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5 dicas para se preparar para o vestibular

Chegou a hora da sua preparação para o vestibular, muitas disciplinas para revisar, vestibulares diferentes, dificuldades maiores em determinados conteúdos e você não sabe por onde começar. Quase todas as pessoas que já se formaram no ensino superior passaram por esse processo antes de verem os seus nomes na lista de aprovados de alguma faculdade. Então, precisaram de orientações e dicas a fim de se organizarem da melhor forma, uma vez que queriam garantir o melhor desempenho nos exames da universidade de sua escolha. 

Pensando nisso, você precisa tomar a decisão de organizar os seus estudos e se dedicar ao que for planejado, porque só assim será possível alcançar esse objetivo tão almejado pelos vestibulandos: a aprovação. Para o ajudar, nós do Curso Anglo separamos neste texto algumas dicas que farão toda diferença na sua jornada rumo ao ensino superior se colocadas em prática. 

Leia as próximas linhas e descubra o que você precisa para se dar bem ao realizar as avaliações que são o passaporte para o início da faculdade! Vamos lá? 

É muito difícil passar no vestibular? 

Antes de apresentarmos as dicas, precisamos falar sobre um assunto que domina a mente dos estudantes: o medo do vestibular. Pode parecer uma tarefa muito difícil passar no vestibular, mas a verdade é que não precisa ser assim. Não estamos falando que é algo simples e que basta querer para conseguir entrar na universidade, entretanto algumas coisas podem ser consideradas por você para tornar menos difícil essa travessia até a aprovação.  

  • A sua preparação está adequada às exigências das provas? 
  • Você tem dado o seu melhor todos os dias na rotina de estudos? 
  • Como tem identificado e lidado com as suas fragilidades de conteúdo? 
  • O seu emocional está saudável? 
  • O que você está aprendendo com os seus erros?
  • Você faz curso pré-vestibular

A preparação para o vestibular é determinante na hora da prova, inclusive, influenciará na sua percepção sobre ela. Caso você esteja se sentindo confiante, tranquilo e tenha consciência que fez o seu melhor ao longo do ano, temos certeza de que o seu desempenho irá impressioná-lo. Passar no vestibular pode sim ser muito difícil devido à concorrência existente para conquistar uma vaga; porém você pode, sim, facilitar a sua vida com as ações certas. 

Siga por aqui e descobrirá o que não pode faltar no seu planejamento para ser aprovado no vestibular. Isso é o que preparamos no próximo tópico! Vamos lá? 

O que é preciso para passar no vestibular? 

Algumas estratégias são fundamentais para passar no vestibular, por esse motivo separamos 5 dicas que farão muito diferença para o seu desempenho nos estudos. 

  1. Conheça os editais: antes de qualquer coisa, é importante que você leia com atenção e entenda os editais dos vestibulares que irá prestar com intuito de compreender como será possível organizar a sua rotina. No Curso Anglo, é possível encontrar o calendário e os editais de muitas instituições de ensino superior acessando o AngloBox
  2. Elabore um cronograma de estudos: não tem como ter um bom rendimento sem planejamento, você pode cumprir essa etapa com a elaboração de um cronograma de estudos, nele deve conter os horários de estudo e as atividades comuns do seu dia a dia. Além disso, algo muito importante é que seja separado também um tempo para descanso porque, como já falamos em outros textos, descansar aumenta muito a retenção dos assuntos estudados. 
  3. Treine redação: alguns estudantes se dedicam, estudam muitas disciplinas, fazem e cumprem o cronograma que elaboraram, porém deixam para depois algo muito importante: a redação. Entretanto, a produção textual possui peso significativo na formação da nota da maioria dos vestibulares, por esse motivo precisa ser considerada como algo tão essencial quanto matemática. 
  4. Estude com outras pessoas: uma das coisas mais eficientes para aprender é ensinar, logo, quanto mais compartilhar com outras pessoas os conteúdos que estiver aprendendo maior será a apreensão de tudo que tem estudado. 
  5. Realize provas antigas e simulados: além de ter contato com os editais, outra ação muito eficiente é resolver as avaliações de anos anteriores e simulados, principalmente, os elaborados por um curso pré-vestibular

Na sua preparação para o vestibular, colocar essas dicas em prática deixará mais elevado o seu domínio do conteúdo e, consequentemente, a sua autoconfiança. Uma outra coisa que pode ser feita é somar a essas práticas cotidianas aulas de revisão de tudo que foi estudado durante o ensino médio, um curso pré-vestibular tornará toda a sua jornada menos complicada. Desse modo, se tiver a oportunidade não deixe de se matricular em um cursinho para aproveitar alguns benefícios: 

  • ferramentas e materiais atualizados; 
  • ajuda para organizar a rotina de estudos e esclarecimento de dúvidas; 
  • possibilidade de simular o dia da prova em um ambiente e tempo controlados; 
  • estratégia de estudo individualizada e adequada aos seus objetivos;
  • estrutura de atendimento pedagógico e psicológico que apoie o aluno na escolha de sua carreira e o acolha em momentos de dificuldade.

Qualquer instituição oferece essas vantagens? Sem dúvidas, a resposta correta é não, mas o Curso Anglo oferece isso e muito mais em suas unidades. Escolher um curso pré-vestibular que se preocupa não só com o seu resultado no vestibular, mas também com a sua saúde mental certamente será um fator determinante para conquistar a tão sonhada aprovação. Não deixe de ler os outros textos publicados no Blog Anglo

Até mais! 

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Mapa mental ajuda nos estudos?

Você costuma estudar os conteúdos do vestibular, ler, fazer várias anotações e realizar exercícios, porém tem percebido que não tem memorizado e compreendido de maneira suficiente o que tem estudado? Talvez seja necessário pensar em alternativas que auxiliem nesse processo e melhore a qualidade da sua rotina de estudos

Algo que pode colaborar demais com a sua jornada é começar a desenvolver os seus próprios mapas mentais sobre cada assunto que faz parte daquilo que é cobrado nos processos seletivos de ingresso para o ensino superior. Você pode não saber o que é e nem como criar um mapa mental, mas estamos aqui justamente para apresentar o que é indispensável sobre esse assunto. 

Se estiver interessado em tornar os seus estudos mais eficientes, continua a leitura que nos próximos tópicos lhe mostraremos como isso pode ser feito. Vamos lá? 

O que são os mapas mentais? 

A sistematização dos mapas mentais foi criada pelo psicólogo e escritor inglês Tony Buzan. Assim, ele pode ser considerado o inventor dessa ferramenta revolucionária que ajuda a liberar a potencialidade que possuímos em nosso cérebro. 

O mapa mental é um diagrama em que é possível organizar as ideias de maneira visual, nele é seguido o fluxo natural do cérebro, considerando a lógica estabelecida pelas informações apresentadas. Desse modo, cria-se uma ilustração com todas as ideias dispostas de forma que elas se relacionem a partir de uma informação central, o que as tornará muito mais concretas e facilitará a fixação de um conteúdo. A seguir, um exemplo para tornar mais fácil a compreensão de como essa ilustração pode ser estruturada. 

Agora que você já sabe o que é um mapa mental, precisa compreender os benefícios de incluir essa técnica na sua rotina de estudos. Descubra no próximo tópico! 

Quais são os principais benefícios do mapa mental para os estudantes? 

Se você ainda tem dúvidas do quanto pode se beneficiar com a utilização de um mapa mental, separamos alguns benefícios a fim de convencê-lo a tornar um hábito a criação de mapas mentais a cada assunto estudado durante a sua preparação para o vestibular

  1. Facilitam a memorização e retenção do conteúdo.  
  2. Tornam mais compreensíveis questões complexas.
  3. Possibilitam uma aprendizagem mais efetiva
  4. Podem tornar mais interessante a rotina de estudos
  5. Promovem a organização dos pensamentos

Com certeza, depois de todas essas vantagens, você está ansioso para aprender a elaborar um mapa mental. Temos uma boa notícia: preparamos um passo a passo para que você possa iniciar uma sistematização dos seus estudos o mais breve possível. Acompanhe! 

Como fazer um mapa mental? 

O ideal é elaborar o seu mapa mental à mão e no papel, isso porque há estudos que mostram ser mais efetiva a apreensão do conteúdo quando fazemos as nossas anotações manuscritas em vez de fazermos de maneira digital. Entretanto, existe a possibilidade de realizar essa tarefa em aplicativos, como Canvas, PowerPoint etc. caso seja mais interessante para você aplicar essa técnica virtualmente. Então, vamos ao passo a passo. 

  1. Defina o tema principal: qual a temática do seu mapa mental? Qual o intuito dessa organização?  

Com o objetivo de ficar claro como funciona o uso dessa ferramenta, ilustraremos como cozinhar feijão. 

2. Separe os subtópicos principais: o que não pode ficar de fora ao falarmos desse assunto? Defina os pontos importantes e resuma cada um deles em uma ou poucas palavras.

3. Anote os tópicos relacionados a cada subtópico: escreva com palavras-chave, como fizemos no item anterior. É preciso seguir as cores utilizadas nos subtópicos para ficar ainda mais visual a relação entre as palavras escolhidas. Além disso, diminua um pouco a letra para que fique evidente a hierarquia entre os assuntos.

4. Estabeleça uma sequência para os agrupamentos: isso tornará mais fácil de identificar a ordem em que cada grupo deve ser lido ou aplicado.

Com o intuito de aumentar a organização e facilitar ainda mais a sua rotina de estudos, é válido: 

  • elaborar tópicos curtos e objetivos para tornar maior a memorização; 
  • mudar as cores a cada agrupamento ajudará a lembrar das informações de cada agrupamento; 
  • organizar e usar desenhos que façam sentido para você é fundamental para uma aprendizagem efetiva. 

Está esperando o que para colocar em prática tudo que ensinamos nesse texto? Não perca tempo e, com o próximo conteúdo que estudar para o vestibular, já faça o seu primeiro mapa mental. 

Até mais! 

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8 dicas para treinar interpretação de texto para o vestibular

Com certeza, você já ouviu de muitos professores que deveria melhorar a sua interpretação textual. Não apenas daquela professora de português que todo mundo acha exigente, mas também da professora de matemática que a maioria jura que ela está em sala de aula apenas para ensinar fórmulas matemáticas complexas.   

O que temos para lhe contar é que esses professores não estavam errados. No vestibular, entre as habilidades mais importantes para os candidatos estão a compreensão e a interpretação de texto, uma vez que todas as áreas do conhecimento, além do conteúdo técnico, exigem um bom nível de leitura para garantir o acerto da questão. Dessa forma, dedicar tempo para aperfeiçoar a sua capacidade de interpretar e de compreender o que está escrito é essencial em todos os processos de ingresso no ensino superior. 

Se você quer aprender como demonstrar pensamento crítico, capacidade de raciocínio, expressão, leitura e escrita, saiba que é por meio do domínio de interpretação textual que isso será possível. Então, continue a leitura porque preparamos algumas dicas com o intuito de tornar isso muito mais fácil! 

Como fazer interpretação de texto? 

A interpretação textual depende de um processo que ocorre independentemente de pensarmos em cada etapa. Nosso cérebro segue um caminho específico visualizando o objetivo principal: a excelência na compreensão daquilo que está escrito. Assim, temos a seguinte sequência de ações: 

  1. Leitura; 
  2. Decodificação; 
  3. Interpretação. 

Desse modo, diferente do que muitos estudantes pensam, saber ler não é o suficiente para realizar uma boa interpretação textual e se dar bem nas questões do vestibular. É importante compreender o que está posto e depois analisar para de fato interpretar a mensagem transmitida com excelência. 

Para compreensão e interpretação de texto, você precisará responder a algumas perguntas durante e depois da leitura: 

  • Qual a ideia central? 
  • Quem participa da situação? 
  • Por que esse é o ponto central e envolve essas pessoas? 
  • Há algumas causas e consequências para a situação ter se desenrolado dessa maneira? 
  • A quem essa mensagem se destina?
  • Qual o objetivo de se falar sobre isso? 

Sem entender os detalhes dos enunciados ou das produções textuais por completo, poderá fazer uma interpretação equivocada e chegar a conclusões que irão o distanciar da resposta correta. Você pode estar pensando que perderá muito tempo com esses questionamentos; mas, com a prática constante, isso se tornará um hábito e o seu cérebro de modo automático começará a respondê-las sem muito esforço. Assim, quanto mais treinar, mais rápido compreenderá os enunciados e qualquer direcionamento dado nas questões do vestibular

Agora que você já sabe como fazer interpretação de texto, precisa de algumas técnicas para acertar mais no vestibular. Então, siga para o próximo tópico que separamos 8 dicas para o ajudar nessa tarefa! 

Como acertar mais questões de interpretação de texto no vestibular? 

Para acertar mais questões no vestibular, será necessário treino e a compreensão de que qualquer pergunta pode ser facilitada se você for habilidoso na compreensão e interpretação de texto. Por isso: 

  • leia o enunciado da questão antes de ler o texto: isso proporcionará mais clareza sobre o que precisa estar em foco durante a leitura, diminuindo o tempo gasto para resolução da questão; 
  • leia com calma e preste atenção aos mínimos detalhes: se a intenção é entender o que está escrito, não é numa leitura rápida e superficial que isso ocorrerá, assim esteja atento quando for ler qualquer texto; 
  • grife aquilo que julgar relevante no texto: fazer isso ajudará muito a voltar no que realmente é importante para resolver a questão sem a necessidade de reler a produção textual integralmente; 
  • coloque as orações na ordem direta: ao colocar a frase na ordem direta, os significados ficarão mais claros, evitando equívocos na interpretação; 
  • leia vários tipos de textos: ao se preparar, leia textos de todos os tipos possíveis. Não pense que lendo apenas as obras obrigatórias seus problemas estarão resolvidos, você precisará de variedade para ter sucesso porque no vestibular poderá ter texto jornalístico, tirinha, crônica, poesia, charge etc. 
  • faça anotações: ao considerar o que o comando da questão apresentou, anote as palavras-chave e pontos que está certo de que facilitarão chegar à resposta correta; 
  • explique para si mesmo o que compreendeu do texto: quando estiver treinando, escreva com suas palavras aquilo que entendeu do texto. Caso consiga explicar as ideias do autor, provavelmente interpretou corretamente as ideias e informações originais; 
  • resolva muitos exercícios: como você terá compreensão e interpretação de texto das perguntas das avaliações, sem ter contato com a maneira que os assuntos são abordados no vestibular? Quanto mais exercícios de interpretação textual forem realizados, maiores serão as suas chances de garantir muitos acertos nas provas. 

Esperamos que depois dessas dicas, você se sinta mais preparado para encarar esse desafio. Se gostou desse conteúdo, volte por aqui que em breve traremos mais dicas imperdíveis! 

Até mais! 

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Como o filme “O velho” pode te ajudar no vestibular?

O enredo de O velho se constrói em uma cela de presídio, nela se desenrola uma entrevista entre um assassino de 80 anos, interpretado por Luiz Guilherme, e um jornalista de um jornal de bairro, papel de Juno Andrade. Apesar de se chamar Arnaldo Roberto, o velho prefere chamá-lo de Bob durante todo o tempo. Essa maneira com que se dirige ao jornalista demonstra algum nível de intimidade e evidencia o quanto o assassino está confortável na situação. 

Bob tem algumas perguntas, porém inicia de modo desastroso, perguntando coisas óbvias e das quais já possui as respostas, algo que chega a irritar o velho. Entretanto, consegue chegar às questões mais importantes e interessantes para os objetivos presentes no contexto jornalístico, entre elas surgem:  

  • O que leva alguém a matar 45 pessoas? 
  • O que as vítimas tinham em comum? 
  • Por que o velho não se considera um assassino? 
  • Ele é louco, psicopata ou lúcido?  

O filme traz um questionamento muito significativo: em que circunstâncias matar alguém poderia se tornar justificável? Há momentos nos quais o jornalista é totalmente envolvido pela fala do velho, o que o faz desviar o foco de sua entrevista, perdendo o controle que estava mantendo ao longo da conversa.  

A seguir, falaremos sobre os principais temas que se sobressaem nesse longa-metragem, que pode evidenciar como ser bom em redação ao usá-lo como repertório sociocultural em sua produção textual. Continue a leitura para descobrir como as temáticas dessa obra podem o ajudar no vestibular! 

Justiça com as próprias mãos versus pena de morte 

No filme, há de maneira bem evidente um contraponto entre fazer justiça com as próprias mãos e a pena de morte. O velho questiona o motivo de estabelecer a morte de alguém a partir de uma lei é diferente do que ele fez nos 45 assassinatos, ele afirma que a motivação é a mesma: a raiva ou o ódio. Isso porque, segundo ele, nas duas ocasiões o julgamento parte do mesmo princípio, há alguém que teve ações que desrespeitaram alguma coisa e quem decide pela morte do outro pode acreditar que está tornando o mundo melhor. Ele afirma que qualquer pessoa acima do seu limite de raiva é capaz de matar. 

Depois de toda a argumentação do velho, o que se sobressai para quem assiste é “por que a pena de morte não seria igualmente um crime bárbaro”? Essa pergunta permite que no vestibular seja embasado o nosso ponto de vista sobre pena de morte. Na redação, é possível utilizar esse repertório sociocultural tanto para se mostrar a favor quanto para se posicionar contra a pena de morte, uma vez que há argumentos claros que podem justificar os dois lados. Ao comparar justiça com as próprias mãos à pena de morte, o seu texto pode construir uma argumentação contra o tema. Já ao trazer a temática como uma possibilidade que partirá de critérios legais e seguirá por um julgamento bem elaborado a fim de que inocentes não sejam afetados, você estará a favor desse tipo de penalização. 

Genocídio  

Em alguns momentos do filme, é levantada a questão do porquê pessoas que matam em momentos históricos dos países se tornam heróis nacionais e ele é considerado um assassino, uma vez que entende ter tornado o mundo melhor ao eliminar aqueles que considerava como pessoas que não contribuíam para a vida nesse planeta. Ele diz que matou, pois suportar o próximo não foi algo que conseguiu.  

Agora vamos pensar, não suportar as diferenças e as escolhas dos outros está lado a lado com a motivação dos genocídios que ocorreram ao longo da história. Isso porque o genocídio parte do princípio que não há como tolerar diferenças étnicas, raciais, religiosas, sociopolíticas etc., ou seja, é apresentado como necessidade emergente o extermínio sistêmico de um grupo que não se enquadra naquilo que outro grupo acredita ou defende como aspecto fundamental.  

No longa, o velho declara que as suas ações possuem um “quê” meio nazista, entretanto o seu estímulo não são as diferenças étnicas, raciais ou culturais, ele é encorajado a matar pessoas inúteis ou imbecis que ele não enxerga como significativas para a sociedade. Não há qualquer arrependimento em seu relato, inclusive, ele ironiza sobre deixar um legado para os jovens continuarem o que ele não teve tempo para terminar. Assim, caímos novamente em questionamentos:  

  • Consideramos assassino aquele que matou alguém ou que teve intenção ao matar? A motivação para isso se justifica? 
  • Se um estuprador for morto, esse assassinato foi correto?  
  • E para a mãe do estuprador a morte é justificável?  
  • A lei seria cega a esse ato criminoso? 

Dessa forma, você pode usar o filme como um bom exemplo para se posicionar contra o genocídio independentemente do recorte temático dado na proposta de redação. Isso ocorre devido às colocações que colocam em nível de igualdade matar alguém por não respeitar os vizinhos ou matar uma pessoa por estar cometendo crimes que chocam a sociedade, é dito pelo assassino que nesses dois casos exterminar indivíduos faria sentido e traria benefícios para o mundo. Apesar da boa argumentação do velho, chegamos à conclusão de que nada pode justificar assassinatos em massa, sejam os argumentos pautados na coletividade ou não.  

Então, se precisar dissertar sobre pena de morte, justiça com as próprias mãos ou, até mesmo, genocídio, lembre-se desse repertório sociocultural que o ajudará a ser bom em redação. Existem muitas obras cinematográficas que podem o auxiliar a construir uma argumentação, não deixe de prestar atenção nisso quando assistir a algum filme ou série.  

Bom com essa dica você já sabe como ser bom em redação, volte por aqui que outros textos vão contribuir muito com o seu progresso enquanto se prepara para o vestibular. Até mais! 

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Como ingressar na Unesp?

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) foi fundada em 1976, ela é uma das quatro universidades públicas mantidas pelo governo do estado de São Paulo. As outras instituições também mantidas pelo governo estadual paulista são a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 

Há campi da Unesp nas seguintes cidades: 

  • Araçatuba; 
  • Araraquara; 
  • Assis; 
  • Bauru; 
  • Botucatu; 
  • Dracena; 
  • Franca; 
  • Guaratinguetá; 
  • Ilha Solteira; 
  • Itapeva; 
  • Jaboticabal; 
  • Marília; 
  • Ourinhos; 
  • Presidente Prudente; 
  • Registro; 
  • Rio Claro; 
  • Rosana; 
  • São João da Boa vista; 
  • São José do Rio Preto; 
  • São José dos Campos; 
  • São Paulo; 
  • São Vicente; 
  • Sorocaba; 
  • Tupã. 

Quantas cidades, não é mesmo? Um ponto de atenção é que não há todos os cursos de ensino superior em qualquer campus, por esse motivo é necessário pesquisar qual deles oferece a graduação que deseja para avaliar se realmente é possível cursar a sua faculdade nessa instituição. Agora que já conheceu um pouquinho sobre a Unesp, vamos falar sobre as formas válidas de ingresso para essa universidade. Continue a leitura! 

Quais são as formas de ingresso na Unesp? 

As opções de ingresso para a Unesp são por meio da realização das provas do seu vestibular tradicional, o qual é elaborado e aplicado pela Fundação Vunesp, e pelo processo seletivo Unesp-Enem (também há a modalidade vagas olímpicas. Nessa modalidade, não há reserva de vagas SU, SRVEBP, SRVEBP+PPI). 
 Nessas duas modalidades de ingresso, há três sistemas que estipulam critérios para a distribuição de vagas na instituição: 

  • Sistema Universal (SU): todos os inscritos independentemente de atenderem às condições de reserva de vagas, ou seja, ampla concorrência; 
  • Sistema de Reserva de Vagas para Educação Básica Pública (SRVEBP): todos os inscritos que declararem ter cursado todo ensino médio ou o EJA em escolas públicas brasileiras. Esse sistema não inclui bolsistas em instituições privadas ou colégios com gratuidade de ensino, mas vinculados a fundações, cooperativas, Sistema S (SESI, SENAI, SESC, SENAC) mantidas pelo setor privado; 
  • SRVEBP + autodeclarados Pretos, Pardos e Indígenas (PPI): todos os inscritos que declararem ter cursado todo ensino médio em escolas públicas brasileiras, conforme os critérios indicados anteriormente, e se autodeclararem pretos, pardos e/ou indígenas. 

Isso significa que, independentemente do sistema em que você se inclua, precisará entender muito bem esse processo seletivo se uma das suas opções for a Unesp. Por esse motivo, vamos explicar como funciona a avaliação desse vestibular. Pronta para aprender? Acompanhe! 

Como funciona a prova da Unesp? 

O vestibular da Unesp é organizado em duas fases, cada uma delas eliminatória e classificatória. A primeira fase é dividida em dois dias (um dia para os candidatos de biológicas e outro dia para os candidatos de humanas e exatas. Portanto, o candidato participa de apenas um dos dois dias de prova da primeira fase). Ela aborda conhecimentos gerais e é constituída por 90 questões objetivas, sendo testes de múltipla escolha, com 5 alternativas cada. Cada área do conhecimento terá 30 questões específicas: 

  • Linguagens e Códigos: contém Língua portuguesa e Literatura, Língua Inglesa, Educação Física e Arte; 
  • Ciências Humanas: contém História, Geografia, Filosofia e Sociologia; 
  • Ciências da Natureza e Matemática: contém Biologia, Química, Física e Matemática. 

Para a resolução das questões, a Vunesp disponibiliza 5 horas para cada dia da primeira fase. Então, administre bem o seu tempo porque você terá em média 3 minutos para responder cada pergunta. 

A  segunda fase do Vestibular da Unesp  é aplicada em um único dia e possui o tempo máximo de 5 horas, aborda conhecimentos específicos e redação e é elaborada com 60 questões objetivas, testes de múltipla escolha, no mesmo formato da primeira fase. Cada área do conhecimento — as três já apresentadas quando falamos da primeira fase do vestibular da UNESP — terá 20 questões específicas.  

Um outro ponto importante é a redação da Unesp segunda fase. A banca avaliadora espera que o estudante produza um texto dissertativo-argumentativo (em prosa), com no mínimo 15 e no máximo 30 linhas, coerente e bem articulado e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. Desse modo, fica evidente que não é um tipo de texto muito diferente dos outros vestibulares tradicionais de São Paulo. Além dos conhecimentos gerais e específicos cobrados nas duas fases, quem prestar para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Design, Artes Cênicas, Arte-Teatro, Música Bacharelado e Música Licenciatura também realizará uma prova de habilidades. 
Mas, caso ainda tenha dúvidas sobre como funciona a redação da Unesp, você pode consultar o manual do candidato (esse é do vestibular de 2022) e verificar todos os critérios cobrados pela instituição.  

Vamos falar mais um pouco sobre como ingressar na Unesp? No próximo tópico, explicaremos o processo Unesp-Enem. Siga em frente! 

Como utilizar a nota do Enem na Unesp? 

A seleção dos alunos, como falamos, é por meio do vestibular tradicional aplicado pela Vunesp. Entretanto, a nota do Enem pode ser usada para complementar a nota da primeira fase do vestibular da UNESP realizado pela própria instituição, ou seja, o seu desempenho no Enem pode melhorar a sua classificação, ajudando na sua aprovação para a Unesp segunda fase

Uma boa notícia é que a Unesp, recentemente, tem liberado vagas remanescentes — ou seja, aquelas que não foram preenchidas na primeira e na segunda chamada do vestibular regular — para candidatos que realizaram os dois últimos Enem aplicados. É preciso ficar atento para não perder as inscrições caso não tenha sido classificado nas primeiras chamadas da Vunesp. Além disso, para preencher essas vagas, o estudante precisa se adequar a um dos 3 sistemas:  SU, SRVEBP ou SRVEBP +PPI. 

Por hoje é isso, estude para a primeira fase e para Unesp segunda fase e aproveite todas as oportunidades para ingressar nessa instituição. Não deixe de ler mais texto aqui no Blog Anglo sobre esse vestibular. 

Até mais! 

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Como ingressar na Unicamp?

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é considerada uma das melhores universidades da América Latina, segundo o resultado publicado pelo ranking latino-americano do Times Higher Education (THE). É possível ler mais sobre esse assunto no texto “Você sabe quais são as melhores universidades da América Latina?”, que publicamos no Blog Anglo.  

E, antes de falarmos sobre as formas de ingresso na Unicamp, vale saber que a instituição possui 4 campi, o maior fica localizado em Campinas e os outros três se localizam nas cidades de Piracicaba, Limeira e Paulínia. Ela é referência em ensino e pesquisa, estando preocupada com a formação integral de cada estudante, por esse motivo o seu vestibular, elaborado pela Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), está na lista dos mais concorridos do Brasil. 

Há diversas maneiras de ingressar na Unicamp, além do vestibular tradicional aplicado pela instituição. Veja: 

Neste texto, falaremos sobre as duas principais formas de entrar na Unicamp: Enem-Unicamp e Comvest regular. Então, se você quer mais informações para começar a se preparar para esse processo seletivo, continue a leitura para sair na frente dos seus concorrentes. Vamos lá? 

Como funciona vestibular da Unicamp? 

A prova Unicamp, elaborada e aplicada pela Comvest, é dividida em duas fases, há também prova de Habilidades Específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música. Todos os candidatos precisam realizar a primeira fase, pois ela é eliminatória e classificatória para a segunda fase Unicamp.  

A primeira fase é composta por 72 questões objetivas, abordando as áreas do conhecimento estudadas durante o ensino médio, além do conhecimento técnico específico, é necessário estar preparado para questões interdisciplinares. (no vestibular 2022, a Unicamp cobrou questões interdisciplinares na 2ª fase). Essa etapa vale até 72 pontos, ou seja, cada uma das questões permite que você conquiste 1 ponto. As perguntas são organizadas da seguinte maneira: 

  • Língua portuguesa e literatura: 12 questões; 
  • Matemática: 12 questões; 
  • Biologia: 8 questões; 
  • Física: 8 questões; 
  • Geografia/Sociologia: 8 questões; 
  • História/Filosofia: 8 questões; 
  • Inglês: 8 questões; 
  • Química: 8 questões. 

Para resolver todas as perguntas, o candidato tem no máximo 4 horas (no vestibular 2022, a Unicamp ampliou de 4 horas para 5 horas) e só poderá deixar a sala de aplicação após 2 horas do início da prova Unicamp. Então, se prepare para administrar bem o seu tempo. 

A convocatória para a segunda fase Unicamp é feita por carreira a partir da classificação de cada candidato. Os alunos aprovados para a 2ª fase devem ter tirado nota igual ou superior a nota de corte. O cálculo da nota de corte da 1ª fase considera o número total de vagas do vestibular e o multiplica por determinado número, de acordo com a concorrência do curso: o número total de vagas para a 2ª fase é multiplicado por 10 em cursos de alta concorrência, por 8 em cursos de média concorrência, por 6 em cursos menos concorridos. O número mínimo de convocados para a 2ª fase, em cada curso, será de 4 vezes o número de vagas do curso. Todos os empatados com o último serão convocados.  

Para melhor entender este ponto, recomendamos a leitura do SeLiga -Unicamp 2022

A segunda fase Unicamp é realizada em dois dias e a prova Unicamp de cada dia é composta por questões dissertativas, com algumas comuns a todos os candidatos e outras de conhecimentos específicos, considerando a opção de curso. Veja: 

  • Primeiro dia — provas para todos os estudantes:  
  • Redação à 2 propostas de textos a fim de que o estudante escolha e desenvolva apenas 1; 
  • Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa à 8 questões; 
  • Língua inglesa à 2 questões interdisciplinares. 
  • Segundo dia — provas para todos os estudantes
  • Matemática à 6 questões; (no Vestibular 2022, houve 3 questões de matemática diferentes, com menor nível de dificuldade, exclusivamente para os candidatos de Humanas. Os candidatos de biológicas e exatas realizaram 6 questões comuns) 
  • Ciências Humanas à 2 questões interdisciplinares; 
  • Ciências da Natureza à 2 questões interdisciplinares. 
  • Segundo dia — provas conhecimentos específicos (PCE), conforme a opção de curso
  • Área de Ciências Biológicas/Saúde à 6 questões de Biologia e 6 questões de Química; 
  • Ciências Exatas/Tecnológicas à 6 Questões de Física e 6 questões de Química; 
  • Ciências Humanas/Artes à 6 Questões de Geografia e 6 questões de História, também envolvendo conteúdos de Filosofia e Sociologia. 

Dessa forma, cada estudante produzirá 1 redação e responderá a 10 questões no primeiro dia; e resolverá 22 questões no segundo dia. A Comvest estabeleceu que os candidatos terão no máximo cinco horas para terminar as provas nos dias de realização da segunda fase Unicamp, valendo o tempo mínimo de duas horas para deixar a sala de aplicação, assim como na prova Unicamp da primeira fase. 

Separamos algumas dicas, que podem o ajudar a se preparar com mais qualidade para o vestibular da Unicamp, no texto “Como ir bem no vestibular Unicamp 2022”, publicado no Blog Anglo. Dê uma passadinha nessa postagem e comece os seus estudos o quanto antes! 

Uma outra opção para conquistar uma vaga na Unicamp é se inscrever para as vagas reservadas para os estudantes que fizeram o último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado. No próximo tópico, explicaremos como funciona esse tipo de ingresso. Acompanhe! 

Como ingressar na Unicamp pelo Enem? 

Para concorrer às vagas reservadas para o Enem-Unicamp, é fundamental que o candidato esteja dentro de um dos critérios estabelecidos pela Comvest: 

  1. Ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou ter obtido o certificado do ensino médio pelo Enem até o ano de 2016 ou exames oficiais, vale ressaltar que mesmo com a certificação feita pelo Enem o estudante precisará provar que cursou o período do ensino médio integralmente no ensino público; 
  2. Ser autodeclarado preto ou pardo; 
  3. Ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou ter obtido o certificado do ensino médio pelo Enem até o ano de 2016 ou exames oficiais e Ser autodeclarado preto, pardo ou indígena. 

A distribuição das vagas para cada segmento descrito ocorre da seguinte maneira: 

  • 50% das vagas destinadas aos que se enquadram no primeiro segmento; 
  • 25% das vagas destinadas aos que se enquadram no segundo segmento; 
  • 25% das vagas destinadas aos que se enquadram no terceiro segmento; 

Os candidatos que se inscreverem para essa modalidade de ingresso precisarão apresentar documentação comprobatória para um dos três segmentos utilizados como critério de seleção. Aqueles que se classificarem, mas não apresentarem os documentos estarão eliminados do processo seletivo e terão a sua matrícula na Unicamp negada. 

Esperamos tê-lo ajudado a compreender melhor como ingressar nessa universidade de prestígio que, com certeza, pode fazer toda diferença na sua carreira. Não deixe de voltar aqui para mais dicas sobre vestibular! 

Até mais! 

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Proposta de intervenção: o que é e como aplicar na redação!

Estudando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), você já deve ter se dado conta de que a redação desse processo seletivo é um pouco diferente das de outras instituições. Os vestibulares tradicionais, como o aplicado pela Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) que permite o ingresso no Universidade de São Paulo (USP), costumam cobrar a produção de uma redação dissertativa-argumentativa, assim como o Enem, porém esse exame avalia por meio de competências da redação, além de exigir que o candidato elabore uma proposta de intervenção no final do seu texto. 

A redação vale mil pontos. A pontuação é gerada a partir de 5 competências avaliadas, cada uma vale 200 pontos. A proposta de intervenção é uma dessas competências e, portanto, vale 1/5 da nota final da redação. 
Isso significa que, se você elaborar uma boa proposta, já terá garantida essa pontuação, que equivale a 20% do total da nota. Então, entender o que é esse critério e como elaborá-lo bem pode o ajudar a se destacar entre tantos candidatos.  

Ficou interessado em saber tudo sobre esse diferencial da prova do Enem? Vá ler as próximas linhas sem perder tempo! 

O que é a proposta de intervenção? 

Antes de explicarmos do que se trata a proposta de intervenção, precisamos lembrá-lo que há 5 competências da redação avaliadas no Enem: 

  • C1 à Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. 
  • C2 à Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. Nessa competência o candidato deve demonstrar seu repertório cultural e não fugir do recorte temático apresentado pela proposta de redação 
  • C3 à Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 
  • C4 à Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. Essa competência avalia a coesão e coerência textual 
  • C5 à Elaborar proposta de intervenção / soluções para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. 

Dito isso, fica claro que proposta de intervenção é a 5ª competência do Enem avaliada na redação. Em sua elaboração, espera-se que o estudante proponha soluções para um ou vários problemas, os quais se tornaram evidentes por meio dos argumentos construídos e que estão relacionados ao tema proposto pela banca avaliadora.  

O objetivo da criação de uma proposta é auxiliar na amenização ou no fim do problema presente na discussão apresentada por você ao longo do texto. É importante intervir, dando uma contribuição para a melhora da sociedade. Isso deve ser feito com base nos seus argumentos, ou seja, não é uma solução aleatória que foi construída sem qualquer relação com o restante da redação. Costuma-se colocá-la nos últimos parágrafos porque é a partir dela que o vestibulando tende a se encaminhar para a conclusão do texto. 

Nessa parte, não há mais desenvolvimento da argumentação, o que ocorre é a análise dos problemas destacados para possibilitar a elaboração de um trecho injuntivo, com instruções claras de como alcançar uma resolução da problemática.  
Vale ressaltar que as 5 competências da redação servem como critérios para uma avaliação objetiva e justa de todos os candidatos. Dessa forma, é importante compreendê-las muito bem e elaborar um texto alinhado a elas para conquistar a nota 1000 tão almejada por todos os estudantes que realizam o exame. 

Bom, depois de tudo que apresentamos, você já pode ficar tranquilo sobre o que é a proposta de intervenção, mas saber apenas isso não é o suficiente. É fundamental compreender como estruturar uma boa proposta. Quer ter domínio do que fazer na hora de escrever a sua proposta? Siga com a leitura para entender! 

Quais são os 5 elementos da proposta de intervenção? 

Chegamos a um ponto bem importante, a proposta de intervenção precisa ser extremamente detalhada. Para isso, são procurados pelo leitor 5 elementos que não podem faltar em sua composição. E a cada elemento presente são acrescentados 40 pontos na sua competência 5, podendo somar 200 pontos. Veja quais são esses elementos a seguir. 

  • Ação: o que será feito? 
  • Agente: quem realizará o que foi proposto? 
  • Modo ou meio: de que maneira será feito? Ou, por quais meios será realizado? 
  • Finalidade: qual o objetivo da ação? Ou, qual o resultado esperado daquilo que for realizado? 
  • Aprofundamento: Detalhar, a partir de exemplos e explicações, os 4 elementos anteriores 

Só será possível responder a essas perguntas se você voltar para o desenvolvimento da sua redação e analisar o problema e os argumentos utilizados para justificar o seu ponto de vista. É imprescindível que as suas escolhas estejam ligadas à discussão produzida por você. Pode parecer muita coisa para falar em um único parágrafo, porém com objetividade e treino as chances de cumprir com muita qualidade essa tarefa aumentam. 

Portanto, a proposta de intervenção se propõe a amarrar toda a argumentação por meio de uma solução praticável e bem detalhada. E para conseguir a nota máxima é crucial aprender a colocar em prática aquilo que as competências do Enem avaliam na redação dos candidatos, o que inclui intervir com qualidade sobre a problemática que está relacionada ao tema. 

Ainda não se sente seguro quando pensa na redação do Enem? Calma que aqui no Blog Anglo vamos trazer ainda muito conhecimento sobre isso. Volte que em breve tem mais textos que você não vai querer perder! 

Até mais! 

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vestibular

Enem: entenda qual é o método de correção

Você já procurou saber qual o método de correção Enem e se sentiu um pouco confuso? Caso a resposta para essa pergunta seja sim, saiba que você não está sozinho nessa. Muitos estudantes têm dificuldades para compreender o porquê da sua pontuação final quando o resultado é divulgado, mas fique tranquilo que neste texto explicaremos direitinho como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) faz a correção das questões e da redação a fim de que isso não seja um problema ao ter acesso a sua nota. 

Para início de conversa, a correção Enem é feita utilizando o método TRI, porém ele é aplicado apenas para as questões. Na correção da redação, os avaliadores analisam se o candidato tem as competências esperadas de um estudante do ensino médio em relação às habilidades técnicas ao realizar uma produção de texto, à visão de mundo junto ao repertório sociocultural que possui e à compreensão dos problemas que envolvem as questões sociais. 

Então, sem mais delongas, siga para o próximo tópico e entenda como funciona o método TRI. Vamos lá? 

Como funciona a correção pelo método TRI? 

O método de correção utilizado na avaliação das questões do Enem é chamado de Teoria de Resposta ao Item (TRI). Por esse sistema, é possível estimar a dificuldade de cada questão para medir o conhecimento dos participantes, facilitando a análise da proficiência técnica em cada disciplina. 

O modelo matemático TRI considera três critérios: 

  • Parâmetro de discriminação: diferencia os participantes que possuem domínio da habilidade avaliada em uma questão daqueles que não possuem o domínio necessário para acertarem. 
  • Parâmetro de dificuldade: para avaliar os candidatos em todos os níveis de conhecimento em relação à habilidade exigida na questão, é elaborada uma escala de proficiência. Quanto maior o valor nessa escala, mais difícil é o item, estabelecendo, assim, a dificuldade presente na questão. 
  • Parâmetro de acerto casual: evidencia a probabilidade de o estudante acertar a questão sem o domínio da habilidade exigida para conseguir responder corretamente determinado item. 

No método TRI, não há os extremos 0 e 1000 entre as áreas do conhecimento, ou seja, a proficiência do participante não varia entre esses dois pontos, mas significa que os valores mínimos e máximos de cada conjunto de provas dependem dos valores dos itens. Além disso, a nota do candidato na questão não depende do desempenho de outros estudantes no mesmo item, mas da posição das questões na escala de proficiência. 

Nesse exame, só é possível atingir a nota máxima (1000 pontos) na avaliação da redação do participante, uma vez que os critérios de correção são outros. Para que os candidatos entendessem um pouco mais como o valor por questão é localizado na régua, o Inep elaborou um mapa por área do conhecimento. Veja parte dos mapas de cada área: 

Um outro ponto importante de ser esclarecido é que não é possível estimar a sua nota apenas pelo número de questões corretas, justamente por cada item possuir um valor diferente. Apesar disso, há uma ligação entre o número de acertos e a nota calculada pelo método TRI, isso significa que um participante com muitos acertos terá uma nota maior que um participante que teve poucos acertos. Ficou um pouco confuso agora? Calma, vamos explicar! 

Dessa forma, podemos dizer que a nota alta ou a nota baixa do estudante está relacionada aos valores mínimo e máximo das provas das áreas do conhecimento. É necessário considerar apenas que candidatos com o mesmo número de acertos podem ter pontuações diferentes, o que determinará isso é como ele se saiu no momento da análise dos 3 parâmetros usados em cada questão que foi respondida corretamente. Veja: 

Os pontos no gráfico mostram que há pequenas variações de nota entre candidatos que obtiveram a mesma quantidade de acertos, entretanto perceba que cada um dos participantes (1, 2 e 3) se distancia no seu posicionamento por terem acertado mais ou menos itens. Você deve estar se perguntando: e qual a vantagem para o Enem utilizar esse sistema? Uma das vantagens é que podemos considerá-lo um modelo “antichute”, pois há um comparativo no desempenho do próprio aluno, resultando numa lógica de coerência entre as respostas, o que pode gerar um resultado diferente entre participantes com a mesma quantidade de acertos. 

Agora pensando na pontuação do candidato com o desempenho comparado em todas as questões, caso ele acerte uma questão difícil, mas erre uma questão fácil que avalia habilidade semelhantes em níveis diferentes, ele ainda pontuará, porém não terá como resultado o valor máximo estabelecido na escala de proficiência para o item mais complexo. Por esse motivo, ficará com pontuação menor que um outro candidato que obteve a mesma quantidade de acertos e se sobressairá em relação aos outros estudantes que acertarem menos itens. Portanto, mesmo com esse tipo de correção Enem, sempre será melhor responder “chutando” a alternativa correta do que deixar a questão em branco. 

Certo, agora você já deve ter entendido melhor como funciona a correção Enem para as questões objetivas de cada prova. Se quiser compreender o método de correção da redação do Enem, leia o texto “Enem: quais são as 5 competências cobradas na redação?” publicado no Blog Anglo

Depois volte por aqui para mais dicas sobre os vestibulares que irão ajudar muito no seu desempenho nas provas.  

Até mais! 

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Como criar uma rotina produtiva de estudos?

Estudar para os exames dos vestibulares demanda muita dedicação e disciplina, o que gera uma necessidade de muita organização para que seja possível realizar o que precisa, mas criar uma rotina de estudos pode ser um grande desafio para qualquer um que está se preparando para o vestibular. 

Muitos estudantes já entenderam isso e têm buscado maneiras de estabelecer um cronograma de estudos durante a sua preparação para o vestibular, o problema é que nem sempre funciona por elaborarem de um modo que não se adequa ao perfil de estudante que eles possuem. Por esse motivo, pode surgir um novo obstáculo: a adaptação a esse novo dia a dia. 

Caso a sua situação seja a de quem ainda está adentrando nesse universo sem saber exatamente por onde começar e precisa de um empurrãozinho para deixar os estudos organizados, ou já tem tentado fazer essa organização de maneira intuitiva e não tem dado bons resultados, veio ao lugar certo. Veja o que preparamos para você! 

Como elaborar um plano de estudos? 

O plano de estudos é uma ferramenta valiosa para estabelecer uma rotina diária para os estudantes, é por meio dele que se torna possível traçar um objetivo e manter o foco ao longo de toda preparação para o vestibular. Nesse sentido, dedicar um tempo para a sua elaboração é essencial e pode garantir o sucesso da sua rotina de estudos

Organizamos um passo a passo para o ajudar na criação do seu plano de estudos.  

  1. Determine as datas: elabore uma planilha no computador para elencar as datas que terá de fato para estudar, inclusive reserve alguns finais de semana também para os estudos. 
  2. Decida os horários: nessa parte, é extremamente importante que você seja honesto consigo sobre o tempo que realmente tem para dedicar todos os dias à sua rotina de estudos. As horas de dedicação dependerão da quantidade de conteúdo que tem para estudar e da sua necessidade conforme a dificuldade do tipo de prova que irá prestar.
  3. Estabeleça a prioridade e ordene as disciplinas: o objetivo aqui é tornar o seu cronograma de estudos equilibrado. Intercale entre disciplinas que são seu ponto fraco e forte. Depois avalie a complexidade de cada conteúdo, considerando essas informações, organize de modo que as mais complexas e as mais desafiadoras para você tenham mais tempo separado para elas. 
  4. Opte por um método de estudo: o Método Pomodoro é um dos mais utilizados e que tem garantido o sucesso no estudo e no trabalho de muitas pessoas. O mais interessante é que depois do vestibular será possível continuar o utilizando para as tarefas da faculdade ou do trabalho. Esse método intercala períodos de estudo com de descanso sempre cronometrados para que o indivíduo saiba que precisa parar ou continuar uma tarefa. A BBC publicou um artigo chamado “O que é o ‘Método Pomodoro’ de gestão de tempo que conquistou fãs ao redor do mundo por melhorar produtividade” que pode contribuir na sua preparação para o vestibular. 
  5. Integre a sua rotina diária: o cronograma de estudos não pode estar desvinculado da sua rotina diária. É essencial que os horários para estudar não se sobreponham aos horários de outras atividades que você precisa realizar, como cursinho pré-vestibular, trabalho, atividade física etc. 
  6. Separe momentos para revisar: deixe alguns horários reservados apenas para revisão. Para a sua rotina de estudos, esse período é crucial a fim de que não sejam esquecidos os conteúdos estudados, recomendamos que o conteúdo seja revisto em até 24h depois de ter contato com ele. Há a possibilidade de acessar outros formatos do mesmo assunto, por exemplo, se em um primeiro momento leu um texto, na revisão, deve procurar vídeos, podcasts que falem sobre o mesmo tema. 

Agora que já tem um direcionamento para desenvolver o seu plano de estudos, depois de finalizá-lo é significativo se concentrar no período de adaptação da sua nova rotina. Isso aumentará a probabilidade de sucesso do seu cronograma de estudos

Separamos, a seguir, algumas dicas para que seja mais tranquilo se adaptar a sua nova realidade. Acompanhe!  

Como se adaptar à rotina de estudos? 

Você já está com o seu plano de rotina de estudos pronto e só falta colocar em prática, algo simples, não é mesmo? Podemos afirmar que não é um bicho de sete cabeças, mas também não se trata de algo extremamente simples. Isso porque antes havia uma outra rotina que o seu cérebro já estava acostumado, por esse motivo será necessário sinalizar para ele que as coisas mudaram e que agora está seguindo uma rotina diária para estudantes. E como fazer isso? Listamos alguns hábitos e/ou comportamentos que podem contribuir com o êxito dessa missão. 

  • Arrume o seu espaço de estudo: a bagunça ou o desconforto que existir no seu local de estudo será refletido na qualidade do seu aprendizado. Desse modo, é importante deixar tudo organizado para que o cérebro se sinta motivado a focar em cada tarefa. 
  • Seja disciplinado: para o planejamento funcionar, é preciso adquirir o hábito da disciplina. De nada serve um excelente plano de estudos se você não se esforça para segui-lo. Talvez, essa seja a parte mais difícil da adaptação, porém depois que internalizar esse ponto, os estudos fluirão de uma maneira bem natural.  
  • Pesquise aplicativos ou sites que possam o ajudar: se perceber que elaborar o seu cronograma tem sido muito complicado para fazer sozinho, há diversos aplicativos e sites que oferecem recursos que tornam isso mais fácil. Além de alguns apresentarem ferramentas para auxiliar na sua gestão de tempo em sua preparação para o vestibular, por exemplo. 
  • Esteja preparado para imprevistos: o seu planejamento está perfeito e você tem seguido à risca toda a rotina de estudos, entretanto em alguma semana houve um acontecimento que não estava previsto que desorganizou o seu cronograma. Lembre-se de deixar pelo menos um período livre para que em situações como essa, rapidamente, seja possível restabelecer o planejado. 
  • Descanse: por mais impossível que pareça encontrar brechas para o descanso, programe momentos para descansar, além de dormir de 7 a 8 horas por noite, permitindo que seu corpo e sua mente se recuperem de forma adequada. Como falamos em outro texto, cérebro cansado não absorve conteúdo, ou seja, para aprender e se dar bem no vestibular precisará dar atenção também para isso. 

Ficou animado para produzir o seu cronograma de estudos e iniciar essa mudança no seu cotidiano para turbinar a sua preparação para o vestibular? Então, comece agora e aproveite para consultar os especialistas Anglo de orientação de estudos que tornarão bem menos complicada a sua jornada nessa rotina diária para estudantes. 

Até mais! 

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