatos terão chances de entrar na lista de aprovados e saiba que quanto maior a sua nota final do Enem mais perto você estará do seu objetivo. 

Uma notícia boa que temos para lhe dar é que as suas opções não se restringem às faculdades e universidades brasileiras, você também poderá utilizar a nota do Enem para estudar na Europa! Venha descobrir como nas próximas linhas! 

Qual a nota do Enem para fazer faculdade em Portugal? 

O resultado do Enem 2021 pode lhe ajudar a estudar na Europa! Desde 2014, o Inep firmou um acordo com universidades portuguesas no intuito de que mais brasileiros tenham a oportunidade de cursar graduação fora do Brasil. Logo, é por meio da nota do Enem que isso se concretizará. 

Mas não marca bobeira, você precisará de no mínimo 600 pontos para conseguir fazer a sua inscrição no programa, Enem Portugal. Então, busque um desempenho que esteja acima disso porque raramente a pontuação mínima garantirá uma classificação dentro do número de vagas disponíveis de uma universidade. 

Agora que você já sabe as possibilidades para utilizar a sua nota Enem e a importância da nota de corte ProUni e da nota de corte Sisu 2021, já faz uma pesquisa bem minuciosa para escolher a melhor universidade em que cursará a sua graduação. 

Até mais! 

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Por que é tão difícil entrar em universidade pública?

No século XIX, as primeiras universidades foram instituídas no Brasil depois de um longo período da educação sob o monopólio dos Jesuítas. Antes disso, para fazer ensino superior, era necessário ir para Europa o que tornava o acesso a essa modalidade de ensino restrito às famílias com maior poder aquisitivo.  

Com a criação das faculdades públicas no Brasil, o ingresso passou a ser permitido a qualquer brasileiro que desejasse cursar ensino superior e fosse aprovado por meio de avaliações institucionais. Dessa forma, houve gradativamente aumento na concorrência, ou seja, há muito mais candidatos aptos para ingressar do que vagas disponíveis nas instituições. Logo, adentrar as portas de uma universidade pública se tornou algo mais difícil. Entretanto, foi essa mudança que tornou possível encontrarmos indivíduos com perfis tão diversos nas universidades públicas de São Paulo e de outros estados, o que nos leva a valorizar a democratização.  

Dessa forma, caso você esteja querendo saber formas de entrar na USP, como entrar na Unicamp ou em outra universidade pública, vamos ajudá-lo nisso. Acompanhe! 

Qual a diferença entre universidade pública e privada? 

faculdade pública surge no intuito de garantir um dos direitos fundamentais previstos na nossa Constituição: o acesso à educação. Assim, as instituições públicas — federais, estaduais ou municipais — são mantidas para oferecer uma educação gratuita e de qualidade a todos. 

No Brasil, temos boas referências que se destacaram pela qualidade de ensino e de pesquisa oferecidos em seu campus. Nesse sentido, há as universidades públicas de São Paulo que chamam atenção pela formação excelente que proporcionam, além de instrução para que os indivíduos se tornem verdadeiros cidadãos ao terminarem seus cursos. 

Já a faculdade particular não está ligada nem é patrocinada pelo governo. Isso significa que, por ser uma iniciativa privada, se torna necessário que os estudantes paguem mensalidade a fim de garantirem a manutenção da infraestrutura e dos recursos que são oferecidos.  

Apesar desse distanciamento da esfera governamental, há incentivos e fiscalização realizados pelo governo com o intuito de atestar que a instituição privada ofereça um ensino de qualidade que respeite os requisitos básicos exigidos por lei. Por esse motivo, apenas cursos certificados pelo Ministério da Educação (MEC) emitem diplomas válidos em território nacional. Portanto, na hora de escolher uma faculdade, é importante estar atento a isso. 

Agora que você já compreende a diferença entre universidade pública e privada, que tal descobrir as vantagens que existem no ensino superior público? 

Vantagens de estudar em faculdade pública 

Talvez você faça parte do grupo que se questiona sobre valer a pena encarar tantos desafios para estudar em uma faculdade pública. Caso essa seja a sua situação, veja cinco vantagens de fazer sua graduação nesse tipo de instituição: 

  1. Gratuidade – com os valores em boas faculdades privadas aumentando, fazer a graduação sem pagar mensalidade é um dos principais benefícios ao optar pelo ensino público. 
  2. Mais investimento em pesquisa – as universidades públicas oferecem mais estrutura e investimento para que o estudante que quer realizar pesquisas se mantenha na vida acadêmica durante a graduação com projetos de extensão e ao terminá-la oferecendo vagas e bolsas de estudos para mestrado e doutorado.
  3. Qualidade do ensino – muitas instituições públicas dominam o ranking das melhores universidades por ser comprovado o ensino excepcional que oferecem.
  4. Maior reconhecimento por algumas empresas – há empresas que acreditam que aqueles profissionais formados em faculdades públicas são mais qualificados e isso pode abrir muitas portas do mercado de trabalho.
  5. Professores qualificados – como os docentes geralmente são contratados por meio de concurso e há uma grande exigência em sua qualificação, alguns processos seletivos aprovam apenas aqueles candidatos com doutorado ou pós-doutorado, os professores costumam ensinar com muita excelência. 

Sabendo de todas essas qualidades, com certeza, já está querendo aproveitar tudo isso no período em que estiver graduando. Bom, apenas se lembre que, assim como você, outras pessoas reconhecem o valor de uma universidade pública. Desse modo, voltamos a uma questão: a concorrência. Isso porque com tantos candidatos interessados, a prova foi ficando cada vez mais difícil com o intuito de selecionar os vestibulandos mais bem preparados para formar o quadro de alunos a cada ano. 

Então, só está faltando você saber as formas de entrar na USP ou em outra universidade pública de sua escolha. Vamos lá!? 

Como faço para entrar em uma universidade pública? 

O modo mais tradicional de ingressar em faculdades públicas é por meio de vestibular. A maioria das instituições seguem esse formato, em que se avalia todo conteúdo aprendido ao longo do ensino médio, muitas vezes, em duas fases. Também, existe o Enem que atualmente é a modalidade mais utilizada pelas universidades, podemos dizer que o mesmo conteúdo cobrado na prova convencional é exigido nesse exame. 

Além dessas duas modalidades mais conhecidas, há o processo de avaliação seriada. Poucas faculdades públicas ainda utilizam esse método, ele funciona a partir da aplicação de três avaliações ao final de cada ano do ensino médio. Assim, o candidato se concentra nos assuntos abordados apenas no ano que está cursando na escola. 

Nas universidades públicas de São Paulo, costuma-se aplicar o vestibular convencional e algumas, como a USP e a Unicamp, também reservam vagas para serem ocupadas usando a nota conquistada no Enem. Para detalhes de como entrar na Unicamp, acesse o site Comvest, mas se o seu maior interesse for entender as formas de entrar na USP, consulte a página da Fuvest

Um outro aspecto importante, é verificar se a sua escolha de curso não exige teste de habilidade específica. Dessa forma, você estará preparado para ir em busca de realizar com segurança a sua jornada rumo a aprovação em uma universidade. 

Até mais! 

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7 dicas para ir bem no vestibular de medicina!

Ser médico pode ser o objetivo de muitos vestibulandos, seja pelas oportunidades no mercado de trabalho seja pela vontade de lidar com pessoas e colaborar com seu bem-estar todos os dias. E aqueles que estão se preparando há algum tempo já sabem que é fundamental muita dedicação e planejamento para alcançar essa meta. 

Isso se justifica porque o vestibular de Medicina é um dos mais concorridos no Brasil, principalmente em universidades públicas, uma vez que o custo pode ser muito alto para cursar Medicina em faculdades particulares. Esse valor pode variar entre R$ 4.000 e R$ 13.000 reais, evidenciando a principal questão: nem todos que sonham em ser médico podem pagar o mínimo cobrado em instituições privadas. 

Se você está entre os estudantes que almejam a aprovação no vestibular de medicina 2022 em alguma instituição pública ou privada; ou, até mesmo, tem apostado suas fichas em cursar Medicina na USP — uma das universidades com maior concorrência nesse curso, em média 150 candidatos por vaga — ou, ainda, tentará o ingresso em faculdades particulares de Medicina pelo Enem, veio ao lugar certo! Então, siga com a leitura para entender como você deve se preparar para esses vestibulares. 

Como se preparar para a faculdade de Medicina? 

Normalmente quem vai prestar o vestibular de Medicina, costuma se preparar para diversas provas de inúmeras instituições. Além dos vestibulares tradicionais e conhecidos, é possível conquistar uma vaga em faculdades particulares de Medicina pelo Enem. Logo, nota-se como há muitas possibilidades para ingressar nesse curso. Apesar disso, não é tão simples garantir a sua aprovação, como foi antecipado anteriormente, a concorrência é um grande obstáculo para o vestibulando. 

Em contrapartida, um bom preparo com o planejamento organizado e apoio tornará mais próxima a concretização desse objetivo. Dessa forma, crie uma estratégia de estudos que facilite a sua prática no dia a dia. 

Para começar, escolha seu método de estudo. Caso não saiba a melhor forma de estudar, há sete dicas simples que podem ajudar a se preparar de modo mais adequado para o vestibular de Medicina 2022:  

  1. Elabore resumos – separando as informações mais importantes, ficará mais fácil para revisar o conteúdo no futuro. Algo bem importante para se sair bem nas provas e conquistar a aprovação.
  2. Crie um cronograma – como você dará conta de todo conteúdo do ensino médio, das aulas e das práticas de redação se não organizar a sua rotina dividindo seu tempo entre tudo que precisa ser estudado? Estudar sem planejamento pode lhe deixar perdido e sem conseguir notar a sua evolução em relação às demandas do vestibular.
  3. Reconheça as suas principais dificuldades – sabemos que há muito conteúdo para ser aprendido e revisado, mas compreenda que sem dar a devida atenção àquilo que lhe faz derrapar nas provas não há como ter bons resultados. Por exemplo, caso note que seu ponto fraco está em Matemática, busque todos os dias ou com maior frequência na semana estudar essa disciplina mesmo que precise dividir o tempo com outra área do conhecimento com a qual tenha mais facilidade. Isso lhe ajudará bastante!
  4. Pratique redação – em cursos concorridos, como Medicina, a nota da sua produção textual pode fazer muita diferença na sua nota final. O erro que vários vestibulandos cometem é de não colocar como prioridade a realização de pelo menos uma redação toda semana.
  5. Procure provas antigas e faça simulados – teoria sem prática não serve para muita coisa. Isso significa que sem fazer as aplicações de anos anteriores dos vestibulares que irá prestar e os simulados será impossível realizar o seu sonho. Isso porque você não aplicará tudo que aprendeu.
  6. Peça ajuda – claro que você tem que aprender, mas isso não significa que precisa fazer tudo sozinho. Embora não pareça, estudar é uma atividade complexa que demanda muito do vestibulando e não há nada de errado pedir socorro para pessoas próximas se não está entendendo algum conteúdo ou se está com problemas para estabelecer uma rotina de qualidade direcionada aos estudos. A sua jornada pode ser mais leve, não se cobre tanto e aceite ser ajudado. 
  7. Descanse – pode parecer loucura pedir que você descanse enquanto se dedica com suor e sangue para ser aprovado no vestibular de Medicina, porém sem o descanso merecido não há como aprender. Quanto mais cansado estiver, menos conteúdo irá absorver, dessa forma só terá perdido saúde e tempo porque o seu desempenho ficará abaixo do esperado e isso será visto concretamente nos seus resultados de provas e de simulados realizados. 

Bom, você já tem colocado todas essas dicas em prática, mas está sem saber em quais assuntos focar nesse momento? Não se desespere, nas próximas linhas isso vai ficar mais claro. Acompanhe! 

O que cai no vestibular da Faculdade de Medicina? 

De modo geral, o que cai no vestibular de Medicina de muitas instituições de ensino superior, na Fuvest para Medicina na USP ou no Enem, é o conteúdo estudado durante todo o ensino médio. Isto é, será imprescindível que você domine questões relacionadas às diferentes áreas do conhecimento que teve contato na escola. Como muitas instituições fazem o seu processo seletivo dividido em primeira e segunda fases, geralmente mudam poucas coisas no conteúdo, alternando entre questões objetivas e dissertativas e deixando a segunda fase com um foco maior em disciplinas relacionadas ao curso escolhido. 

Considerando isso, podemos elencar quais costumam ter mais peso nos exames de ingresso em Medicina e, consequentemente, precisam de mais dedicação: 

  • Matemática; 
  • Química; 
  • Física; 
  • Biologia; 
  • Redação. 

Além disso, é essencial que os livros de leitura obrigatória de cada universidade sejam lidos integralmente. Essa atividade pode ser inserida na sua rotina como se não fosse por causa de uma avaliação, crie momentos para uma leitura prazerosa a tornando parte dos seus momentos mais descontraídos. 

Portanto, o objetivo pode ser Fuvest, vestibulares tradicionais ou faculdades particulares de Medicina pelo Enem, o que realmente fará a diferença é o seu planejamento e a sua dedicação. Para garantir um bom desempenho, coloque em prática tudo que viu por aqui e siga em direção à aprovação! 

Até mais! 

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Como ir bem no vestibular Unicamp 2022?

Há 58 anos a Universidade de Campinas (UNICAMP) aplicava o seu primeiro vestibular que contou com 1.592 candidatos para as 50 vagas existentes da Faculdade de Medicina. Aos poucos, criou-se outros cursos e, hoje, é uma das grandes referências em ensino, pesquisa e relações com a sociedade. Entretanto, muitos vestibulandos possuem medo dessa avaliação, uma vez que a consideram difícil devido às suas características particulares. 

Com o vestibular Unicamp 2022 se concretizando, o temor se torna mais presente e gera insegurança, o que atrapalha os candidatos. Embora tenha aspectos bem únicos, é possível se dar bem na Unicamp 2022 e você está no lugar certo para acabar com todas as suas dúvidas sobre esse exame. Acompanhe! 

Como funcionam as provas da Unicamp? 

Assim como a Fuvest e outros vestibulares mais tradicionais, a prova da Unicamp possui primeira e segunda fases. Sabendo disso, é necessário ter em mente que você só conseguirá realizar as avaliações da segunda fase caso seja aprovado na primeira.  

Na primeira fase da Unicamp, teremos 72 questões objetivas de múltipla escolha sobre as áreas do conhecimento estudadas no ensino médio, cada questão vale 1 ponto e a abordagem dos enunciados pode ocorrer de maneira interdisciplinar. Elas são distribuídas da seguinte maneira: 

  • 12 questões de Língua portuguesa e Literatura; 
  • 12 questões de Matemática; 
  • 8 questões Biologia; 
  • 8 questões de Física; 
  • 8 questões de Geografia/Sociologia; 
  • 8 questões de História/Filosofia; 
  • 8 questões de Inglês; 
  • 8 questões de Química. 

Nesse dia, estavam previstas 4 horas para a resolução das questões, porém o tempo foi ampliado para 5 horas, em outubro de 2021. Além disso, o candidato deve permanecer no mínimo 2 horas em sala. Você pode se preparar melhor resolvendo provas anteriores da Unicamp. Aliás, para seguir no processo seletivo, os estudantes precisam obter 550 pontos ou mais na nota final da primeira fase e o limite de pessoas convocadas é estabelecido a partir da relação candidatos/vaga, variando entre 4 e 10 vezes mais aprovados em relação ao número de vagas disponível para determinado curso.  

Na segunda fase Unicamp, teremos dois dias de prova com questões dissertativas e uma produção textual. Geralmente, divide-se assim para tornar viável a resolução de todas as questões de cada área do conhecimento e a escolha da proposta de redação que será desenvolvida. Você deve estar surpreso por poder escolher entre duas propostas e realmente deve ficar atento a esse detalhe! É aqui que começam as diferenças da Unicamp 2022 se compararmos a outros vestibulares, por exemplo, a Fuvest. Os dias são organizados desse modo: 

1º dia 

  • Redação à duas propostas de textos para que seja executada apenas uma; 
  • Língua Portuguesa e Literatura à 8 questões; 
  • Língua Inglesa à 2 questões interdisciplinares. 

2º dia 

No segundo dia, há uma subdivisão:  

  1. Para todos os candidatos: 
    Matemática – 6 questões;
    Ciências Humanas – 2 questões interdisciplinares;
    Ciências da Natureza – 2 questões interdisciplinares. 
  2. Provas de conhecimentos específicos (PCE), conforme a opção de curso:  Área Ciências Biológicas/Saúde à 6 questões de Biologia e 6 de Química;
    Área de Ciências Exatas/Tecnológicas à 6 questões de Química e 6 de Física; 
    Área de Ciências Humanas/Artes à 6 questões de Geografia e 6 de História, atreladas aos conteúdos de Filosofia e de Sociologia. 

Para a resolução das questões desse dia, a avaliação terá a mesma duração do primeiro dia: mínimo de permanência em sala de 2 horas e máximo de 5 horas. Apesar de ter 22 perguntas no total, vale lembrá-lo que a quantidade menor que da primeira fase não torna esse momento mais simples, principalmente, por ser necessário um bom manejo do tempo a fim de dar conta das perguntas e da produção de seu texto. 

Um outro quesito importante é estar ciente se seu curso exige Prova de Habilidades específicas. As carreiras de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música requerem essa realização. Caso tenha como opção algum desses cursos, consulte o manual do candidato para não ser pego de surpresa pela desclassificação por ter pulado essa etapa. 

Como você deve ter percebido, a redação Unicamp tem algo distinto daquilo que estamos habituados. Então, segue a leitura para não ficar com dúvidas!  

Qual o tipo de redação da Unicamp? 

No vestibular Unicamp 2022, o vestibulando irá receber duas propostas de redação contendo 1 ou 2 textos de apoio que servem para orientar quanto ao tema e possibilitar a escolha do que será desenvolvido. Isto é, você terá a opção de decidir qual das propostas é mais confortável para escrever. Além disso, há instruções sobre os interlocutores e o contexto da situação em que eles estão inseridos.  

Entretanto, há necessidade de muita atenção no seu plano de estudos porque nós não saberemos o gênero textual cobrado até o momento de aplicação da prova ao contrário do Enem, da Fuvest e de outros vestibulares. Isso faz com que o vestibulando em sua preparação tenha que estudar vários gêneros, recomendamos que conheça aqueles que já marcaram presença na Unicamp em provas anteriores e, também, explore possibilidades inéditas a fim de que esteja mais confiante nessa segunda fase da Unicamp

Portanto, por esse diferencial, alcançar uma boa nota em redação pode definir a aprovação por ser capaz de melhorar a sua classificação geral no curso dos sonhos. Se o formato da proposta de redação causa insegurança, queremos lembrar a você que com treino e dedicação é possível superar esse obstáculo.  

Como não só de redação se faz um vestibular, veja em seguida como se preparar para Unicamp 2022

O que estudar para a Unicamp 2022? 

A Unicamp é bem parecida com outros vestibulares em relação ao conteúdo cobrado. Um dos aspectos em que se diferencia é como são analisadas as respostas do candidato na segunda fase em que se faz necessário discorrer sobre o assunto de cada item. Algumas habilidades você precisa aperfeiçoar para atingir seu objetivo: 

  • clareza ao se expressar; 
  • organização das ideias; 
  • relação entre as ideias e o que foi pedido no enunciado; 
  • interpretação de gráficos, dados e fatos; 
  • capacidade de elaborar hipóteses; 
  • domínio dos conteúdos desenvolvidos durante o ensino médio; 
  • capacidade de interpretar e de relacionar informações interdisciplinares. 

Outra diferença são os livros que precisam ser lidos para resolver cada questão apresentada. As obras que devem ser estudadas podem ser consultadas no site da Comvest

Quer saber ainda mais sobre esse vestibular? Então, baixe o nosso e-book SeLiga! Unicamp 2022

Até mais! 

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Como se preparar para Fuvest?

Em 1976, a Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) foi criada a fim de garantir o ingresso na Universidade de São Paulo (USP). Antes disso, a admissão era feita por entidades autônomas formadas por docentes da USP e de outras instituições de ensino superior. 

Hoje, a Fuvest não é a única maneira de você atravessar as portas dessa universidade, há em média 2.000 vagas reservadas todos os anos para as quais podem concorrer estudantes de todo Brasil que prestarem o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e se inscreverem pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). 

Desse modo, começar um curso preparatório Enem e vestibular é muito importante se você tem o intuito de fazer uma boa revisão Fuvest primeira fase e, ao sair a sua aprovação, investir na revisão segunda fase Fuvest. Mas ainda está um pouco perdido sobre o que seria primeira ou segunda fase? Não sabe como direcionar os estudos para esse vestibular? 

Segue a leitura para resolver isso até o final deste texto! 

Como funciona a Fuvest? 

A Fuvest funciona de maneira semelhante a outros vestibulares que possuem primeira e segunda fases. E essa característica requer assimilação do candidato para que se prepare adequadamente.  

Para começo de conversa, você só fará a segunda fase caso seja classificado na primeira. Apesar disso, não significa que os estudos dessa etapa deverão se restringir ao período pós-divulgação dos aprovados. O seu planejamento para treinar necessita estar pronto logo depois de encerrada a primeira fase. Assim, quando sair o resultado, você terá se adiantado em sua revisão segunda fase Fuvest e ganhará mais confiança no dia da prova. 

Então, funciona assim: os concorrentes com as melhores classificações são pré-selecionados para a segunda fase. E as notas das duas fases serão utilizadas na classificação final junto a pontuação da prova de habilidades específicas quando o curso a exigir. Além disso, são aprovadas para o próximo nível as pessoas que estiverem entre os mais bem classificados. Essa lista será formada pelo número correspondente a 4 vezes o número de vagas do curso escolhido dentro da sua modalidade de concorrência. 

Importante evidenciar que quem obtiver menos de 30% de acertos na prova da primeira fase será eliminado. Isso significa que com menos de 27 questões corretas, o processo seletivo se encerrará para você.  

Depois de realizar a segunda fase, é aguardar a publicação dos aprovados e consultar o manual do candidato no site da Fuvest, nele haverá as informações sobre matrícula e as instruções complementares para que ela seja efetivada. Uma dica: se você não for convocado na primeira chamada, não desista, demonstre interesse na lista de espera para as próximas chamadas e fique atento para não perder os prazos. 

Agora que já entendeu um pouco mais sobre o funcionamento da Fuvest, quer saber como é a estrutura dessa prova em cada uma de suas fases? Vem com a gente! 

Como é organizada a prova da Fuvest? 

Antes de iniciar a sua revisão Fuvest, dominar a estrutura da prova é primordial. Além de se dividir em primeira e segunda fases, a prova da Fuvest estrutura cada etapa de maneira única. Portanto, é imprescindível estar atento às suas características. 

1ª fase 

No primeiro momento da Fuvest, temos uma avaliação com 90 questões objetivas de múltipla escolha com cinco itens cada, havendo apenas uma opção correta. Esse número é dividido nas áreas do conhecimento estudadas durante o ensino médio: 

  • Biologia; 
  • Química; 
  • Física; 
  • Matemática; 
  • Português; 
  • Inglês; 
  • História; 
  • Geografia. 

2ª fase 

Na segunda etapa, temos uma prova dividida em dois dias. No primeiro dia, há 10 questões discursivas de português (interpretação de texto, literatura e gramática) e uma redação, a pontuação é distribuída igualmente entre as perguntas e a produção de texto.  

No segundo dia, há 12 questões discursivas de áreas do conhecimento relacionadas ao curso escolhido por você. Para conhecer exatamente o que será cobrado, o manual do candidato deve ser consultado. Mas já podemos adiantar que as questões podem ser divididas em duas, três ou quatro disciplinas. Dessa forma, teremos: 

  • 2 disciplinas: 6 questões em cada;  
  • 3 disciplinas: 4 questões em cada; 
  • 4 disciplinas: 3 questões em cada. 

Além disso, os cursos que têm prova de habilidades específicas na segunda fase são: 

  • Artes Cênicas; 
  • Artes Visuais; 
  • Música. 

Bom, agora que você está entendendo o que é a Fuvest e a sua estrutura, pode estar se perguntando o que fazer para ser aprovado. Nesse caso, segue para a próxima seção que lá você encontrará o que precisa! 

O que é preciso para passar na Fuvest? 

Dependendo da opção de curso, você pode se deparar com uma grande concorrência, ou seja, um número alto de candidatos por vaga. Então, para vencer esse obstáculo, é essencial que você se destaque. Uma das opções é fazer a revisão Fuvest em um excelente curso preparatório para Enem e vestibular com intuito de alcançar o seu objetivo e praticar o que é imprescindível para passar. 

  1. Entender a importância da dedicação: fazer disso uma regra até a sua aprovação. Ninguém conquista o que deseja sem se dedicar.  
  2. Ler as obras obrigatórias: muita gente acha que basta ler um resumo ou assistir a um vídeo de algum professor falando sobre as obras. Isso é um equívoco, você até pode ler um resumo após a leitura integral, mas terá um aproveitamento melhor colocando em prática o item 1 ao executar essa tarefa. 
  3. Fazer simulados e redações: treino é tudo. Esse hábito trará mais segurança e, ainda, proporcionará domínio das características das questões e da redação Fuvest. 
  4. Elaborar um cronograma de estudos: planejamento mudará a sua relação com os estudos. Esse recurso ajudará a aumentar o seu foco e o aproveitamento do tempo que há para estudar. 
  5. Estudar o conteúdo delimitado no manual do candidato e atualidades: a Fuvest não pode cobrar aquilo que não foi publicado no manual. Isso quer dizer que não adianta você querer obter todo conhecimento existente para a prova, foque naquilo que de fato é necessário. 
  6. Manejar o tempo: isso você aprenderá colocando o item 3 em prática. Lembre-se que não adianta saber todo o conteúdo, mas não saber aplicar no período determinado. 
  7. Cuidar da saúde física e mental: todas as dicas só irão funcionar se você descansar e perceber os seus limites. Como colocar todos os seus planos em ação sem equilíbrio emocional e exausto? Não dê bobeira! 

Continue por aqui para mais dicas! 

Até mais! 

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Qual a importância da revisão nos vestibulares e ENEM?

As datas dos vestibulares e do ENEM vão se aproximando e, então, surge uma voz na sua cabeça: revisar o conteúdo ou não revisar? Eis a questão! E você até pode ter dúvidas, mas já adiantamos que há apenas uma resposta correta: sem a revisão ENEM ou vestibular e a revisão redação ENEM a tão sonhada aprovação não se realizará. Mas ainda dá tempo de gerar uma mudança para organizar os seus próximos passos e começar a sua revisão Anglo

Segue na leitura dos tópicos seguintes para descobrir como fazer isso! 

Por que revisar é importante? 

Se pensarmos um pouquinho, perceberemos que desde os anos iniciais até os últimos anos do ensino regular, revisar o que aprendeu era um hábito necessário para aqueles que desejavam aprender de maneira efetiva. O intuito de fazer uma revisão não pode ser decorar fórmulas ou citações. Na verdade, trata-se de uma oportunidade de revisitar cada tópico com intuito de finalizar as últimas dúvidas. 

Além disso, a revisão serve como uma rede de apoio que proporcionará mais segurança aos vestibulandos que a colocarem em prática. Vale ressaltar que isso não deveria ser uma técnica utilizada apenas por alunos bastante exigentes ou que sabem que seu curso possui grande concorrência, essa precisaria ser uma preocupação de qualquer estudante que está focado em atingir o melhor resultado possível. 

Só que antes de falarmos sobre como fazer a sua revisão, você tem de compreender o valor de um bom plano de estudos. 

Qual a importância do plano de estudos? 

Você sabe o que é um plano de estudos? Para esclarecer, o plano de estudos consiste numa ferramenta fundamental de organização dos conteúdos, dos métodos de aprendizagem que serão utilizados e do tempo gasto durante todo esse período de dedicação. Se você em algum momento necessitou seguir um cronograma, já está um pouco familiarizado com esse tipo de planejamento. Por outro lado, caso nunca tenha tido contato com algo semelhante, não se preocupe que não é um bicho de sete cabeças e há vários motivos para elaborar o seu, uma vez que é importante para: 

  • motivar: esse é um dos itens essenciais para que os seus estudos funcionem. Sem motivação, transforma-se numa missão impossível realizar qualquer tarefa, um bom planejamento proporciona esse impulso interno que gerará a ação. Isso significa que você se sentirá mais disposto a agir sabendo em detalhes o que há para ser feito no seu dia. 
  • melhorar o foco: com os horários definidos, inclusive para os momentos de descanso — não se esqueça de incluir esse item no seu cronograma —, será mais fácil ter foco. A visão da totalidade do seu dia, diminuirá a sensação de não saber o que priorizar, algo que muitas vezes pode levar a não estudar por se sentir perdido. 
  • aumentar a concentração: se você já sabe que daqui quinze minutos poderá dar uma pausa, na qual as redes sociais e o descanso estão listados como possibilidades, conseguirá se concentrar naquilo que se propôs estudar. Mesmo que para você isso seja uma dificuldade, pode confiar que a concentração se torna mais constante com a prática e o distanciamento de aparelhos e ambientes com distrações. 
  • potencializar a autoconfiança: no momento que conseguir seguir o seu planejamento, isso promoverá a intensificação da sua autoconfiança e a fixação do conhecimento para ser lembrado no dia da prova. Além disso, você se sentirá orgulhoso de si e capaz de ultrapassar os obstáculos que possam aparecer em seu caminho durante a sua trajetória como vestibulando. 

Qual a melhor maneira de fazer revisão para o vestibular? 

Existem dois caminhos para a sua revisão: fazê-la ao longo de todo processo de estudo ou iniciá-la com no mínimo um mês de antecedência das avaliações. Não importa se for revisão ENEM, revisão vestibular ou revisão redação ENEM, o segredo é elaborar um bom plano de estudos a fim de criar uma estratégia que funcione no seu dia a dia.  

Uma estratégia a longo prazo é revisar os conteúdos assim que aprendidos; fazendo, pelo menos três revisões do mesmo assunto. A primeira em no máximo 24 horas, a segunda em 7 dias e a terceira em 30 dias. E não cometa o erro de revisar os mesmos conteúdos constantemente todos os dias, isso apenas lhe atrapalhará. A curto prazo separe os seus resumos e os organize ao longo de sua rotina com a intenção de revisá-los dentro de um prazo estabelecido no seu planejamento. 

Independentemente da sua escolha, é válido considerar algumas coisas fundamentais: 

  • faça anotações relevantes e objetivas: as suas fichas e marcações farão toda a diferença porque elas devem conter as partes mais importantes do que estudou. O que você deve marcar como importante para ser retomado depois, as listas, fórmulas, definições, textos em destaque (negrito). Vale até elaborar um resumo com as informações, mas em vez de texto em parágrafos que tal apostar em um mapa mental? 
  • controle o tempo das revisões: revisões por longos períodos podem não gerar muito resultado. Procure não ficar no mesmo conteúdo por mais de vinte minutos, estude um pouco o assunto e em outro momento volte caso seja necessário de fato. 
  • exercite a memória: lembrar daquilo que estudou faz parte do processo de revisão. Então, antes de consultar o seu material e anotações, force a memória a fim de relembrar a teoria para o dia da prova.
  • ensine outras pessoas: a melhor forma de aprender é ensinar. Por isso, separe um tempo para ensinar seus colegas e conte como um momento de revisão. 

Outra tática é fazer todo o processo de revisão em uma instituição. A revisão Anglo é uma opção, visto que há mais de oito opções de modalidades que podem facilitar bastante a sua vida. Uma delas é a Divisão por turma, a qual focará exatamente naquilo que você precisa estudar sem perda de tempo. 

Espero que tenha compreendido a importância da revisão e aproveitado as dicas. 

E venha fazer a sua revisão em nossas unidades, aqui é sucesso! 

Até mais! 

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5 dicas para fazer uma boa redação!

Você já parou para pensar o porquê de a redação em qualquer vestibular ser tão valorizada e, em muitos casos, possuir grande potencial para eliminar o candidato da disputa pela vaga tão desejada no curso dos sonhos? Não!? Então, preciso lhe dizer que já passou da hora de dar o devido valor para a produção textual. 

A importância dessa parte dos exames acontece porque é assim que as instituições conseguem avaliar os vestibulandos de maneira global. E você sabia que a maioria das pessoas que prestam essas provas não ultrapassam a nota-média calculada para a redação e que esse valor está bem distante da pontuação máxima? Em 2020, o INEP divulgou que, de 1000 pontos possíveis, muitos não ultrapassaram a marca de 588,74. 

Além disso, em algum momento, todos os vestibulandos irão se perguntar como melhorar o seu texto e atingir valores mais altos durante as correções, assim como as melhores redações ENEM, e devemos ressaltar que não costumam ser muitas. Na última aplicação, apenas 28 pessoas obtiveram nota-máxima. É válido pontuar que esse fenômeno não ocorre apenas no Exame Nacional do Ensino Médio, na redação Fuvest e na redação para qualquer outro vestibular há o mesmo desafio em relação a pontuação. E, geralmente nas instituições, a redação vale muito na composição final da nota, o peso é semelhante ou, até mesmo, igual àquele estabelecido às diversas áreas do conhecimento, ou seja, ela sozinha pode valer o mesmo que todas as questões de matemática ou de história, por exemplo. 

Se você quer parar de “dar bobeira”, avançar na lista de classificados dos vestibulares e entrar para o grupo das melhores redações ENEM, segue a leitura que temos muito para falar sobre isso. 

O que precisa ter na sua redação? 

Com exceção da UNICAMP, a maioria dos vestibulares apostam, unicamente, em um modelo de redação para vestibular que se estrutura como um texto dissertativo-argumentativo. Isso significa que os avaliadores querem ver o quão bom você é ao desenvolver as suas ideias e defender o seu ponto de vista. 

Para isso, há a necessidade de saber, ao menos, organizar o conteúdo em parágrafos e o que escrever em cada um deles para que a sua produção esteja próxima daquilo que se espera desse tipo de texto. Então, separe-o em quatro parágrafos: (1) Introdução (2) desenvolvimento (1) conclusão.  

  • Na introdução, devem estar a tese (o ponto de vista que será defendido) e apresentação do tema (disponibilizado em forma de pergunta ou de afirmação no comando da proposta) e, se possível, uma prévia dos seus argumentos, porém não cometa o erro de já argumentar aqui.  
  • Nos parágrafos de desenvolvimento, devem estar os seus argumentos — um em cada —, as justificativas sobre eles e o aprofundamento criando uma relação com a tese, além de embasamento teórico.  
  • Já na conclusão, faça uma retomada da discussão que foi desenvolvida no seu texto. 

Pode parecer complexo ou até mesmo confuso em um primeiro momento, porém quanto mais você praticar, mais fácil e rápido será realizar essa tarefa. Só que não basta saber o que a sua redação precisa ter, é essencial que estejam claros outros aspectos para tirar uma boa pontuação na correção que haverá.  

E já pode começar a comemorar que, no próximo tópico, temos cinco dicas de como realizar esse feito! 

Como tirar uma boa pontuação na redação? 

Saiba que não há milagres para obter uma nota alta na redação, na verdade, há necessidade de estudo e de muito treino. Dessa forma, compreender que essa parte da prova pode determinar a sua aprovação ou reprovação é o primeiro passo para alcançar essa meta.  

Como citei alguns parágrafos acima, boa parte dos vestibulares, seja os que cobram um texto mais semelhante à redação Fuvest seja a redação do ENEM que propõe ao candidato que solucione a problemática existente no tema, exigirá um texto dissertativo-argumentativo. Por esse motivo, mostra-se fundamental ter em mente o que é indispensável para ir bem nesse tipo de produção.  

  1. Siga uma estratégia de estudo: de nada adianta, aprender a teoria e não colocar em prática aquilo que aprendeu. Você precisará criar uma boa estratégia para que o seu treino aconteça, ao menos, uma vez por semana. Assim, foque na organização dos seus horários sempre separando um tempo para escrever, escolha temas de vestibulares ou de Enem anteriores, além de buscar propostas de redações inéditas que apresentem assuntos mais atuais. 
  2. Elabore frases curtas e objetivas: períodos muito longos podem ficar ambíguos ou, ainda, confusos. Explore a variedade vocabular, mas lembre-se de separar bem as ideias utilizando ponto-final quando necessário e/ou possível e mostre complexidade criando inversões sintáticas nas orações. 
  3. Busque feedback de um professor: não há como evoluir sem que um especialista analise o que precisa ser melhorado. Entendendo isso, a cada produção peça ajuda a um professor na correção do seu texto. Ele será capaz de lhe orientar sobre aquilo que precisa de uma atenção maior e como melhorar nas próximas redações.
  4. Aperfeiçoe o uso de coesão e coerência: mais que boas ideias, é imprescindível que ao escrever as partes do texto sejam coerentes e estejam conectadas. Para isso, sempre releia a redação ao terminá-la e, após a correção de um professor, faça uma reescrita focando em aprimorar a sua maneira de transpor para o papel as informações e argumentos sobre o tema. 
  5. Crie hábito de leitura: a competência linguística ocorre não só por meio da prática de escrita, mas também do simples hábito de ler. Mesmo que no começo haja uma resistência nesse exercício, posso afirmar que quanto mais repertório textual tiver e mais contato com a leitura existir, mais habilidade para escrever você terá. Acredite: um bom escritor se origina, necessariamente, de um bom leitor! 

Então, o que está esperando para se tornar o mestre das palavras executando essas 5 dicas e, como consequência, atingir notas mais altas em sua redação? Se, por algum motivo, faltar motivação e/ou referência para começar veja as melhores redações do ENEM, de 2018, analisadas por especialistas do INEP

E calma que em breve traremos mais dicas por aqui! 

Até mais! 

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Saiba como ir bem no ENEM!

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma das avaliações mais importantes do Brasil, não apenas por sua longa história que começou em 1998, mas também por ser uma das principais formas de ingresso às universidades nacionais e uma das alternativas viáveis para conquistar uma vaga nas instituições portuguesas, desde 2014, com a criação do programa ENEM Portugal. Então, se você chegou até aqui porque precisa entender como fazer o ENEM e se dar bem nessa prova, continua a leitura que este texto ajudará bastante na sua jornada até o ensino superior. 

Como é aplicada a prova do Enem? 

O ENEM é aplicado em dois dias, durante quase dez anos a prova acontecia em um final de semana, mas passou a ser aplicada em dois domingos consecutivos desde 2017. A avaliação é composta por uma redação e 180 questões objetivas de múltipla escolha, separadas por áreas do conhecimento: 

  • ciências humanas e suas tecnologias; 
  • linguagens, códigos e suas tecnologia; 
  • matemática e suas tecnologias; 
  • ciências da natureza e suas tecnologias. 

O primeiro dia de aplicação possui 45 questões de ciências humanas e 45 de linguagens, além de uma redação dissertativa-argumentativa com no mínimo 8 e no máximo 30 linhas, o tempo para realizar essa missão é de cinco horas e meia. Já o segundo dia tem 45 questões de matemática e 45 de ciências da natureza para serem resolvidas em cinco horas. Uau, são dez horas e meia de prova!  

Com certeza, você percebeu que é um exame de resistência e de muito conhecimento, por isso é importante estar atento e se preparar, uma maneira simples é criar o hábito de fazer simulado ENEM e resolver os cadernos dos anos anteriores. Isso porque só assim para conseguir se acostumar com a intensidade e exigência presentes nesses dois dias de aplicação. 

Quer saber como ficar craque estudando com qualidade para o ENEM? Vem comigo descobrir nas próximas linhas! 

Qual a melhor forma de estudar para o Enem? 

Quando pensamos em nos preparar para uma avaliação como o ENEM, ficamos perdidos e, muitas vezes, começamos os estudos sem qualquer planejamento. Bom, sem dúvidas, esse não é o melhor caminho para conquistar uma boa nota e entrar na universidade dos seus sonhos. 

Para começar, leia a cartilha do participante com atenção para compreender como fazer o ENEM. Não tem como realizar um teste sem conhecer as suas regras, não é mesmo? 

É importante um local organizado em que possa estudar, seja em casa seja na escola. O ambiente escolhido fará muita diferença no seu desempenho, evite locais barulhentos e com muitas distrações.  

Um outro ponto importante, é deixar o celular distante para dificultar o acesso e impossibilitar uma olhadinha naquela notificação aleatória que sempre chega devido à nossa vida hiper conectada. Se isso parece um pesadelo, estabeleça pausas a cada 25 minutos, veja o que precisa no smartphone, coma algo, vá ao banheiro, descanse tudo isso em 15 minutos, voltando ao foco anterior em seguida. Assim, você será capaz de se acostumar sem muito sofrimento. 

Mas como escolho os conteúdos? 

É importante escolher bem os conteúdos e os materiais que serão utilizados como base dos seus estudos, vale a pena acessar páginas confiáveis. No site do pré-vestibular Anglo, podem ser acessadas avaliações de várias instituições e as resoluções comentadas dessas provas. Algo fundamental porque revisando as três últimas aplicações do ENEM os candidatos elencam os assuntos mais recorrentes para priorizar no seu planejamento. 

Procure se atualizar sobre as notícias do Brasil e do mundo por meio de fontes seguras, um erro de conceito tem potencial de atrapalhar muito no ENEM. Entenda as suas dificuldades e faça exercícios específicos relacionados a elas, claro que é necessário estudar de maneira global, porém, se há uma fragilidade específica, nada melhor do que buscar superá-la a fim de consolidar o seu aprendizado. 

E o que eu faço com tanta informação? Pratique! 

Resolva provas de outros vestibulares com nível de dificuldade maior, faça listas de exercícios sempre que houver oportunidade, fuja de decorebas, dê atenção para os enunciados (grifando as principais informações), treine sua leitura para perceber ambiguidades, aperfeiçoe o seu raciocínio lógico, faça resumos e relações entre as áreas do conhecimento, busque referências (filmes, literatura, arte etc.). 

Quanta coisa até aqui, só que ainda não acabou! 

Há um outro fator que muitos quase não dão valor: a interpretação de texto. Sem essa habilidade, é quase impossível obter bons resultados no ENEM, por esse motivo melhore a sua interpretação de texto. Isso requer uma leitura atenta, além de curiosa, para não deixar espaços para dúvidas. Pode não parecer, mas interpretar texto é, também, analisar as figuras, os gráficos e as tabelas. Então, fique atento! 

E, sim, focar no conteúdo é muito importante, mas de nada adianta saber tudo e não conseguir resolver as questões no tempo pré-determinado. Por esse motivo, controle o tempo gasto quando fizer resoluções de algum simulado ENEM. Assim, no dia da prova, o relógio não virará seu inimigo. 

Por último, mas não menos importante, descanse. Se tem um ensinamento valioso que aprendi sobre estudar e acredito ser importante passar adiante é: cérebro cansado não absorve conteúdo! 

Mas há uma parte do ENEM que merece um destaque na hora de estudar: a redação. Se você realmente quer se preparar, continue por aqui para as próximas dicas! 

5 dicas para ir bem na redação do ENEM 

  1. Domine a modalidade escrita da língua portuguesa.  
  2. Compreenda o tema e o relacione a algum conhecimento sociocultural. 
  3. Selecione, relacione, organize e interprete informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 
  4. Utilize os recursos coesivos quando necessário para a construção de uma argumentação coesa e coerente.
  5. Respeite os direitos humanos e elabore uma proposta de intervenção. 

Ufa! Agora que já está sabendo tudo isso sobre o ENEM e pode começar a estudar, pegue o seu material, continue com o Pré-vestibular Anglo que em outras postagens há muito mais que você precisa saber e além disso, acesso o material que nosso departamento de vestibulares preparou para você, o Seliga Enem

Até a próxima! 

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5 dicas para não reprovar no vestibular

Você sabia que desde 1911 que os exames para ingressar em universidades são obrigatórios? A partir dessa mudança que as avaliações foram estruturadas e aperfeiçoadas a cada ano com o intuito de ter os indivíduos mais bem preparados ocupando as vagas das instituições de ensino superior. 

Depois de 110 anos, podemos afirmar que a concorrência e complexidade das provas aumentaram muito. Por isso, continua a leitura para fugir da reprovação no vestibular!  

Como não reprovar no vestibular? 

  1. Mantenha os conteúdos atualizados: nada mais arriscado que se apoiar em materiais que apresentam dados, fatos e teorias desatualizadas. Pode parecer exagero, mas isso tem um grande potencial de arruinar a sua chance de entrar na universidade dos sonhos. Além disso, não basta apenas recorrer a qualquer site sem checar se realmente é uma página confiável. Sempre leve em conta as informações erradas e falsas que circulam no mundo virtual. Atualize-se e faça a sua revisão de vestibular acompanhando instituições sérias para não se dar mal. 
  2. Treine com frequência: as chances de reprovar sem fazer revisão de vestibular são muito grandes. E para que seja um estudo eficiente é necessário encarar como um hábito que fará parte da sua rotina. Não adianta fazer um ou dois simulados durante o ano acreditando que isso será suficiente, entenda que quanto mais praticar, mais preparado estará ao encarar as provas dos vestibulares.  
  3. Aperfeiçoe os conhecimentos matemáticos: falou em matemática você foge? Bom, saiba que é um dos diferenciais para ser aprovado nos exames que você fizer. Pode parecer injusto valorizarem tanto uma área do conhecimento, porém é aqui que muitos concorrentes se destacam dos demais. Isso porque vários cursos colocam uma porcentagem maior nessa disciplina justamente pela consciência de que boa parte dos candidatos a tem como seu “calcanhar de Aquiles”. Então, vale muito a pena se dedicar um pouco mais para melhorar seu desempenho nessa área. 
  4. Escreva uma redação por semana no mínimo: outro ponto que diversos vestibulandos esquecem ser importante é a redação, deixam para começar a treinar nos últimos meses ou até mesmo um mês antes das avaliações. O problema é que a verdade é cruel, sem uma redação de qualidade as portas de muitas instituições estarão fechadas para você. Por esse motivo, estude o conteúdo e paralelamente treine produção de texto, uma por semana é o mínimo. É essencial praticar até que o dia da prova chegue de fato. Fique atento!
  5. Cuide do seu equilíbrio emocional e do seu sono: esse aspecto nem sempre é levado em consideração, por conta disso, várias pessoas se frustram por não entenderem a reprovação, uma vez que cumprem os quatro itens anteriores. O erro é pensar que sem dormir ou com a mente sobrecarregada é possível realizar uma boa avaliação ou até mesmo absorver bem os conteúdos estudados. Logo, se você estiver cansado, sobrecarregado; o melhor que tem a fazer, e que realmente irá lhe ajudar, é ir descansar para depois voltar renovado aos estudos.

 Como se preparar para as provas? 

Para lhe ajudar a construir a sua rotina de estudos, vale a pena recorrer a algum método elaborado por um especialista na área de aquisição de conhecimento. Existem diversas técnicas, como Pomodoro, Método Robinson (EPL2R), estudo mnemônico, mapa mental, ensinar outras pessoas, gravar áudios etc.  

Mas, além de escolher uma boa técnica de estudo, você precisa saber o que irá revisar. Para isso, você pode focar em uma boa revisão Fuvest nesse momento. Assim, o primeiro passo é recorrer a provas antigas de primeira fase ou simulados, aqui o treino será de questões objetivas. Além disso, pode intercalar com uma revisão da segunda fase Fuvest, as questões são dissertativas e ao treiná-las se preparará, também, para a redação, parte superimportante para a sua aprovação. 

Fuvest é um exemplo de vestibular tradicional, porém nada impede que a organização para exames de outras instituições siga a mesma estrutura. E você quer saber o que estudar na sua revisão da segunda fase Fuvest? Aproveite que nas próximas linhas vamos falar sobre isso! 

O que estudar na revisão da segunda fase 

 Ao começar a sua revisão Fuvest, muitas dúvidas sobre o que estudar podem surgir. São diversos conteúdos de muitas áreas do conhecimento, só que sempre há aqueles que se destacam e precisam de um pouco mais de atenção. 

Entretanto, antes de falar dos conteúdos, é preciso entender como funciona a estrutura dessa fase.  

  • No 1º dia, são dez questões de português mais uma redação; 
  • No 2º dia, há doze questões divididas em duas ou quatro disciplinas, a quantidade depende do curso escolhido pelo candidato. 

Agora sim, os conteúdos que costumam ser bem importantes: 

  • Redação – texto dissertativo-argumentativo, geralmente elaborado a partir de temas mais filosóficos ou sociológicos. É importante criar
  • repertório sociocultural para embasar a sua argumentação, procure aumentar as suas referências de filmes, livros, obras de arte, fatos históricos, acontecimentos atuais; 
  • Interpretação de texto – para melhorar, faça leituras atentas e curiosas. Investigue e discuta com outras pessoas os assuntos que estiverem presentes nos textos lidos. Vale a pena também estudar interpretação de imagens, gráficos, figuras de linguagem, ambiguidade, relação de textos verbais e não verbais etc.; 
  • Literatura – conhecimentos dos movimentos literários e a leitura das obras obrigatórias; 
  • História – conteúdo clássico dos períodos históricos, busque questões para desenvolver com “explique”, “cite”, “relacione” etc.;
  • Biologia – temas clássicos em relação aos mecanismos biológicos e fisiologia humana; 
  • Matemática – é importante compreender desde a matemática básica a análises mais complexas que foram vistas durante o ensino médio; 
  • Química – abordagem bem ampla, geralmente complementa a abordagem da primeira fase e apresenta muitos cálculos; 
  • Física – assim como química, complementa a abordagem da primeira fase e retoma assuntos fundamentais;  
  • Atualidades – acompanhar notícias em diferentes meios de comunicação e ler muito sobre temas variados. 

 Com todas essas ferramentas na mão, já organiza seus estudos para garantir a aprovação! 

Até mais!